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Banco do Estado de São Paulo

Banco do Estado de São Paulo (Banespa) foi um banco brasileiro que servia o Estado de São Paulo. É originário do Banco de Crédito Hipotecário e Agrícola do Estado de São Paulo (BCHASP), que foi fundado em 1909.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 04/07/2026
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Histórico

Fundação.

Fundado em 14 de junho de 1909, o Banco de Crédito Hipotecário e Agrícola do Estado de São Paulo teve sua origem na iniciativa do então presidente do estado de São Paulo, Jorge Tibiriçá. Cinco anos depois, essas vantagens são estendidas e, por iniciativa do Secretário da Fazenda, Olavo Egydio de Sousa Aranha, o banco é criado com 75% de seu capitão para acionistas franceses e o governo estadual com o privilégio de nomear o diretor-fiscal.[carece de fontes?] Em 4 de novembro de 1926, realiza-se a Assembleia Geral de Acionistas onde é aprovada a mudança do nome da instituição para Banco do Estado de São Paulo. Com a diretoria eleita por quatro anos sob o presidente Altino Arantes Marques, o banco passa por um período de expansão com aumento de empréstimos hipotecários e penhores agrícolas, até a Crise de 1929 onde foram adotadas medidas de contenção de gastos e seleção de recursos.[carece de fontes?]

Crescimento na segunda república e estado novo.

Com a Revolução de 1930, o governo paulista passa a emitir sua própria moeda que é distribuída pelo Banespa; que após a revolução é reconhecido pelo Banco do Brasil e pode ser trocado pela moeda nacional.[carece de fontes?] Contando com 65 agências no estado em 1935, e a inauguração da primeira agência fora de São Paulo em Campo Grande (Mato Grosso do Sul), a diretoria planeja a construção do Edifício Altino Arantes para ser sua nova sede.[carece de fontes?] Na Década de 1940, o Banespa obtém a exclusividade de arrecadação do Tesouro do estado e do pagamento das verbas orçamentárias.[carece de fontes?] Com prioridade nas lavouras do estado, o banco público de fomento era submetido aos mesmos regulamentos e normas de bancos privados de depósitos e descontos.[carece de fontes?]

Período populista.

O Banespa financiava 80% da produção cinematográfica brasileira, tornando-se proprietário da Companhia Cinematográfica Vera Cruz em 1954. Integrando financiamentos do Governo Juscelino Kubitschek em eletrificação, transportes urbanos, viação aérea e ferrovias até 1962.

Ditadura militar.

A Reforma Financeira limitou a concessão de Carta-patente para o funcionamento de novas agências. Visando ampliar sua rede, o Banespa incorpora o Banco Cordeiro (Rio de Janeiro), o Banco do Pará, o Banco de Crédito Pessoal, o Banco Nacional da Lavoura de do Comércio (SP) e o Banco de São Paulo.[carece de fontes?] O Banco se torna uma Empresa de capital aberto e consolida o conglomerado composto pelo banco, corretora de câmbio, crédito financeiro, distribuidora de títulos mobiliários, turismo e corretora de seguros.[carece de fontes?] No anos de 1974, inicia a construção do Núcleo de Serviços Banespa - NASBE, no bairro de Pirituba, São Paulo.[carece de fontes?]

Nova república.

O banco se moderniza, interligando sua rede de agências, instalando caixas eletrônicos, lançando a Rede Externa Banespa e o Plantão Banespa de Atendimento 24 horas. Incentiva, através do Conselho Municipal Banespa, vários projetos agrícolas no Estado de São Paulo como: o Cinturão Verde, São Paulo vai a Campo e outros. Lança também o Prêmio Banespa de Produtividade Agrícola. Essas ações permitiram a manutenção da sua posição de destaque no cenário financeiro nacional.[carece de fontes?] Internamente, dinamiza as relações de trabalho com a criação da Diretoria de Representação dos Funcionários - DIREP com voz e voto nas reuniões de Diretoria do Banco, o Conselho de Representação - COREP e o Fundo Banespa de Seguridade Social - BANESPREV[carece de fontes?]

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Edifício-sede

Banco do Estado de São Paulo SA no final da década de 1930 passava por um período de grande expansão e sua diretoria planejava transferir-se para um edifício mais condizente com as dimensões alcançadas pela Empresa.[carece de fontes?] A Diretoria então adquire um terreno na Praça Ramos de Azevedo, em frente ao Teatro Municipal de São Paulo, onde constrói seu edifício-sede (hoje Loja Casas Bahia). No entanto, sua localização era distante do centro bancário da cidade, compreendido pelo triângulo formado pelas ruas São Bento, Quinze de Novembro, Direita e adjacências.[carece de fontes?] A Santa Casa de Misericórdia de São Paulo possuía o Edifício João Brícola, na Rua João Brícola. Entrando em entendimentos - Irmandade e Diretoria do Banco permutam os prédios. A Diretoria do Banco adquire mais três prédios na Rua Boa Vista. Todos são demoli[carece de fontes?]dos e inicia-se a construção do edifício-sede, no remate da Avenida São João, na confluência da Praça Antônio Prado com a Rua João Brícola e com saída para a Rua Boa Vista.

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Fontes consultadas

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