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Agricultura convencional

A agricultura convencional é a modalidade de manejo agrícola dominante, desde a chamada Revolução Verde do final dos anos 1960, quando ocorre a introdução de novas tecnologias, incluindo novas variedades de grãos, introdução de agroquímicos, novos métodos de irrigação e cultivo, incluindo a mecanização. Tudo isso tem sido, desde então considerado como um "pacote de práticas" para substituir a tecnologia "tradicional" e para ser adotado em bloco. Basicamente, esse modelo se caracteriza pela monocultura, grande escala de produção, alta produtividade, custos decrescentes, amplo uso da mecanização, insumos químicos e engenharia genética.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 28/06/2026
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Atividades básicas no cultivo convencional

No sistema convencional, o cultivo agrícola segue basicamente a seguinte ordem: Observe-se que essa ordem pode ser modificada, segundo as particularidades da cultura em questão.

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Críticas

Imagem: CIMMYT · BY-NC-SA · Openverse

Ao melhorar geneticamente uma planta para que ela produza mais, pode-se estar reduzindo sua resistência a pragas e doenças, pois sua energia é desviada da parte vegetativa para a reprodutiva. Substâncias indesejáveis, como alcaloides, que dão sabor amargo aos alimentos são eliminados. Além disso, as plantações ficam sem variabilidade genética. Assim, essas plantas tornam-se mais vulneráveis a pragas e doenças. As plantas escolhidas para o melhoramento geralmente são as que melhor respondem à adubação mineral, tornando necessária a aplicação frequente de fertilizantes solúveis, ocasionando desequilíbrio mineral no solo. Um outro problema que geralmente ocorre com as plantas melhoradas, é que quando são híbridas, o agricultor não consegue reproduzi-las em sua propriedade e precisa sempre comprar as sementes da empresa que as produz. O sistema de monocultura favorece o aparecimento de pragas, doenças e ervas invasoras, fazendo com que o agricultor tenha que utilizar agrotóxicos para conseguir produzir. Esse sistema também provoca rápida perda de fertilidade do solo, pois facilita a erosão, reduz a atividade biológica e esgota a reserva de alguns nutrientes.

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