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Anatomia humana

A anatomia humana ou antropometria é um campo especial dentro da anatomia que estuda grandes estruturas e sistemas dos seres vivos. Deixando o estudo dos tecidos para a histologia e das células para a citologia. A anatomia estrutural se organiza em muitos níveis sendo um deles o nível químico em que as substâncias são de extrema importância para a manutenção da vida que são compostas de átomos que se reúnem de várias maneiras a fim de formar moléculas, assim com a união de varias moléculas em forma de substancias químicas se organizam para formar as células.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 26/06/2026
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Estudando a anatomia humana

Certas profissões, especialmente a medicina e a fisioterapia, requerem um estudo aprofundado da anatomia humana. A anatomia humana pode ser dividida em duas principais subdisciplinas: anatomia humana regional e anatomia humana sistemática normal (descritiva).

Modelos Anatômicos

O corpo humano é uma das criações mais complexas que existem no universo, e cada detalhe, mesmo os que parecem ser insignificantes, revela mistérios e descobertas impressionantes. Isso se reflete na variedade de modelos anatômicos do corpo humano, que não se limitam a servir como manequins detalhados. Antes, esses modelos possuem uma riqueza de detalhes que torna o aprendizado e a análise realmente completos. Os principais modelos anatômicos do corpo humano são:

Corpo inteiro

Há vários tipos de modelos de corpo inteiro, cada um com um propósito. Por exemplo, os esqueletos servem para mostrar toda a estrutura óssea do corpo humano, dos pés ao crânio, em detalhes. Já os torsos servem para demonstrar todos os órgãos internos do corpo humano. Há também os modelos de acupuntura, opções com a estrutura muscular, alternativas que combinam os esqueletos e músculos, e os manequins de treinamento que incluem os órgãos internos realísticos para procedimentos de enfermagem e ressuscitação (RCP).

Modelos parciais

Os modelos anatômicos parciais também podem servir a vários propósitos. A única diferença com relação aos de corpo inteiro é que eles são feitos para representar partes do corpo. Alguns são representações apenas da região do torso, enquanto outros mostram pernas, braços, mãos, pés e cabeça, tudo em diferentes níveis de detalhes.

Articulações e órgãos internos

Também há modelos anatômicos que se concentram nas muitas articulações do corpo, como quadril, ombro, joelho, cotovelo, pé e mão. Além destes, existem modelos que representam órgãos internos, o que inclui não completamente todos,mas esses:

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Divisão do corpo humano

Classicamente o corpo humano é dividido em cabeça, tronco e membros. A cabeça se divide em face e crânio. O tronco em pescoço, tórax e abdome. Os membros em superiores e inferiores. Os membros superiores são divididos em ombro, braço, antebraço e mão. Os membros inferiores são divididos em quadril, coxa, perna e pé.

Grupos regionais

Os livros de anatomia humana geralmente dividem o corpo nos seguintes grupos regionais: A cabeça se liga ao tronco através do pescoço, região estreita e de anatomia interna bastante complexa, pois é por onde passam as estruturas musculares, vasculares e nervosas. O tronco é a maior porção do corpo, e pode ser divido em tórax, abdômen e pelve. Os membros inferiores podem ser divididos, em: região glútea, coxa, joelho, perna, tornozelo e pé. O corpo é revestido totalmente pela pele. Abaixo dela há uma camada de tecido subcutâneo, com quantidade variável de gordura, e mais abaixo a camada muscular. Em alguns pontos do corpo não existe camada muscular, como na região anterior da perna, onde se percebe a superfície óssea da tíbia abaixo do subcutâneo, o que torna as pancadas na canela especialmente dolorosas.

Sistemas do corpo humano

O corpo humano pode ser subdividido, conforme a Terminologia Anatômica Internacional (FCAT) em:

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Características externas

Imagem: Secom / UnB · BY · Openverse

Nomes comuns de partes bem conhecidas do corpo humano, de cima para abaixo:

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Órgãos internos

Imagem: Secom / UnB · BY · Openverse

Nome comum de órgãos internos, em ordem alfabética: Apêndice cecal — Baço — Bexiga — Cérebro —Coração — Duodeno — Estômago — Fígado — Intestino delgado — Intestino grosso — Olho — Ouvido — Ovário — Pâncreas — Paratireoides — Pele — Pituitária — Próstata — Pulmão — Rim — Suprarrenal — Testículo — Timo — Tireoide —Útero — Veias — Vesícula biliar —

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Anatomia do Cérebro

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Amígdala — Cerebelo — Córtex cerebral — Hipotálamo — Sistema límbico — Bulbo raquidiano — Hipófise (pituitária) crânio

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O corpo humano na filosofia

Imagem: txmx 2 · BY-NC-ND · Openverse

O corpo sempre foi objeto de curiosidade por ser uma engrenagem misteriosa. Esse fato levou com que cada área do conhecimento humano apresentasse possíveis definições para o corpo como seu objeto de estudo. Platão definiu o homem composto de corpo e alma. A teoria filosófica de Platão baseia-se fundamentalmente na cisão entre dois mundos: o inteligível da alma e o sensível do corpo. O pensamento platônico é essencial para a compreensão de toda uma linhagem filosófica que valoriza o mundo inteligível em detrimento do sensível. A alma é detentora da sabedoria e o corpo é a prisão quando a alma é dominada por ele, quando é incapaz de regrar os desejos e as tendências do mundo sensível. Foucault concebeu o corpo como o lugar de todas as interdições. Todas as regras sociais tendem a construir um corpo pelo aspecto de múltiplas determinações. Já para Lacan, o corpo é o espelho da mente e diz muito sobre nós mesmos. Para Nietzsche, só existe o corpo que somos; o vivido e este é mais surpreendente do que a alma de outrora (Vontade de Potência II).

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O corpo humano nas artes

Imagem: Taken at City Studios in Stockholm (www.stockholmsfotografen.se), September 29, 2011, with assistance from KYO (The organisation of life models) in Stockholm. Both models have consented to the licence of the image, and its usage in Wikipedia. Images uploaded by Mikael Häggström. · CC0 · Openverse

A partir dos anos 70, a body art passou a incluir o corpo enquanto sujeito do espectáculo e da forma artística em si. Com o impulso tecnológico, a partir dos anos 90, ocorreu uma maior auto-apropriação pelo artista do seu corpo e do corpo de outrem como sujeito e objecto da experiência estética. Todos os dias a televisão está estampando dentro de nossas casas "vinhetas" e aberturas de novelas com efeito digital, virtual e em espaço 3-D, mostrando performances corporais: o simulacro do corpo. Na actualidade o grande artista da mídia televisiva é Hans Donner, o inventor da mulata globeleza Valéria Valenssa, que o desposou e ao mesmo tempo a transformou em mulata virtual e símbolo do carnaval carioca. Numa mágica corporal, tecnológica, midiática inéditas e criativas para a televisão brasileira. Criatura e criador integram o virtual.

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Fontes consultadas

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