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Aesthetics of Hate

"Aesthetics of Hate" é uma canção da banda americana de heavy metal Machine Head, presente em seu álbum de estúdio de 2007, The Blackening. Composta pelo vocalista e guitarrista Robb Flynn, a música é uma resposta a um artigo escrito por William Grim. Grim escreveu que o falecido guitarrista Dimebag Darrell era "um ignorante, bárbaro e intacto possuidor de uma guitarra", entre outros comentários, o que enfureceu Flynn a ponto de levá-lo a escrever a canção. "Aesthetics of Hate" foi indicada ao Grammy de Melhor Performance de Metal na 50ª edição da premiação.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 17/07/2026
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Antecedentes

Imagem: kdee64 · BY-NC-ND · Openverse

Morte de Dimebag Darrell

"Aesthetics of Hate" foi escrito por Robb Flynn como uma retaliação a um artigo de William Grim para o site Iconoclast. Intitulado "A Estética do Ódio: R.I.P. Dimebag Abbott, e que bom que se foi", Grim escreveu o artigo afirmando que Darrell era "parte de uma geração que confundiu escarro com arte e ações reflexas involuntárias com emoção", "um possuidor ignorante, bárbaro e sem talento de uma guitarra" que parece "mais simiesco do que humano". Após ler o artigo, Flynn ficou furioso e escreveu "Aesthetics of Hate" como uma condenação ao artigo de Grim e aos detratores de Dimebag. Ele escreveu uma mensagem no fórum da banda expressando sua amizade com Darrell e falando sobre Grim:

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Gravação

Imagem: LuckySpiritor · BY-NC-SA · Openverse

Após "Slanderous" e "Beautiful Mourning", "Aesthetics of Hate" foi a terceira música escrita para o álbum The Blackening do Machine Head. Flynn originalmente a apresentou à banda como "The Thrashterpiece", que se tornou o título provisório da música, porque, segundo Flynn, "ela deve muito à banda Exodus, [há] muita influência do thrash metal da Baía de São Francisco nesta música". Em fevereiro de 2005, o Machine Head havia composto uma versão preliminar de "Aesthetics of Hate". Uma demo de 13 faixas, lançada em novembro de 2005, incluía a música, embora contivesse o que Flynn descreveu como uma "cópia totalmente ridícula de 'Angel of Death'. Eu odiava toda vez que a tocávamos, então fiquei feliz em ver essa parte sair!". A banda entrou no Sharkbite Studios, em Oakland, Califórnia, em 21 de agosto de 2006, para começar a gravar. As tarefas de produção foram realizadas por Flynn com a assistência de Mark Keaton e a mixagem por Colin Richardson.

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Recepção crítica

Imagem: -InsomniCat- · BY-NC · Openverse

"Aesthetics of Hate" recebeu críticas positivas da crítica musical. Don Kaye, do Blabbermouth.net, descreveu a faixa como "literalmente de tirar o fôlego" e disse que a música "canaliza a emoção do título em um vulcão em chamas de pura velocidade e solos de guitarra furiosos de Flynn e Phil Demmel". Em sua resenha para a revista francesa Hard 'N Heavy, Scott Ian, do Anthrax, considerou a música "uma profusão de riffs que exibem o trabalho matador de guitarra de Robb Flynn e Phil Demmel". Thom Jurek, do AllMusic, afirmou que "os intensos arpejos duplos entre os dois guitarristas — Flynn e Phil Demmel em 'Aesthetics of Hate' (como apenas um exemplo) — estão entre os mais precisos de todos os tempos". No entanto, J.D. Considine, da Blender, comentou que a música "altera de guitarras estridentes para um sussurro ameaçador: 'Que as mãos de Deus os fulminem'. Sem refrões impactantes, os apelos por vingança bíblica soam simplesmente ridículos".

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Fontes consultadas

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