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La finta giardiniera

La finta giardiniera é uma ópera italiana de Wolfgang Amadeus Mozart de três atos, com libreto italiano de Giuseppe Petrosellini, e sua estréia ocorreu na cidade [Alemanha|alemã]] de Munique em 13 de janeiro de 1775, quando o compositor tinha 18 anos.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 27/07/2026
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Sinopse

Die Schuldigkeit des Ersten Gebots (1767) Apollo et Hyacinthus (1767) Bastien und Bastienne (1768) La finta semplice (1769) Mitridate, ré di Ponto (1770) La Betulia liberata (1771) Ascanio in Alba (1771) Il sogno di Scipione (1772) Lucio Silla (1772) La finta giardiniera (1775) Il re pastore (1775) Zaide (1780) Idomeneo, ré di Creta (1781) O Rapto do Serralho (1782) L'oca del Cairo (1783) Lo sposo deluso (1784) O Empresário Teatral (1786) As Bodas de Fígaro (1786) Don Giovanni (1787) Così fan tutte (1790) A Flauta Mágica (1791) A Clemência de Tito (1791) O título é uma referência ao enredo da ópera e à sua personagem principal. Um ano antes da ação começar, o Conde Belfiore apunhala sua amante, a Marquesa Violante Onesti, e foge acreditando que a matou. Mas a marquesa não morreu. Ela e seu criado Roberto disfarçam-se de jardineiros assumindo as identidades de Sandrina e Nardo, respectivamente. Os dois vivem na propriedade de Don Anchise, o Podestà de Lagonero, próximo a Milão. A ação se passa no Palácio do Podestà, em meados do século XVIII.

Ato I

Jardim com espaçosa escada pela qual se entra no palácio do Podestà. Podestà, Ramiro e Serpetta descem a escada enquanto Sandrina e Nardo trabalham no jardim. Todos agradecem o lindo dia, porém cada um comenta à parte seu motivo de infelicidade. O Podestà é a única pessoa feliz no grupo pois ele conseguiu um casamento vantajoso para sua sobrinha Arminda com um membro da nobreza que está para chegar a qualquer momento. O casamento se dará neste mesmo dia e ele decide então aproveitar a oportunidade para ter um pequeno caso com a bela jardineira Sandrina. Enquanto isso, o jovem poeta Ramiro lamenta a sua sorte, tentando esquecer a sua amada Arminda passando alguns dias no campo.

Ato II

Átrio do palácio do Podestà, na manhã do dia seguinte. Ramiro discute com Arminda, dizendo desconhecer que ela era sobrinha do Podestà e acusando-a de ser leviana. Ramiro parte jurando vingança contra o Conde. Este aparece, e é recebido por Arminda com um misto de fúria e piedade. Serpetta continua humilhando Nardo, desta vez dizendo que o amará somente se ele se apresentar com uma ária apaixonada à moda estrangeira. Nardo tenta algo à moda italiana, depois francesa e inglesa, mas percebe que Serpetta está brincando e sai, irritado. Sandrina está num dilema pior: ela finalmente encontrou seu grande amor, mas está a ponto de perdê-lo para sempre para uma outra mulher. Quando o confuso Conde chega, ela pergunta a ele os motivos para aquele assassinato e fuga, ao que ele responde com alegria: então você é Violante! Ela rapidamente nega, dizendo que aquela mulher morreu. Belfiore ignora o comentário e canta uma romântica serenata para aquela que tem o mesmo rosto da sua amada Violante. Porém Podestà chega e observa os dois silenciosamente; após o Conde tomar sua mão por engano, pensando tratar-se da mão de Sandrina, Belfiore pede desculpas e sai, embaraçado.

Ato III

Nardo descobre que o Conde e Sandrina continuam a delirar. Eles acreditam agora que são deuses da mitologia grega, e Nardo os distrai apontando para o céu e convencendo-os de que a lua e o sol estão em guerra. Já o Podestà sente-se ameaçado de todos os lados: Serpetta quer seu amor, Arminda ainda quer seu Conde e Ramiro insiste em casar com Arminda. O confuso Podestà diz para fazerem o que quiserem, desde que não o importunem mais. Só, Ramiro pensa em morrer bem longe dali. O Conde e Sandrina acordam recuperados do delírio e decidem partir para sempre, cada um para o seu caminho. Mas como esta é uma ópera cômica e estamos no final, o amor prevalece e eles acabam ficando juntos.

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Fontes consultadas

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