Batalha de Iwo Jima
A Batalha de Iwo Jima foi um grande combate em que as forças Aliadas desembarcaram e eventualmente conquistaram a ilha de Iwo Jima, que estava em mãos do exército imperial do Japão, durante a Segunda Guerra Mundial. A invasão americana, denominada Operação Detachment, tinha como objetivo conquistar a ilha, incluindo seus três aeroportos, com o objetivo de utilizar a região como base para lançar ataques mais eficazes as ilhas japonesas principais. O combate, previsto pelos estrategistas para durar menos de uma semana, durou trinta e cinco dias, se tornando uma das batalhas mais ferozes e sangrentas da Guerra do Pacífico. Controversamente, apesar de ter sido uma vitória contundente das forças armadas americanas, a importância e o valor estratégico da conquista da ilha para o esforço de guerra dos Aliados segue como motivo de debates. Iwo Jima nunca seria utilizada pelo exército dos Estados Unidos como base de preparação e tão pouco a marinha a usaria como base naval.
Após os Aliados terem conquistado as Ilhas Gilbert e Marshall e terem lançado uma série de ataques aéreos devastadores contra o Atol de Truk, a principal fortaleza japonesa nas Ilhas Carolinas, em janeiro de 1944, os militares japoneses começaram a reavaliar suas táticas. Tudo apontava que o próximo passo dos americano seria avançar sobre as Ilhas Marianas e as Carolinas. Para deter estas ofensivas, o Exército e a Marinha Imperial Japonesa estabeleceram linhas defensivas que se estendiam para o norte das Marianas e Carolinas, via Ilhas Vulcano, e a oeste via Carolinas e Ilhas Palau até as Filipinas. Em março de 1944, o 31º Corpo do exército japonês, comandado pelo general Hideyoshi Obata, defendia as linhas internas. O comandante da guarnição japonesa em Chichi-jima foi nominalmente colocado no comando do exército e da marinha nas Ilhas Vulcano. Após os americanos terem conquistado as Marianas, incursões de bombardeios contra forças japonesas no norte do Pacífico foram lançadas, como parte da Operação Scavenger. Iwo Jima, em particular, era usada como base avançada para alertar o Japão que missões de bombardeio americanas estavam a caminho, dando tempo para as defesas anti-aéreas japonesas se prepararem. Isso a tornou um dos alvos principais da aviação Aliada.
Preparações japonesas
Em junho de 1944, o tenente-general Tadamichi Kuribayashi recebeu o comando das forças japonesas em Iwo Jima. Kuribayashi sabia que não havia como o Japão vencer a batalha, mas ele esperava infligir pesadas baixas nas forças americanas, para que os Estados Unidos, a Austrália e os Britânicos tivessem que reconsiderar sua planejada invasão do arquipélago japonês. A inspiração para as defesas de Iwo Jima foi a sangrenta Batalha de Peleliu. Kuribayashi desenhou as defesas da ilha quebrando com a doutrina militar japonesa. Ao invés de erguer suas defesas nas praias para enfrentar os desembarques de cara, ele criou uma série de cavernas, defesas em profundidade interconectadas, com posições estáticas e armamento pesado, como artilharia e ninhos de metralhadora. Os tanques de guerra do coronel Takeichi Nishi foram camuflados e usados como artilharia. Como os túneis que uniam a montanha ao resto da ilha não foi completado, Kuribayashi organizou a parte sul e ao redor do Monte Suribachi como setores semi-independentes, com as principais defesas construídas no norte. O esperado pesado bombardeio aeronaval americano pré-invasão fez com que o sistema de defesa de túneis fosse melhorado e interconectado, para que unidades de infantaria pudessem recuar de suas as casamatas para ocuparem outras posições, quando necessário. Essa rede de bunkers e ninhos de metralhadora favoreciam uma forte defesa, estocando suprimentos para uma longa batalha. Alguns bunkers chegavam a ter quase 30 metros de profundidade, interconectados por túneis que iam para múltiplos lados. Geradores movidos a querosene e gasolina mantinham as luzes e os rádios operacionais.
Preparações americanas
A começar em 15 de junho de 1944, aeronaves da Marinha e das Forças Aéreas do Exército dos Estados Unidos começaram uma pesada operação de bombardeamento aéreo contra Iwo Jima, que seria uma das campanhas de bombardeio mais extensas e intensas da Guerra do Pacífico. Além disso, artilharia naval também foi extensamente utilizada. Os bombardeios fustigaram a ilha por nove meses seguidos. Em 17 de junho, o contratorpedeiro americano USS Blessman enviou um pequeno grupo de reconhecimento para uma das praias de Iwo Jima. Os japoneses os detectaram, matando um dos mergulhadores. O Blessman acabou sendo atingido por uma bomba de um avião japonês, matando 40 tripulantes.
Bombardeio pré-desembarque
O major-general Harry Schmidt, comandante dos fuzileiros em terra, pediu por um bombardeio de 10 dias seguidos à ilha antes da invasão anfíbia. Contudo, o almirante William H. P. Blandy, comandante da frota de suporte anfíbia (Força Tarefa 52), não acreditava que tal bombardeio lhe permitiria tempo para reabastecer a munição dos seus navios antes dos desembarques; ele então recusou o pedido de Schmidt. Eventualmente, Blandy concordou em apenas três dias de bombardeio. Isso causou muito ressentimento entre os fuzileiros, que acreditavam que a marinha não fez o suficiente para protege-los. Depois da guerra, o tenente-general Holland M. "Howlin' Mad" Smith, comandante da Força Tarefa 56 (que os homens de Schmidt faziam parte), reclamou duramente a falta de apoio naval que teria custado a vida de milhares de fuzileiros.
Desembarques
Na madrugada de 19 de fevereiro, a Força Tarefa 58, liderada pelo vice-almirante Marc A. Mitscher, com uma enorme frota, incluindo vários porta-aviões, chegou de Iwo Jima. Nesta flotilha estava também o almirante Raymond A. Spruance, comandante da força de invasão, no seu navio-almirante USS Indianapolis. O general Holland Smith mais uma vez ficou frustrado com o grupo de porta-aviões de Mitscher enviando seus aviões para bombardear o Japão e não Iwo Jima. Contudo, no dia do desembarque, aeronaves americanas de fato bombardearam a ilha. Diferentes dos dias pré-invasão, a manhã do desembarque (o Dia-D) estava clara e limpa. As 08h59, um minuto antes do horário, a primeira onda de fuzileiros desembarcou nas praias a sudeste da costa de Iwo Jima. O major Howard Connor, oficial de comunicação da 5ª Divisão de fuzileiros, tinha seis codificadores navajos trabalhando em tempo integral nos dois primeiros dias de invasão. Esses seis receberam e mandaram mais de 800 mensagens, sem cometer um erro. Connor mais tarde falou: "se não fosse pelos Navajos, os Marines não teriam tomado Iwo Jima".
Situação nas praias
Infelizmente para as forças que desembarcavam, os estrategistas militares em Pearl Harbor tinham julgado errado completamente o que o general Schmidt e seus fuzileiros enfrentariam. As praias tinham sido descritas como "excelentes" e avançar terra adentro era esperado que fosse "fácil". Na realidade, após cruzarem as praias, os fuzileiros se depararam com encostas de aproximadamente 5 metros formadas por areia de cinzas vulcânicas. Isso não só dificultava os soldados de avançar mas também dificultava a construção de fortificações improvisadas, como trincheiras, para proteger os fuzileiros do fogo inimigo. Contudo, as cinzas vulcânicas ajudavam a absorver o impacto dos projéteis de fragmentação da artilharia japonesa.
Avanço além das praias
Os veículos anfíbios de desembarque americanos não foram capazes de fazer muita coisa, devido ao terreno difícil, não conseguindo ir além da encosta; as tropas que eles carregavam tiveram que deixar os veículos antes do desejável e avançar terra adentro a pé, expostos a artilharia e as metralhadoras. Os Seabees (as equipes de construção da marinha) tentaram melhorar a situação, abrindo caminho com tratores pela encosta. Isso permitiu aos fuzileiros fazer algum progresso e avançar além das abarrotadas praias. As 11h30, alguns fuzileiros haviam conseguido passar das praias e chegar no Campo Aéreo No. 1, cuja posse era um dos objetivos iniciais dos americanos para o primeiro dia. Cerca de 100 japoneses lutaram com afinco para tentar manter o aeroporto, mas ao anoitecer eles já haviam sido eliminados.
Atravessando a ilha
No setor mais a esquerda, as forças americanas tinham conquistado alguns dos seus objetivos do primeiro dia. Liderados pelo coronel Harry B. Liversedge, o 28º Regimento de Fuzileiros atravessou a ilha no seu ponto mais fino (de quase apenas um quilômetro), isolando o Monte Suribachi do resto da ilha. O sargento John Basilone (que ganhara uma Medalha de Honra por bravura durante a Batalha de Guadalcanal, em 1942/43), lutando com o 27º Regimento de Fuzileiros, foi morto enquanto se movia entre posições inimigas e amigas, liderando um esquadrão de metralhadoras. Já o cabo Tony Stein, um ex fabricante de ferramentas, pegou uma metralhadora de uma asa de um avião caído e a consertou, utilizando-a para matar incontáveis japoneses em suas casamatas, permitindo ao pessoal de demolição, que o seguia, destruir as posições do inimigo. Eventualmente, ele acabou sendo morto em combate e recebeu uma Medalha de Honra por seus feitos.
Ação no flanco direito
O flanco direito da zona de desembarque ainda era dominado por forças japonesas, entrincheiradas numa pedreira. O 25º Regimento de Fuzileiros lançou um ataque em duas frentes para destruir essas posições inimigas. O tenente Benjamin Roselle descreveu assim a situação: Dentro de um minuto um disparo de morteiro explodiu no meio do nosso grupo ... o pé e o tornozelo dele [um soldado] ficaram pendurados da perna, segurados por uma fita de carne ... Dentro de minutos, um segundo projétil caiu perto dele e despedaçou sua outra perna. Por quase uma hora ele se perguntava onde o próximo disparo cairia. Ele logo descobriria, com um projétil caindo perto dele, o ferindo uma terceira vez no ombro. Quase que ao mesmo tempo, uma outra explosão o jogou para longe ... enquanto ele levantava o braço, veio outro projétil e despedaçou seu pulso e arrancou um pedaço do seu antebraço.
Os primeiros dias foram um banho de sangue, com ambos os lados sofrendo pesadas baixas. Nessa altura, os americanos esperavam que, ao ver que tinham perdido a costa, os japoneses iriam lançar seu ataque banzai suicida padrão. Essa era a estratégia japonesa recorrente na luta no Pacífico: quando a batalha terrestre parecia decidida, eles lançavam seus ataques em ondas humanas a noite como uma última defesa, como havia acontecido durante a Batalha de Saipan. Nesses ataques, que os fuzileiros americanos já esperavam e estavam preparados, e a maioria dos japoneses eram mortos com certa facilidade e sua força de combate era severamente reduzida. Contudo, o general Kuribayashi havia proibido terminantemente os ataques em "onda humana" pela infantaria japonesa, afirmando que tal tática era 'fútil'. A luta pelas praias de Iwo Jima foi brutal. Para avançar terra adentro, os americanos tiveram de defrontar casamatas, ninhos de metralhadora e peças de artilharia. Os japoneses se moviam por seus túneis, reocupavam posições abandonadas e emboscavam os fuzileiros americanos. Durante a noite, os japoneses deixavam suas posições, sob cobertura da escuridão, para atacar as trincheiras americanas, mas a marinha estadunidense disparava projéteis especiais que iluminavam grandes distâncias. Em Iwo Jima, soldados japoneses que sabiam falar inglês provocavam os americanos ou tentavam enganá-los para tentar matá-los; eles gritavam "corpsman" (médico) fingindo ser um fuzileiro ferido, para atrair os médicos americanos a se expor.
"Raising the Flag on Iwo Jima" é uma fotografia em preto e branco tirada por Joe Rosenthal, mostrando seis fuzileiros navais americanos da Companhia E, do 2º Batalhão do 28º Regimento, hasteando a bandeira dos Estados Unidos sobre o Monte Suribachi em 23 de fevereiro de 1945, a segunda vez que a bandeira americana foi erguida naquele dia. A fotografia foi extremamente popular e explorada para fins de propaganda de guerra, sendo publicada milhares de vezes. A foto ganhou o Prêmio Pulitzer e é considerada uma das fotos mais significativas da guerra, e uma das mais reproduzidas de todos os tempos. Em 1954, a fotografia foi usada como base para construção da estátua no monumento de guerra do Corpo de Fuzileiros americanos (Iwo Jima Memorial), localizado no Cemitério Nacional de Arlington, Virgínia. Dos seis fuzileiros que hastearam a bandeira, três morreram em combate durante a batalha (o sargento Michael Strank, o cabo Harlon Block e o praça Franklin Sousley).
Apesar de ter perdido o Monte Suribachi ao sul, os japoneses ainda possuíam fortes posições defensivas na região norte. O terreno rochoso devastado favorecia a defesa, tornando o norte um desafio muito maior que Suribachi. As fortificações construídas sob ordens do general Kuribayashi eram mais elaboradas e resistentes no norte do que em qualquer outro lugar de Iwo Jima. Os japoneses ainda tinham o equivalente a oito batalhões de infantaria, um regimento de tanques, dois batalhões de artilharia e três batalhões de morteiros. Havia também 5 000 artilheiros e homens da infantaria naval. A tarefa mais árdua deixada para os fuzileiros americanos foi atravessar o planalto de Motoyama com sua distintiva Colina 382 e a área plana conhecida como "anfiteatro". Devido ao brutal e sangrento combate que se seguiu por lá, essa região acabou ficando conhecida como "moedor de carne" ("meatgrinder"). Enquanto o avanço no flanco direito era difícil e sangrento, o flanco esquerdo de Motoyama foi ligeiramente mais fácil, embora a tomada da Colina 362 se mostraria um dos combates mais violentos da operação. Naquele ponto, o objetivo dos fuzileiros americanos era tomar o campo aéreo Nº 2, localizado no centro da ilha. Contudo, a luta foi feroz. Os japoneses, com ordens de lutar até a morte, não cediam com facilidade. Tanques e outros veículos eram destruídos, pela artilharia e por minas-terrestres, obstruindo o caminho, enquanto o terreno ruim não ajudava. Posições de metralhadoras em casamatas e bunkers abriram fogo contra os americanos que avançavam, infligindo neles pesadas baixas. Segundo relatórios, unidades inteiras foram dizimadas e os reforços convocados sofreram igualmente grandes perdas. Como resultado, a luta pelo "moedor de carne", no centro, foi demasiada sangrenta, com o combate se arrastando e as baixas americanas se acumulando. Mesmo quando os fuzileiros avançavam e tomavam um objetivo, posições na retaguarda eram reocupadas pelos japoneses, através dos seus túneis, e assim eles podiam atacar os americanos por trás.
Dos 20 530 a 21 060 soldados japoneses entrincheirados na ilha, entre 17 845 e 18 375 morreram (a maioria lutando, embora alguns sejam por suicídio). Apenas 216 foram capturados durante a batalha. No momento em que a batalha havia sido declarada terminada pelos americanos, era estimado que havia cerca de 300 japoneses ainda em Iwo Jima, escondidos nos túneis e cavernas. Na verdade, havia pelo menos 3 000 deles escondidos. O código de honra do guerreiro (o bushido), junto com a propaganda do governo japonês de que os soldados americanos eram "animais cruéis", impedia a rendição. Aqueles que não podiam cometer suicídio se esconderam nas cavernas durante o dia e a noite saíam para buscar provisões. Alguns eventualmente se renderam e ficaram surpresos ao receberam tratamento generoso por parte dos militares americanos, que lhes davam água, cigarros, comida e café. Os últimos soldados japoneses a se render em Iwo Jima foram dois homens do tenente Toshihiko Ohno, Yamakage Kufuku e Matsudo Linsoki, que se renderam apenas em 6 de janeiro de 1949.
O Lança-chamas M2 foi extensamente utilizado pelas forças americanas no Pacífico. Ele tinha dois tanques de combustível e gás comprimido, que produzia um líquido inflamável. Esses lança-chamas eram usados para matar os japoneses dentro dos seus bunkers, prédios e cavernas. Um batalhão utilizaria um lança-chamas por pelotão e um reserva por grupo. Os operadores de lança-chamas corriam mais risco do que soldados normais já que sua arma exigia combate a curta distância e a visibilidade do equipamento no campo de batalha os tornavam alvos fáceis e salientes para os atiradores japoneses. Ainda assim, eles eram fundamentais para combater o inimigo e um comandante de batalhão disse que o lança-chamas foi "a melhor arma da operação". Os fuzileiros, mais tarde, começaram a instalar seus lança-chamas nos tanques de guerra para usar durante a batalha. Sua eficiência foi limitada devido ao terreno difícil de Iwo Jima. Um tanque lança-chamas tinha alcance de 90 metros, carregando 300 galões de combustível que o permitia disparar por 150 segundos.
Em retrospectiva, dado o alto número de baixas, a necessidade e a significância de longo prazo da captura da ilha para o resultado da guerra ainda é controverso. Os fuzileiros americanos, que foram responsáveis pela maioria dos combates e sofreram mais perdas, não foram consultados na formulação da estratégia da operação. No começo da abril de 1945, o ex Chefe de Operações Navais, William V. Pratt, afirmou para a revista Newsweek que considerando "o custo em pessoal para conquistar aquela pequena ilha, esquecida por Deus, inútil para o exército como base de operações e para a marinha como base naval ... deve-se perguntar se não valeria a pena conquistar outra região para base a um custo menor". As lições aprendidas pelos americanos em Iwo Jima serviram de guia para a Batalha de Okinawa e para a planejada invasão das ilhas principais do Japão. Por exemplo, devido as baixas sofridas no primeiro dia em Iwo Jima, foi decidido fazer bombardeios preparatórios mais pesados antes dos desembarques. Também, no planejamento para a invasão ao Japão, foi levado em conta que as baixas sofridas em Iwo Jima contabilizaram um-terço da força de invasão.
O Memorial de Guerra do Corpo de Fuzileiros americanos foi inaugurado em 10 de novembro de 1954. A marinha dos Estados Unidos comissionou dois navios com o nome USS Iwo Jima: o (LPH-2) e o (LHD-7). Em 19 de fevereiro de 1985, o 40º aniversário do desembarque em Iwo Jima, um evento chamado de "Reunião de Honra", foi realizado (o evento tem se repetido anualmente desde 2002). Veteranos dos dois lados participaram. O local do encontro foi a praia onde os americanos desembarcaram suas primeiras tropas. A importância da batalha para os fuzileiros americanos (os Marines) é imensa. Até hoje, peregrinações de veteranos e entusiastas são feitas anualmente ao monte Suribachi, onde a bandeira dos Estados Unidos foi erguida em 23 de fevereiro de 1945. Fuzileiros que visitam o local deixam dog tags (plaquetas de identificação), insígnias e outros símbolos no monumento como homenagem. O "Dia de Iwo Jima" é observado anualmente em 19 de fevereiro na Commonwealth de Massachusetts, com uma cerimônia na Câmara estadual.


