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Acadêmicos da Abolição

O Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos da Abolição é uma tradicional agremiação carnavalesca do Rio de Janeiro, fundada em 20 de janeiro de 1976. Localizada no bairro da Abolição, na Zona Norte da cidade, a escola ostenta as cores verde e branco em seu pavilhão, representando a paixão e a cultura do samba carioca.

Fonte: Wikipédia (pt)Texto didático por IAAtualizado em 27/06/2026

Pontos-chave

  • Fundada em 20 de janeiro de 1976, a Acadêmicos da Abolição é uma escola de samba da Zona Norte do Rio de Janeiro.
  • Suas cores oficiais são verde e branco, e a escola desfilou pela primeira vez como agremiação em 1993.
  • Esteve na Marquês de Sapucaí em 1995 e 1996, e em 2009, alcançou a 4ª colocação com o enredo sobre o Rio São Francisco.
  • Em 2012, a escola passou por mudanças de carnavalesco e enredo, sendo rebaixada para o Grupo D.
  • Após 2012, Marcelo Dentinho assumiu a presidência, e a escola optou por um enredo afro, com Márcio Puluker como idealizador.
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Trajetória no Carnaval Carioca

A Acadêmicos da Abolição iniciou sua jornada nos desfiles como escola de samba em 1993. Teve a oportunidade de pisar na Marquês de Sapucaí em 1995 e 1996, marcando sua presença na passarela do samba. Em 2009, a escola obteve um bom desempenho com um enredo dedicado ao Rio São Francisco, conquistando a 4ª colocação com 158,4 pontos e mantendo-se no mesmo grupo. O ano de 2012 foi marcado por turbulências: inicialmente, o enredo "Dona Zica e Dona Neuma – As Estrelas Verde e Rosa" homenagearia duas baluartes da Mangueira, com desenvolvimento de Jhonson Santos. Contudo, houve uma troca de carnavalesco para Levi Cintra e uma mudança de tema para um enredo sobre o arroz, resultando no rebaixamento da escola para o Grupo D. Após o carnaval, Marcelo Dentinho foi eleito o novo presidente, e a agremiação optou por um enredo afro, trazendo Márcio Puluker como idealizador e carnavalesco. O intérprete Anderson Bala iniciou na equipe, mas foi substituído pela dupla Tuninho Azevedo e Ademir de São Miguel devido a problemas pessoais.

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Compositores e Sambas-Enredo

A Acadêmicos da Abolição contou com a contribuição de diversos talentosos compositores ao longo de sua história, que criaram sambas-enredo marcantes para a escola. Entre eles, destacam-se Gigi da Estiva, Alexandre Reis, Fagundinho e Nego Vini. Outra equipe notável incluiu Cláudio Russo, Lequinho, Thiago Meiners, Claudio Matos, Fadico, Zé Moraes, Igor Fininho e Victor Mendes, que enriqueceram o repertório da agremiação com suas composições.

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Reconhecimentos e Premiações

Ao longo de sua existência, o GRES Acadêmicos da Abolição foi agraciado com diversos prêmios, reconhecendo o esforço e a dedicação de sua comunidade. Uma das frases que ecoa em sua história é "Sou Abolição, sou forte e hoje estou com a sorte", parte de um samba composto por Waguinho Olá, Zilmar Conde, Marcelo Poesia, Dudú e Carlinhos Maciel, que reflete o espírito e a garra da escola.

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Fontes consultadas

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