Arquidiocese de Diamantina
A Arquidiocese de Diamantina é uma circunscrição eclesiástica da Igreja Católica no estado de Minas Gerais. A sé arquiepiscopal está na Catedral Metropolitana de Diamantina, situada na cidade de Diamantina.
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Os índios botocudos guiaram os primeiros exploradores pela região, em busca de ouro. Minas ainda não tinha revelado todo o seu fascinante mundo dourado quando, em 1713, pequeninas pedras brilhantes foram encontradas no Arraial do Tijuco. O diamante até então só era encontrado nas Índias É compreensivo o impacto que a descoberta não causou na época, tal fato, entre outras consequências, resultou na criação da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, naquele mesmo ano Ao contrário do ciclo do ouro, que declinou no final do séc. XVIII, o ciclo do diamante manteve sua exuberância por mais tempo. A região tinha à época a elite mais requintada de Minas Gerais, o que evidentemente impactou na construção de igrejas luxuosas, em um período em que as cidades do ouro amarguravam a exaustão de suas jazidas. Assim, com a influência crescente da região, a Diocese de Diamantina foi criada a 6 de junho de 1854, desmembrada da então diocese de Mariana (atualmente, arquidiocese de Mariana) pelo Papa Pio IX.
Seminário Sagrado Coração de Jesus
O Seminário Provincial Sagrado Coração de Jesus foi fundado em 1864 por Dom João Antônio dos Santos, o primeiro bispo da nova Diocese de Diamantina. Os primeiros seminaristas foram aqueles que já estavam no Seminário de Mariana e que eram oriundos do território da nova Diocese. O seminário foi entregue inicialmente aos cuidados dos padres Lazaristas, por influência de Dom Viçoso, bispo de Mariana. Em 1921, a igreja do Sagrado Coração, que primeiramente serviu de capela do seminário e depois como Matriz paroquial, foi elevada à dignidade de Basílica Menor, sendo a primeira igreja mineira a receber esse título.


