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Who Framed Roger Rabbit

Who Framed Roger Rabbit é um filme estadunidense de 1988, dos gêneros comédia e fantasia, dirigido por Robert Zemeckis, com roteiro de Jeffrey Price e Peter S. Seaman, sendo baseado no romance Who Censored Roger Rabbit?, de Gary K. Wolf. Combinando live-action com animação tradicional, o filme é estrelado por Bob Hoskins, Christopher Lloyd, Stubby Kaye e Joanna Cassidy, além das vozes de Charles Fleischer e de Kathleen Turner nas dublagens dos personagens animados, embora esta última não foi creditada. O longa se passa em uma Hollywood alternativa em 1947, onde os personagens de desenho animado coexistem e interagem naturalmente com os seres humanos; seu enredo segue Eddie Valiant, um detetive particular com rancor de desenhos animados, que é incumbido a ajudar Roger Rabbit, um famoso astro dos desenhos animados acusado de homicídio.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 09/07/2026
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Enredo

Em 1947, Los Angeles, Califórnia, os personagens de desenho animado (chamados simplesmente Toons, corruptela de cartoon ou "Desenhos" na versão brasileira) são uma espécie de criaturas sapientes que coexistem naturalmente com os seres humanos, e vivem em uma seção da cidade conhecida como "Desenholândia" (Toonstown no original). Roger Rabbit é a estrela dos curta-metragens de animação produzidos pelo estúdio Maroon Desenhos, mas ele está tendo problemas em seguir os comandos do diretor, atrasando a produção. Estão sendo espalhados rumores de que Jessica Rabbit, a esposa de Roger, possui um cafetão e R.K. Maroon, o dono da Maroon Desenhos, contrata o detetive particular Eddie Valiant para investigar a situação. Eddie, cujo irmão Teddy foi morto por um Desenho 5 anos atrás, relutantemente aceita o trabalho. Ele descobre que a atraente Jessica "traiu" Roger por, literalmente, brincar de "pirulito que bate-bate" (patty-cake no original) com Marvin Acme, o dono da Corporação ACME e da Desenholândia. Eddie revela provas fotográficas para Roger Rabbit, que afunda em depressão. Marvin Acme é encontrado morto no dia seguinte e Roger torna-se o principal suspeito do assassinato.

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Elenco

Dubladores dos personagens animados

Williams disse que Baby Herman foi uma mistura de "Hortelino Troca-Letras e Piu-Piu colididos juntos". Abril Winchell faz a voz da Sra. Herman e os "sons de bebê".

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Produção

Desenvolvimento

A Walt Disney Productions comprou os direitos cinematográficos para o romance Who Censored Roger Rabbit?, de Gary K. Wolf, pouco tempo após sua publicação em 1981. Ron W. Miller, então presidente da Walt Disney Company, viu o livro como uma oportunidade perfeita de produzir um grande sucesso comercial. Jeffrey Price e Peter S. Seaman foram contratados para escrever o roteiro, finalizando dois esboços. Robert Zemeckis ofereceu seus serviços como diretor em 1982, mas a Disney considerava seus filmes anteriores (I Wanna Hold Your Hand e Used Cars) dois fracassos comerciais, e dispensou o diretor. Entre 1981 e 1983, a empresa produziu imagens de teste com Darrell Van Citters como diretor de animação, Paul Reubens na voz de Roger Rabbit, Peter Renaday como Eddie Valiant e Russi Taylor como Jessica Rabbit. O projeto teve um novo início em 1985, graças a Michael Eisner, o recém-chegado novo executivo-chefe da Disney. A Amblin Entertainment, composta por Steven Spielberg, Frank Marshall e Kathleen Kennedy, foi procurada para produzir Who Framed Roger Rabbit junto com a Disney. O orçamento original foi estimado em 50 milhões de dólares, o que a Disney considerou muito caro.

Seleção de elenco

Harrison Ford foi a escolha original de Spielberg para interpretar Eddie Valiant, mas o ator pediu um cachê muito alto para trabalhar no filme. Chevy Chase foi a segunda escolha, mas ele não estava interessado. Bill Murray também foi considerado para o papel, mas devido ao seu método idiossincrático de receber ofertas para papéis, Murray perdeu a chance. Eddie Murphy supostamente recusou o papel porque entendeu mal o conceito de desenhos animados e humanos coexistindo; mais tarde ele se arrependeu dessa decisão. Robin Williams, Robert Redford, Jack Nicholson, Sylvester Stallone, Edward James Olmos, Wallace Shawn, Ed Harris, Charles Grodin e Don Lane também foram considerados para o papel. No final das contas, Bob Hoskins foi escolhido por Spielberg por causa de sua habilidade de atuação e porque Spielberg acreditava que ele tinha um comportamento esperançoso e parecia pertencer à época ambientada no filme. Para facilitar a atuação de Hoskins, Charles Fleischer vestiu uma fantasia de Roger Rabbit e "ficou" atrás das câmeras na maioria das cenas. O diretor de animação Richard Williams explicou que Roger Rabbit foi uma combinação da "cabeça em forma de castanha de caju de Pernalonga, um ramo de cabelo ruivo como o de Droopy, o macacão do Coelho Osvaldo, a gravata-borboleta do Gaguinho e as luvas do Mickey Mouse".

Roteiro

Price e Seaman foram convidados para continuar a escrever o roteiro quando Spielberg e Zemeckis foram contratados. Como inspiração, os dois roteiristas estudaram o trabalho de Walt Disney e dos desenhos animados da Warner Bros. da Era de Ouro da animação americana, em especial os desenhos de Tex Avery e Bob Clampett. A subtrama do bonde foi inspirada pelo filme Chinatown. Price e Seaman disseram que "a trama do Red Car, a expansão dos subúrbios e a corrupção política e urbana realmente aconteceram": "Em Los Angeles, durante a década de 1940, as empresas de carros e pneus se uniram contra o sistema ferroviário da Pacific Electric e fizeram com que o negócio fechasse. Onde hoje está a rodovia expressa em Los Angeles, é onde o Red Car costumava estar". No romance original de Wolf, Who Censored Roger Rabbit?, os desenhos eram personagens de tirinhas (banda desenhada) em vez de artistas cinematográficos.

Filmagens

Williams admitiu que "desprezava abertamente a 'burocracia' da Disney" e se recusou a trabalhar em Los Angeles. Acomodando Williams e seus animadores, a produção mudou para a Inglaterra, onde um estúdio, Walt Disney Animation UK (incluindo a Richard Williams Animation), foi criado para esse fim; a divisão de animação era localizada no distrito de Camden Town, Londres, enquanto a produção em live-action foi estabelecida no Elstree Studios. Disney e Spielberg também disseram a Williams que em troca de fazer o filme, eles ajudariam a distribuir seu filme inacabado The Thief and the Cobbler. Os animadores supervisores incluíram Van Citters, Dale Baer, ​​Michael Peraza, Joe Ranft, Tom Sito, James Baxter, David Bowers, Andreas Deja, Mike Gabriel, Chris Jenkins, Phil Nibbelink, Nik Ranieri, Simon Wells e Bruce W. Smith; Williams e o produtor associado Don Hahn lideraram a produção da animação. A produção da animação foi dividida entre a Walt Disney Animation UK e uma unidade especializada em Los Angeles, criada pela Walt Disney Feature Animation e supervisionada por Baer. O orçamento de produção continuou a aumentar, enquanto o cronograma de filmagem demorou mais do que o esperado. Quando o orçamento atingiu US$ 40 milhões, o CEO da Disney, Michael Eisner, considerou seriamente encerrar a produção, mas o presidente do estúdio, Jeffrey Katzenberg, o convenceu a continuar. Apesar do orçamento aumentar para mais de US$ 50 milhões, a Disney avançou na produção porque estava entusiasmada em trabalhar com Spielberg.

Animação e pós-produção

A pós-produção do filme durou catorze meses. A ILM já havia usado CGI e composição digital em alguns filmes, como a cena do cavaleiro com vitrais em O Enigma da Pirâmide, mas os computadores da época ainda não eram poderosos o suficiente para fazer um filme tão complicado como Who Framed Roger Rabbit, então todos os recursos de animação foram produzidos utilizando celuloides e composição ótica. Primeiro, os animadores e artistas de layout recebiam impressões em preto e branco das cenas de ação ao vivo (conhecidas como "fotóstatas") e colocavam seu papel de animação em cima delas. Os artistas então desenharam os personagens animados em relação às imagens de ação ao vivo. Devido aos movimentos dinâmicos das câmeras empregados por Zemeckis, os animadores tiveram que enfrentar o desafio de garantir que os personagens não "escorregassem para todos os lados". Garantindo que isso não acontecesse e que os personagens parecessem reais, Zemeckis e Spielberg se encontraram por cerca de uma hora e meia e tiveram uma ideia: "Se o coelho se sentar em uma cadeira velha, uma poeira tem que subir. Ele deveria estar sempre tocando algo real". Depois que a animação inicial foi concluída, ela passou pelo processo normal da animação tradicional até que as células fossem filmadas na câmera da tribuna sem fundo. Williams teve a ideia de tornar os personagens de desenho animado “2,5-dimensionais”, e a filmagem animada foi enviada à ILM para composição, onde os técnicos animaram três camadas de iluminação (sombras, realces e tons foscos) separadamente, para dar aos personagens animados uma sensação de profundidade a fim de criarem a ilusão de que os desenhos são afetados pela iluminação do cenário em live-action. Finalmente, os efeitos de iluminação foram compostos opticamente nos personagens de desenhos animados, que foram, por sua vez, compostos nas imagens de ação ao vivo. Um dos efeitos mais difíceis do filme foi o vestido de Jéssica na cena da boate porque tinha que piscar lantejoulas, efeito este conseguido através de uma filtragem da luz por um saco plástico riscado com lã de aço.

Música

O colaborador regular de Zemeckis, Alan Silvestri, compôs a trilha sonora do filme, interpretada pela Orquestra Sinfônica de Londres - LSO sob a direção de Silvestri. Zemeckis brincou que "os [músicos] britânicos não conseguiam acompanhar o ritmo do jazz de Silvestri". As interpretações dos temas musicais escritos para Jessica Rabbit foram inteiramente improvisadas por um combo de jazz atuando com a LSO. O trabalho do compositor americano Carl W. Stalling influenciou fortemente o trabalho de Silvestri em Who Framed Roger Rabbit. A trilha sonora do filme foi originalmente lançada pela Buena Vista Records em 22 de junho de 1988 e relançada em CD em 16 de abril de 2002.

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Lançamento

Imagem: timz2011 · BY-NC-SA · Openverse

Michael Eisner e Roy E. Disney, então CEO e vice-presidente da The Walt Disney Company, respectivamente, acharam que o filme era muito ousado com temas adultos e referências sexuais. Eisner e Zemeckis discordaram sobre vários elementos, mas como Zemeckis tinha o privilégio de realizar os cortes finais, ele se recusou a fazer alterações. Roy E. Disney, que também era chefe da Walt Disney Feature Animation junto com o chefe do estúdio Jeffrey Katzenberg, sentiu que era mais apropriado lançar o filme sob o selo da Touchstone Pictures, que era uma companhia que realizava filmes mais adultos, em vez de usar a imagem da Walt Disney Pictures.

Mídia doméstica

O filme foi lançado pela primeira vez em VHS em 12 de outubro de 1989, em LaserDisc março de 1994 e em DVD em 28 de setembro de 1999. Em 25 de março de 2003, a Buena Vista Home Entertainment lançou o filme como parte de sua linha "Vista Series" em uma coleção de dois discos de DVD com vários recursos extras incluindo: um documentário, Behind the Ears: The True Story of Roger Rabbit; uma cena deletada em que uma cabeça de porco é “fixada” na de Eddie; os três curtas posteriores de Roger Rabbit, Tummy Trouble (1989), Roller Coaster Rabbit (1990) e Trail Mix-Up (1993); e alguns jogos interativos; este lançamento também foi acompanhado de um VHS cujo único bônus contido foi o curta Tummy Trouble. O lançamento do DVD de 2003 apresenta o filme em Tela Cheia (1,33:1) no Disco 1 e Widescreen (1,85:1) no Disco 2.

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Recepção

Imagem: On Location in Los Angeles · BY-NC-ND · Openverse

Desempenho comercial

O filme estreou nos Estados Unidos em 22 de junho de 1988, arrecadando US$ 11.226.239 em 1.045 cinemas durante o seu fim de semana de estreia, ficando em primeiro lugar nas bilheterias estadunidenses; foi o filme da Disney de melhor desempenho em um final de semana de estreia na época de seu lançamento. Who Framed Roger Rabbit arrecadou US$ 154.112.492 na América do Norte e US$ 197.387.508 internacionalmente, chegando a um total mundial de US$ 351.500.000. Na época, se tornou o vigésimo filme de maior bilheteria de todos os tempos. Foi também o segundo filme de maior bilheteria de 1988, atrás apenas de Rain Man.

Resposta da crítica

Who Framed Roger Rabbit recebeu aclamação quase universal da crítica, fazendo parte da lista dos "melhores filmes de comédia de todos os tempos, de acordo com a crítica" do Business Insider. O agregador de críticas cinematográficas online Rotten Tomatoes dá ao filme uma taxa de aprovação de 97% com base em 66 críticas e uma classificação média de 8,4/10; o consenso crítico do site diz: "Who Framed Roger Rabbit é um filme inovador e divertido que apresenta uma mistura inovadora de ação ao vivo e animação, com uma história tocante e original". No agregador Metacritic, o filme aparece obtendo a pontuação média de 83/100 com base em 15 análises, indicando "aclamação universal". O público consultado pelo CinemaScore deu ao filme uma nota média "A" em uma escala de "A+" a "F".

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Legado

O sucesso crítico e comercial do filme reacendeu o interesse pela Era de Ouro da animação estadunidense e inspirou o início era da animação moderna nos Estados Unidos, bem como o Renascimento da Disney. Who Framed Roger Rabbit ganhou status de clássico cult com o passar dos anos. Em novembro de 1988, alguns meses após o lançamento do filme, o personagem Roger Rabbit fez uma cameo no especial de animação e live-action transmitido pela NBC chamado Mickey's 60th Birthday, para comemorar o 60º aniversário de Mickey Mouse. Em 1991, a Walt Disney Imagineering começou a desenvolver o Mickey's Toontown para a Disneylândia, baseado na Desenholândia (retratada no filme); a atração também conta com um passeio chamado "Roger Rabbit's Car Toon Spin". O filme deu origem a três curtas de animação teatrais lançados posteriormente: Tummy Trouble, que foi exibido nos cinemas antes de Honey, I Shrunk the Kids (1989); Roller Coaster Rabbit, exibido antes das exibições de Dick Tracy (1990); e Trail Mix-Up, que acompanhou o lançamento de A Far Off Place (1993). O filme também inspirou uma história em quadrinhos de curta duração e spin-offs para videogames, incluindo dois jogos para PC.

Controvérsias

Durante o lançamento do filme em LaserDisc em meados de 1994, a revista Variety reportou que alguns observadores descobriram várias cenas de palhaçadas dos animadores que supostamente apresentavam uma breve nudez de Jessica Rabbit. Embora indetectável quando reproduzido na taxa normal de 24 quadros por segundo, o reprodutor LaserDisc permitia ao espectador perceber isso quando o filme era avançado quadro a quadro pausadamente. Jamais foi confirmado se os produtores do filme pretendiam ou não retratar a nudez da personagem. Muitos varejistas disseram que poucos dias após a estreia do LaserDisc, todo o seu estoque estava esgotado. A corrida pelas compras do disco foi alimentada por reportagens da mídia sobre a polêmica, incluindo matérias na CNN e em vários jornais.

Questões jurídicas

Gary K. Wolf, autor do romance original Who Censored Roger Rabbit?, entrou com uma ação judicial em 2001 contra a The Walt Disney Company. Ele alegou que lhe eram devidos royalties com base no valor das “receitas brutas” e das vendas de merchandising. Em 2002, o tribunal de primeira instância decidiu que estes se referiam apenas a receitas de dinheiro reais coletadas pela Disney e negou a reivindicação de Wolf. Após Wolf recorrer, o caso foi parar no Tribunal de Recursos da Califórnia que, na sua decisão de janeiro de 2004, também discordou, concluindo que o testemunho de peritos apresentado por Wolf relativamente ao uso habitual de "receitas brutas" no negócio do entretenimento poderia apoiar uma leitura mais ampla do termo. Tal decisão também anulou a ordem do tribunal de primeira instância em favor da Disney e devolveu o caso para procedimentos adicionais. Em uma audiência em março de 2005, Wolf estimou que o estúdio Disney lhe devia US$ 7 milhões; os advogados da Disney não apenas contestaram a reclamação, mas também disseram que Wolf devia à Disney entre US$ 500 mil e US$ 1 milhão por causa de um erro contábil descoberto na preparação para o processo. Finalmente, a causa foi dada a Wolf em 2005, que recebeu entre US$ 180.000 e US$ 400.000 por danos morais.

Propostas para sequências

Spielberg discutiu realizar uma sequência em 1989, com J. J. Abrams atuando como escritor e Zemeckis como produtor; no entanto, o esboço de Abrams acabou sendo abandonado. O cineasta Nat Mauldin foi contratado para escrever uma prequela intitulada "Roger Rabbit: The Toon Platoon", ambientada entre 1941 a 1943. Semelhante ao filme original, "Toon Platoon" apresentaria muitas aparições de personagens animados da Era de Ouro da animação estadunidense e mostraria os primeiros anos de Roger Rabbit antes da fama, morando em uma fazenda no meio-oeste dos Estados Unidos. Com o humano Ritchie Davenport, Roger viajaria para o oeste em busca de sua mãe, conhecendo durante a viagem Jessica Krupnick (sua futura esposa), uma atriz de Hollywood em dificuldades. Enquanto Roger e Ritchie se alistam no Exército, Jessica seria sequestrada e forçada a fazer produções de cinema alemãs pró-nazistas. Roger e Ritchie iriam salvá-la indo para a Europa ocupada pela Alemanha Nazista acompanhados por vários outros Desenhos em seu pelotão do Exército. Após seu triunfo, Roger e Ritchie fariam um desfile na Hollywood Boulevard e Roger finalmente se reencontraria com sua mãe e seu pai, Pernalonga.

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Fontes consultadas

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