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A Moça do Sobrado Grande

A Moça do Sobrado Grande é uma telenovela brasileira produzida e exibida pela TV Jornal do Commercio entre 28 de março e 20 de setembro de 1967, em 95 capítulos.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 13/07/2026
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Enredo

Narra os conflitos políticos no final do século 19 que levaram à modernização do Recife e à decadência dos coronéis. No meio disso Laura é uma moça solitária, mantida pelo pai no casarão da família sem poder sair de casa, que desperta o amor de dois homens: Carlos e Roberto.

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Produção

Em 1960, o Recife iniciou uma produção pioneira de novelas fora do circuito São Paulo–Rio de Janeiro, trazendo temáticas nordestinas inéditas e a abertura do mercado para o elenco regional. A primeira novela foi O Ruído do Silêncio, na TV Rádio Clube, que trouxe na sequência outros sucessos como Canção do Fugitivo, Sublime Mentira e O Diário de Anne Frank. Em 1963 a TV Jornal entrou na concorrência e passou também a produzir novelas como Nobreza de um Canalha e Um Dia Talvez, escritas por Weber Carvalho, e Senhora de Engenho, Leonor, A Inesquecível, Coração em Revolta e Amor de Colegial, escritas por Alberto Lopes, todas essas dirigidas por Jorge José Santana. Em 1967 Semíramis Alves Teixeira escreveu A Moça do Sobrado Grande, que seria o maior sucesso do canal, liderando a audiência. Carmem Peixoto, José Pimentel e Jones Melo, que na época já eram grandes estrelas do estado, foram convocados como os protagonistas. Foi a primeira a usar cenas externas na televisão brasileira, antes mesmo das novelas da TV Tupi.

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Exibição

Os capitulos eram exibidos ás 18h20 de segunda a sexta. No domingo após quatro dias do término original foi reprisado o último capítulo. Foi exibida pela Rede Bandeirantes entre 24 de julho e 08 de dezembro de 1967, em 95 capítulos, substituindo Os Miseráveis e substituída por Ricardinho: Sou Criança, Quero Viver, sendo a 2° "novela das oito" exibida pela emissora.==Referências==

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Fontes consultadas

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