Andrei Jdanov
Andrei Alexandrovitch Jdanov, Андре́й Алекса́ндрович Жда́нов, foi um político soviético e correligionário de Josef Stalin.
Jdanov entrou para a facção bolchevique em 1915 e subiu nos escalões do partido, chegando a dirigente do PCUS em Leningrado após o assassinato de Serguei Kírov, em 1934. Ele era um ferrenho defensor do Realismo socialista nas artes e na estética e seus críticos o acusam de ter "sufocado" artistas da época com os parâmetros políticos e estéticos rígidos impostos, principalmente na década de 1940. Em 1947, Jdanov organizou o Cominform, planejado para coordenar os partidos comunistas na Europa. Mas, no ano seguinte, morreu em Moscou, aparentemente de causas naturais — Nikita Khruschov escreveu em sua autobiografia que Jdanov não controlava seu alcoolismo e que, em seus últimos dias, Stalin vociferou para que Jdanov parasse de beber álcool e substituir por suco de frutas. Em 1953, no entanto, alegou-se que Jdanov teria sido vítima da "Conspiração dos Médicos". Ele também se tornou parente de Stalin quando seu filho Yuri casou-se com a filha de Stalin, Svetlana Alliluieva. Stalin se incomodava com as críticas de Yuri às teorias científicas de Trofim Lysenko, e não aprovou o casamento.


