Andreia C. Faria
Andreia C. Faria é uma poetisa portuguesa.
Licenciou-se em Jornalismo na Universidade do Porto e estagiou no JPN e na secção de Cultura do Jornal de Notícias. É também mestre em Estudos Anglo-Americanos (na vertente de Estudos sobre Mulheres) pela Universidade do Porto. Publicou em 2008 o seu primeiro livro de poemas, De haver relento (Cosmorama Edições). Seguiram-se Flúor (Textura Edições, 2013), Um pouco acima do lugar onde melhor se escuta o coração (Edições Artefacto, 2015) e Tão Bela Como Qualquer Rapaz (Língua Morta, 2017). Participou no volume coletivo Voo rasante (2015). Em 2019, estando quase todos os livros anteriores esgotados, reuniu-os, juntamente com um conjunto de inéditos, no volume Alegria para o fim do mundo (Porto Editora), na colecção Elogio da Sombra, coordenada por Valter Hugo Mãe, que considera que «o trabalho de Andreia C. Faria está entre os mais urgentes, magníficos, da poesia contemporânea». Em 2020 publicou o conjunto de prosas Clavicórdio (Língua Morta).
Em 2013 venceu o Prémio Jovens Criadores com o conto Eva e, em 2009, recebeu uma menção honrosa pelo júri do Prémio José Luís Peixoto, pelo conto Quando o milho alto. Foi finalista dos Prémios Novos da Fundação Gulbenkian em 2016. Recebeu o prémio de Melhor Livro de Poesia nos Prémios Autores de 2018 da SPA - Sociedade Portuguesa de Autores com a obra Tão Bela Como Qualquer Rapaz.. Este livro foi também incluído pelo crítico e ensaísta António Guerreiro na lista dos melhores livros de poesia de 2017 do jornal Público Foi galardoada com o Prémio Literário Fundação Inês de Castro 2019 com o livro Alegria para o fim do mundo. Em 2022 recebeu o Prémio PEN Clube Português de Poesia pela obra Canina. Em 2025, venceu o Prémio Literário Casino da Póvoa, atribuído na 26ª edição do Festival Correntes d’Escritas, na Póvoa de Varzim, pela obra Canina.


