ACM Júnior
Antônio Carlos Peixoto de Magalhães Júnior, mais conhecido como Antônio Carlos Júnior ou simplesmente ACM Júnior, é um administrador de empresas, empresário e professor brasileiro filiado ao União Brasil. É formado em administração pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), curso do qual é professor. É acionista e membro do Conselho de Administração da Rede Bahia. Entre os anos de 2001 e 2003 e 2007 e 2011, ocupou a vaga do seu pai, Antônio Carlos Magalhães, como senador pela Bahia. É pai do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto e irmão do ex-Deputado Federal Luís Eduardo Magalhães.
Imagem: Aécio Neves - Senador · BY · Openverse
Antônio Carlos Magalhães Júnior nasceu em Salvador, em 24 de setembro de 1952, sendo o primeiro filho de Antônio Carlos Magalhães e Arlette Magalhães. Começou a trabalhar em 1975, nos departamentos de comércio exterior e mercado de capitais do Banco Econômico. Em 1979, aos 27 anos, se formou em administração na Universidade Federal da Bahia, tornando-se depois professor da Escola de Administração da instituição. Também em 1979, ACM Júnior teve o primeiro filho com a esposa Maria do Rosário Magalhães, a partir do nascimento de Antônio Carlos Peixoto de Magalhães Neto, em 26 de janeiro. Em 26 de outubro de 1981, nasceu a filha Renata Magalhães. Em 1985, entrou oficialmente no ramo empresarial, sendo um dos fundadores da TV Bahia, então afiliada da Rede Manchete em Salvador. Dois anos depois, em 1988, deixou o Econômico para se dedicar às empresas do Grupo TV Bahia, de propriedade da sua família, tornando-se superintendente da TV Bahia e integrante do conselho de administração do jornal Correio da Bahia.
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Apesar de sempre ter declarado não gostar de política e preferir atuação na iniciativa privada, ACM Júnior ingressou na política em 1994, a partir de uma decisão pessoal do pai ACM em torná-lo candidato a suplente do seu mandato nas eleições daquele ano. Assim como seu pai, filiou-se ao Partido da Frente Liberal. ACM Júnior só assumiu uma vaga no Senado Federal do Brasil com a renúncia do seu pai em 2001 devido à polêmica do painel, tendo cumprido o mandato de 31 de maio de 2001 a 1 de fevereiro de 2003. "Minha única pretensão é a de honrar o mandato", afirmou ao assumir o cargo. Novamente como suplente de ACM, que foi reeleito senador em 2002, assumiu definitivamente sua vaga, desta vez aberta por falecimento do titular, em 7 de agosto de 2007. Em 29 de junho de 2010, anunciou em nota à imprensa que não se candidataria à reeleição como senador devido aos compromissos pessoais, "notadamente os de ordem empresarial". A decisão contrariou a vontade dos líderes da coligação entre o DEM e o PSDB, que lançaram José Carlos Aleluia em seu lugar nas eleições de 2010. ACM Júnior, no entanto, aceitou fazer parte da candidatura como suplente pela última vez.


