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Assassinato de Daiane Alves Souza

O assassinato de Daiane Alves Souza foi um caso de homicídio qualificado e ocultação de cadáver ocorrido em Caldas Novas, Goiás, em 17 de dezembro de 2025. Daiane, uma corretora de imóveis de 43 anos, desapareceu após descer ao subsolo de seu prédio para verificar uma queda de energia. Seu corpo foi encontrado mais de um mês depois, em 28 de janeiro de 2026, com duas marcas de tiro na cabeça, na rodovia GO-213. As investigações da Polícia Civil revelaram que ela foi emboscada e morta no mesmo dia do desaparecimento. O síndico do edifício, Cléber Rosa de Oliveira, confessou o crime e foi preso preventivamente, enquanto seu filho, inicialmente suspeito, teve o processo arquivado por falta de provas.

Fonte: Wikipédia (pt)Texto didático por IAAtualizado em 24/07/2026

Pontos-chave

  • Daiane Alves Souza, corretora de imóveis, foi assassinada em Caldas Novas, Goiás, em 17 de dezembro de 2025.
  • Seu corpo foi encontrado mais de um mês depois, em 28 de janeiro de 2026, com duas marcas de tiro na cabeça.
  • O síndico do prédio, Cléber Rosa de Oliveira, confessou o crime, revelando ter emboscado Daiane após desligar a energia.
  • A motivação do crime foram desavenças e processos judiciais entre Daiane e o síndico, que se sentia confrontado.
  • Cléber Rosa de Oliveira teve sua prisão temporária convertida em preventiva, enquanto seu filho, Maicon, foi liberado por falta de provas.
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Contexto do Conflito

Daiane Alves Souza, corretora de imóveis de 43 anos, morava em Caldas Novas e tinha uma série de desavenças com Cléber Rosa de Oliveira, o síndico do edifício Amethist Tower. Essas rivalidades resultaram em 12 processos judiciais e penais. Um dos estopins foi a autorização judicial para Daiane hospedar nove pessoas em seu apartamento, excedendo o limite do condomínio, o que teria irritado o síndico. A mãe da vítima relatou que Cléber não aceitava ser confrontado e agia como 'rei' no condomínio, levando os desentendimentos ao trágico desfecho.

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Detalhes do Assassinato

Em 17 de dezembro de 2025, Daiane Alves Souza gravou-se descendo ao subsolo do prédio para verificar uma queda de energia em seu apartamento. As investigações e vídeos recuperados, incluindo gravações do celular da vítima encontrado no esgoto do condomínio, revelaram que Cléber Rosa de Oliveira desligou propositalmente o disjuntor para atrair Daiane. Ela foi emboscada e baleada no subsolo, sem tempo de reação. O segundo e fatal disparo ocorreu nas matas, após Cléber sair do edifício em sua caminhonete, que estava estrategicamente estacionada. Cléber foi visto com luvas, indicando premeditação.

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Consequências Jurídicas

Após o desaparecimento de Daiane, a família registrou um boletim de ocorrência. O caso foi tratado como homicídio e, após interrogatórios, Cléber Rosa de Oliveira confessou o crime, indicando o local onde desovou o corpo. Ele foi preso temporariamente por homicídio qualificado e ocultação de cadáver, juntamente com seu filho, Maicon Douglas de Oliveira, inicialmente acusado de cumplicidade.

Prisão de Cléber Rosa e Maicon Douglas

Vinte e quatro horas após o desaparecimento de Daiane, a família registrou um boletim de ocorrência. O caso, inicialmente de desaparecimento, foi posteriormente tratado como homicídio pelo Departamento de Homicídios da Polícia Civil de Goiás. Após entrevistas e interrogatórios, o síndico Cléber Rosa de Oliveira, de 49 anos, confessou o crime e revelou o local onde o corpo de Daiane foi encontrado: um trecho da GO-213, entre Ipameri e Pires do Rio. Cléber foi preso temporariamente por homicídio qualificado com emboscada e ocultação de cadáver. Seu filho, Maicon Douglas de Oliveira, foi preso sob a acusação de auxiliar e ser cúmplice no assassinato. O porteiro do edifício foi ouvido e liberado sem acusações.

Andamento do Inquérito e Denúncia

Durante a confissão de Cléber, foram executados mandados de busca e apreensão em seus dois imóveis. Em 20 de fevereiro de 2026, a Polícia Civil concluiu que não havia provas que ligassem Maicon Douglas de Oliveira ao crime, resultando no arquivamento de sua denúncia e liberação da prisão. A 6ª Promotoria de Justiça da Comarca de Caldas Novas ofereceu denúncia contra Cléber Rosa de Oliveira pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver, entregue à Justiça em 26 de fevereiro. A denúncia resultou na conversão da prisão temporária de Cléber em preventiva e requereu uma multa de R$200.000,00. Em março do mesmo ano, a 1ª Vara Criminal da Comarca de Caldas Novas determinou a manutenção da prisão preventiva de Cléber Rosa.

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