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Affonso Ávila

Affonso Celso Ávila foi um pesquisador, ensaísta e poeta brasileiro.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 12/07/2026
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Vida

Imagem: Lucenabh · BY-SA · Openverse

Affonso Ávila é filho de Lindolfo de Ávila e Silva e Liberalina de Barros Ávila, viúvo da ensaísta e escritora Laís Correa de Araújo(falecida em 2006). Também é pai do poeta Carlos Ávila, da historiadora Cristina Ávila. e de Paulo, Myriam e Mônica. Foi leitor assíduo durante a adolescência, costume que o acompanharia pelo resto da vida, como a leitura da Coleção Brasiliana e dos cadernos literários dos jornais do Rio e de São Paulo, e também o tornaria escritor. Trabalhou como auxiliar de gabinete de Juscelino Kubitschek de Oliveira, então governador. Ao longo de sua carreira, teve contato com poetas e autores como Affonso Romano de Sant'Anna (com quem formou a revista Tendência), Haroldo e Augusto de Campos, dentre outros. Foi um dos primeiros autores a escrever sobre a obra de João Guimarães Rosa. Em 2006, recebeu uma homenagem concedida pela Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais com a publicação da Fortuna crítica de Affonso Ávila.

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Carreira

Imagem: Lucenabh · BY-SA · Openverse

Foi, juntamente com Fábio Lucas, Rui Mourão, Laís Corrêa de Araújo, Cyro Siqueira e outros jovens intelectuais, fundador da revista Vocação que o levaria a ser nomeado assessor de gabinete de Juscelino Kubitschek. A carreira de Affonso Ávila acumula trabalhos de levantamento e conservação do patrimônio artístico e arquitetônico das cidades históricas mineiras, sendo um dos marcos desse percurso a criação do Iepha. Em 1956, passou a ser colunista do jornal O Estado de S.Paulo em assuntos sobre Minas Gerais. Em 1963, foi um dos organizadores da Semana Nacional de Poesia de Vanguarda, em Belo Horizonte. Em 1967, teve publicado o livro Resíduos seiscentistas em Minas que se tornaria um clássico nos estudos sobre a história de Minas Gerais. Em 1969, foi lançado O poeta e a consciência crítica e Código de Minas & poesia anterior, dois livros que marcaram para sempre sua trajetória. Em 1969, foi diretor do Centro de Estudos Mineiros (CEM) da UFMG.

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Fontes consultadas

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