Good American Family
Good American Family é uma minissérie dramática norte-americana baseada na história real da adoção de Natalia Grace por Kristine e Michael Barnett. Natalia é uma criança com nanismo que começa a apresentar comportamentos peculiares, levando o casal Barnett a alegarem falsamente que a menina seria uma adulta fingindo ser uma criança — justificativa usada pelo casal para abandoná-la. A minissérie é uma produção original da plataforma Hulu e foi exibida entre 19 de março a 30 de abril de 2025, sendo distribuida também para o mercado internacional pelo Disney+.
Imagem: Ed Yourdon · BY-NC-SA · Openverse
Em agosto de 2022, foi noticiado que a Hulu havia encomendado uma minissérie inspirada em eventos reais da vida de Natalia Grace, criada por Katie Robbins. Ellen Pompeo foi confirmada como protagonista no papel de Kristine Barnett e também como produtora executiva, por meio de sua produtora Calamity Jane, junto com Laura Holstein. Sarah Sutherland, Mike Epps, Dan Spilo, Niles Kirchner e Andrew Stearn também atuam como produtores executivos. A série, produzida pela 20th Television (anteriormente sob o selo da ABC Signature), é contada a partir de múltiplos pontos de vista, com o objetivo de refletir as narrativas conflitantes entre os personagens centrais. Liz Garbus dirige e também assina a produção executiva do episódio piloto. Em março de 2024, Mark Duplass foi escalado para interpretar Michael Barnett — que, entre os envolvidos reais na história, foi o único a vender os direitos para a adaptação. No mês seguinte, Dulé Hill e Sarayu Blue foram confirmados em papéis recorrentes. Em julho de 2024, as filmagens principais estavam sendo realizadas em Santa Clarita, Califórnia.[carece de fontes?]
Imagem: Beverly & Pack · BY-NC-ND · Openverse
A série, composta por oito episódios, foi lançada semanalmente pela Hulu, com uma estreia de dois episódios em 19 de março de 2025. No Brasil e em Portugal, Good American Family está disponível para streaming no Disney+.
Imagem: Beverly & Pack · BY · Openverse
Audiência
TVision, utilizando sua Power Score para avaliar a programação de CTV com base na audiência e no engajamento em mais de 1.000 aplicativos, calculou que Good American Family foi a sexta série mais assistida entre 17 e 23 de março. A série ficou em 1º lugar na lista "Top 15 Today" do Hulu — uma lista atualizada diariamente com os títulos mais assistidos da plataforma — em 25 de março. O agregador de streaming Reelgood, que monitora dados em tempo real de 20 milhões de usuários nos EUA para conteúdo original e adquirido em serviços SVOD e AVOD, informou que Good American Family foi o oitavo programa mais assistido nos EUA na semana encerrada em 26 de março. Posteriormente, a TVision estimou que a série foi o oitavo programa mais assistido entre 7 e 13 de abril. A Nielsen Media Research, que registra a audiência de streaming em telas de televisão dos EUA, estimou que Good American Family acumulou 344 milhões de minutos de exibição entre 24 e 30 de março.
Resposta da crítica
No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, 53% das 19 resenhas de críticos são positivas, com uma nota média de 5,5/10. O consenso dos críticos do site diz: "Good American Family's ambitious use of perspective has some rewards, but it also makes for a lopsided and questionable dramatization of this sordid true story." O Metacritic, que utiliza uma média ponderada, atribuiu à primeira temporada uma pontuação de 60 de 100, com base em 12 críticas, indicando "críticas mistas ou médias". Cristina Escobar, do RogerEbert.com, afirmou que Good American Family inicialmente parece um típico filme do Lifetime, mas elogiou como a série evolui para uma exploração complexa da moralidade e da natureza humana. Ela observou que, embora o primeiro episódio fosse melodramático, o programa muda de tom no segundo episódio, adotando temas de terror e feminismo. Escobar afirmou que o elenco, especialmente Imogen Faith Reid, entregou performances fortes, e gostou de como a série alterna entre diferentes perspectivas. Ela também valorizou a exploração reflexiva da culpa, justiça e redenção da série, chamando-a de uma obra mais complexa do que aparenta à primeira vista.


