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Ancelmo Gois

Ancelmo de Rezende Gois é um jornalista e colunista brasileiro.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 22/06/2026
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Carreira

Imagem: tvbrasil · BY-NC-SA · Openverse

Formado em jornalismo pela Faculdades Integradas Hélio Alonso, ainda criança foi para Aracaju. Participou do movimento estudantil e trabalhou na Gazeta de Sergipe, ligado a época ao Partido Socialista Brasileiro. Pelo Partido Republicano, chegou a ser vereador em Frei Paulo. Em 1968, tornou-se membro do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Gois teve passagem em revistas do grupo Abril, como a Veja e a Exame. Durante muitos anos assinou o Informe JB, no Jornal do Brasil, no Rio de Janeiro. Mantém uma coluna diária no jornal O Globo, um dos principais do país, vendido no Rio de Janeiro. Em sua coluna, Ancelmo fala sobre assuntos diversos do Rio de Janeiro e do Brasil, através de notas curtas que ocupam meia página do noticioso diário. Durante anos escreveu coluna semelhante na revista Veja. Comumente dá furos sobre o mercado financeiro e imobiliário, além de noticiar fatos culturais e eventos artísticos e também aqueles que são parte do modo de ser do carioca. Ancelmo também participa como o principal júri do carnaval do Rio de Janeiro e São Paulo no programa Caldeirão do Huck, da TV Globo.

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Biografia

Imagem: tvbrasil · BY-NC-SA · Openverse

Na década de 1960, antes de ingressar na grande imprensa, Gois militou no Partido Comunista Brasileiro. Após a edição do AI-5, Gois foi preso. Ao sair da prisão, recebeu um convite e passou um período estudando na antiga URSS. Sobre esta experiência, declarou: Cerca de um ano depois, voltou para o Brasil, passando a residir no Rio de Janeiro. Ao voltar, sua perspectiva era trabalhar para o Partido Comunista. O período, no entanto, era desfavorável. Muitas perseguições e mortes fizeram com que o partido que o sustentava ficasse sem dinheiro. Passou a viver de favor na casa de Luiz Paulo Machado, seu colega de escola em Konsomol. Sem dinheiro e precisando de um emprego, contou com a ajuda de Oscar Maurício de Lima Azêdo, camarada de partido e influente na imprensa carioca. Através dele, conseguiu contato e foi trabalhar como freelancer nas revistas especializadas da Editora Abril. O entusiasmo com que escrevia suas matérias fez com que editassem uma coluna nas primeiras páginas das revistas, chamada Negócios em Exame, que foi o primeiro esboço da revista Exame, criada em seguida e onde Gois também trabalhou.

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Fontes consultadas

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