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Beauty and the Beast (filme de 1991)

Beauty and the Beast é um filme de animação estadunidense de 1991 dos gêneros musical e fantasia romântica, produzido pela Walt Disney Feature Animation, sendo o 30º clássico da Disney, e distribuído pela Walt Disney Pictures. É baseado no conto de fadas de mesmo nome de Jeanne-Marie Le Prince de Beaumont e ideias do filme francês de 1946 de Jean Cocteau. O longa é centrado em um príncipe que é transformado em uma Fera e uma jovem mulher chamada Bela que ele aprisiona em seu castelo; para se tornar príncipe novamente, a Bela deve amar a Fera e ele deve ganhar seu coração, ou será Fera para sempre. Conta com as vozes de Paige O'Hara, Robby Benson, Richard White e Jerry Orbach na versão original.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 09/07/2026
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Enredo

O filme se passa na França do século XVIII. Um príncipe jovem e rico vive em seu magnífico castelo. Em uma noite fria de inverno, uma velha mendiga bate na porta e oferece a ele uma rosa, em troca de abrigo. O príncipe recusa, por achá-la muito feia, e a mendiga se transforma em uma feiticeira de grande beleza. O príncipe implora perdão, mas a feiticeira - para castigá-lo pela falta de amor em seu coração - o transforma em uma fera horrenda, e seus empregados domésticos são transformados em objetos encantados, que ainda possuem atitudes humanas. A rosa que a mendiga oferecera era encantada e floresceria até o seu vigésimo primeiro aniversário. O feitiço só poderia ser quebrado se o Príncipe aprendesse a amar alguém e a ser amado em retorno, mas quando a última pétala da rosa caísse, o feitiço já não poderia mais ser quebrado. A feiticeira também lhe deu um espelho de mão mágico, que seria sua unica janela para o mundo exterior.

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Elenco

Imagem: Juliana Coutinho · BY · Openverse

Em um esforço para "melhorar" a personagem da história original, os cineastas sentiram que Bela deveria estar "inconsciente" de sua própria beleza e a tornaram "um pouco estranha". O diretor Kirk Wise se lembra de escalar O'Hara para o papel por causa de um "tom único" que ela tinha que lembrava "um pouco de Judy Garland", cuja aparência foi modelada também em Bela. James Baxter e Mark Henn serviram como supervisores de animação de Bela. Os animadores o desenharam com a estrutura da cabeça e chifres de um bisão-americano, os braços e o corpo de um urso, as sobrancelhas de um gorila, os dentes e a juba de um leão, as presas de um javali, e as pernas e cauda de um lobo. Chris Sanders, um dos artistas de storyboard e de desenvolvimento visual do filme, elaborou os designs da Fera e criou desenhos baseados em pássaros, insetos e peixes antes de chegar a algo próximo ao estilo final. Glen Keane, supervisor de animação da Fera, refinou o design indo ao zoológico e estudando os animais nos quais a Fera foi baseada. Benson comentou: "Há uma raiva e um tormento neste personagem que nunca me pediram para usar antes". Os cineastas comentaram que "todo mundo era grande e grave", enquanto Benson tinha a "grande voz e o lado caloroso e acessível" para que "você pudesse ouvir o príncipe sob a pele".

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Produção

Tentativas anteriores e pré-produção

Após o amplo sucesso comercial e crítico de Branca de Neve e os Sete Anões em 1937, Walt Disney procurou outras histórias para adaptar em longas-metragens, com La Belle et la Bête entre as histórias que ele considerou. Algumas tentativas de transformar a história da Bela e a Fera em um filme foram feitas nas décadas de 1930 e 1950, mas foram abandonadas porque "provou ser um desafio" para a equipe de história do estúdio. Peter M. Nichols afirma que um fator que pode ter contribuído pela desistência do projeto pela Disney foi por Jean Cocteau já ter lançado uma versão cinematográfica do conto em 1946. Décadas mais tarde, quando Who Framed Roger Rabbit estava quase concluído em 1987, o estúdio Disney ressuscitou o projeto de Beauty and the Beast para ser realizado por um estúdio que a empresa havia criado em Londres, Inglaterra, para trabalhar em Roger Rabbit. Richard Williams, que dirigiu as partes animadas de Roger Rabbit, foi convidado para dirigir, mas recusou em favor de continuar o trabalho em seu projeto de longa duração então inacabado, The Thief and the Cobbler. Em seu lugar, Williams recomendou seu colega, o diretor de animação inglês Richard Purdum, com os trabalhos começando com o produtor Don Hahn concebendo uma versão não musical do filme ambientada na França do século XIX. A pedido do CEO da Disney, Michael Eisner, Beauty and the Beast se tornou o primeiro filme de animação da Disney a usar um roteirista. Este foi um movimento incomum para um filme de animação, que é tradicionalmente desenvolvido em storyboards, e não em formato de roteiro. Linda Woolverton escreveu o rascunho original da história antes do início do storyboard e trabalhou com a equipe de história para reequipar e desenvolver o filme.

Reescrita e musicalização do roteiro

Ao ver os primeiros rolos do storyboard em 1989, o presidente da Walt Disney Studios, Jeffrey Katzenberg, ficou insatisfeito com a ideia de Purdum e ordenou que o filme fosse descartado e reiniciado do zero. Poucos meses depois de começar de novo, Purdum renunciou ao cargo de diretor. O estúdio então abordou John Musker e Ron Clements para dirigir o filme, mas eles recusaram a oferta, dizendo que estavam "cansados" depois de terminarem de dirigir o recente sucesso da Disney, A Pequena Sereia. Katzenberg então contratou os diretores estreantes Kirk Wise e Gary Trousdale. Wise e Trousdale já haviam dirigido seções animadas de "Cranium Command", um curta-metragem para uma atração do parque temático Disney Epcot. Além disso, querendo outro filme musical, Katzenberg pediu aos compositores Howard Ashman e Alan Menken, que haviam escrito a trilha sonora de A Pequena Sereia, para transformar Beauty and the Beast em um filme musical no estilo Broadway, na mesma linha da Pequena Sereia. Ashman, que na época já estava desenganado por conta de complicações causadas da AIDS, estava trabalhando com a Disney em um projeto seu, Aladdin, e apenas relutantemente concordou em se juntar à equipe de produção de Beauty and the Beast em dificuldades. Para acomodar a saúde debilitada de Ashman, a pré-produção do filme foi transferida de Londres para o apart-hotel Residence Inn em Fishkill, Nova Iorque, perto da casa de Ashman. Lá, Ashman e Menken se juntaram a Wise, Trousdale, Hahn e Woolverton na reformulação do roteiro do filme. Como a história original tinha apenas dois personagens principais, os cineastas os aprimoraram, adicionaram novos personagens na forma de utensílios domésticos encantados que "adicionam calor e comédia a uma história sombria" e guiam o público através do filme, e adicionou um "verdadeiro vilão" na forma de Gaston.

Elenco e gravação

A Disney havia originalmente considerado escalar Jodi Benson de A Pequena Sereia como Bela. Eles finalmente decidiram pela atriz e cantora da Broadway Paige O'Hara em favor de ter uma heroína que soasse "mais como uma mulher do que como uma menina". De acordo com o co-diretor Kirk Wise, O'Hara recebeu o papel porque ela "tinha uma qualidade única, um tom que ela atingia facilmente e que a tornaria especial". O'Hara, que, depois de ler sobre o filme no jornal The New York Times, competiu pelo papel contra outras quinhentas candidatas, acreditando no fato de que o letrista Howard Ashman ter admirado sua atuação na peça musical Show Boat a ajudaria a ser escalada para o filme. Laurence Fishburne, Val Kilmer e Mandy Patinkin foram originalmente considerados para dublar a Fera antes do papel ser dado ao ator Robby Benson. John Cleese foi originalmente planejado para dar voz a Cogsworth, mas acabou recusando em favor de dublar Cat. R. Waul no filme de animação da Universal Pictures An American Tail: Fievel Goes West; o papel então acabou sendo dado a David Ogden Stiers. Julie Andrews foi originalmente considerada para dublar a Sra. Potts, mas o papel acabou sendo dado a Angela Lansbury.

Animação

A produção de Beauty and the Beast deveria ser concluída em um cronograma reduzido de dois anos, em vez do tradicional cronograma de produção de quatro anos da Disney Feature Animation; isso se deveu à perda de tempo de produção gasto no desenvolvimento da versão anterior do filme feito por Purdum. A maior parte da produção foi feita no estúdio principal da Feature Animation, localizado nas instalações da Air Way em Glendale, Califórnia. Uma equipe menor do parque temático Disney-MGM Studios em Lake Buena Vista, na Flórida, auxiliou a equipe da Califórnia em várias cenas, especialmente na cena de "Be Our Guest". Beauty and the Beast foi o segundo filme, depois de The Rescuers Down Under, produzido usando o CAPS (Computer Animation Production System), um sistema digital de digitalização, tinta, pintura e composição de software e hardware desenvolvido para a Disney pela Pixar. O software permitiu uma gama mais ampla de cores, bem como sombreamento suave e efeitos de linhas coloridas para os personagens, técnicas perdidas quando o estúdio Disney abandonou a tinta à mão pela xerografia no início dos anos 1960. O CAPS também permitiu que a equipe de produção simulasse efeitos multiplanos: colocando personagens e/ou planos de fundo em camadas separadas e movendo-os em direção/afastamento da câmera no eixo Z cartesiano para dar a ilusão de profundidade, bem como alterar o foco de cada camada.

Música

Ashman e Menken escreveram a trilha sonora de Beauty and the Beast durante o processo de pré-produção em Fishkill, sendo a opereta de abertura "Belle" a primeira composição do filme. Outras canções incluíam "Be Our Guest", cantada (em sua versão original) para Maurice pelos objetos quando ele se torna o primeiro visitante a comer no castelo em uma década, "Gaston", um solo para o vilão arrogante e seu ajudante desajeitado, "Human Again", uma canção que descreve o amor crescente de Bela e Fera a partir da perspectiva dos objetos, a balada de amor "Beauty and the Beast (Tale as Old as Time)" e o clímax "The Mob Song". À medida que o desenvolvimento da história e da música chegava ao fim, a produção completa começou em Burbank, enquanto a gravação da voz e da música começou na cidade de Nova Iorque. As canções de Beauty foram em sua maioria gravadas ao vivo com a orquestra e o elenco de voz tocando simultaneamente, em vez de dubladas separadamente, a fim de dar às canções uma "energia" semelhante a um álbum de elenco que os cineastas e compositores desejavam.

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Lançamento

Trabalho em andamento e exibição teatral original

Em uma realização inédita para a The Walt Disney Company, uma versão inacabada de Beauty and the Beast foi exibida no Festival de Cinema de Nova Iorque em 29 de setembro de 1991. O filme foi considerado um "trabalho em andamento" porque aproximadamente apenas 70% da animação havia sido concluída até aquela altura; storyboards e desenhos à lápis foram utilizados em substituição aos 30% restantes. Além disso, certos segmentos do filme que já haviam sido finalizados foram revertidos para estágios anteriores de conclusão. No final da exibição, Beauty and the Beast foi aplaudida de pé por dez minutos pelo público que estava presente no festival. O filme completo foi exibido fora de competição no Festival de Cinema de Cannes de 1992. O filme finalizado estreou no El Capitan Theatre em Hollywood em 13 de novembro de 1991, iniciando um lançamento limitado antes de se expandir em 22 de novembro, junto com An American Tail: Fievel Goes West.

Relançamentos

O filme foi restaurado e remasterizado para seu relançamento no Dia de Ano Novo de 2002 nos cinemas IMAX em uma versão especial, incluindo uma nova sequência musical. Para esta versão do filme, grande parte da animação foi limpa, uma nova sequência definida para a música excluída "Human Again" foi inserida no segundo ato do filme e uma nova masterização digital dos arquivos originais de produção do CAPS foi usada para fazer o negativo de filme IMAX de alta resolução. Uma edição em karaoke, apresentada por Jordin Sparks, foi lançada em cinemas selecionados em 29 de setembro e 2 de outubro de 2010. Antes da exibição, Sparks mostrou uma visão exclusiva dos bastidores do filme recém-restaurado e da produção dela no novo videoclipe da faixa "Beauty and the Beast". Houve também comentários do produtor Hahn, entrevistas com o elenco e uma visão interna de como a animação foi criada.

Mídia doméstica

Em 30 de outubro de 1992, nos Estados Unidos e Canadá, a Walt Disney Home Video (atualmente conhecida como Walt Disney Studios Home Entertainment) lançou o filme em VHS e LaserDisc como parte da série Clássicos Disney, e mais tarde colocou-o em moratória. A versão "work-in-progress" exibida no Festival de Cinema de Nova York também foi lançada em VHS e LaserDisc nesta época; entretanto, essa versão era a única disponível neste último formato até o outono de 1993, quando a versão teatral completa foi lançada. Esta medida visava diminuir a ameaça da pirataria de fazerem cópias derivadas do LaserDisc (que não são protegidas contra cópia) e vendê-las nos mercados internacionais, onde o filme ainda não estava disponível para lançamento nacional. Em outubro de 1993, o VHS ultrapassou a marca recorde de 20 milhões de unidades comercializadas. Ainda em 1993, o filme também foi lançado em home video em diversos países, incluindo o Reino Unido em 20 de setembro daquele ano, onde vendeu um recorde de 8,5 milhões de unidades.

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Recepção

Desempenho comercial

Durante seu circuito de lançamento original, Beauty and the Beast arrecadou US$ 9,6 milhões em seu fim de semana de estreia, ficando em terceiro lugar, atrás de A Família Addams e Cape Fear. Durante seu lançamento original em 1991, o filme arrecadou US$ 145,9 milhões em receitas de bilheteria na América do Norte e US$ 248,8 milhões em todo o mundo. Foi o terceiro filme de maior sucesso comercial de 1991 na América do Norte, superado apenas pelos sucessos de bilheteria de verão Terminator 2: Judgment Day e Robin Hood - O Príncipe dos Ladrões. Na época, Beauty and the Beast foi o filme de animação da Disney de maior sucesso e o primeiro filme de animação da história a bater a marca de US$ 100 milhões nos Estados Unidos e Canadá em sua exibição inicial. Em seu relançamento no formato IMAX, arrecadou US$ 25,5 milhões na América do Norte e US$ 5,5 milhões em outros territórios, totalizando US$ 31 milhões em todo o mundo.

Resposta da crítica

Após seu lançamento, Beauty and the Beast recebeu aclamação universal da crítica e do público por sua animação, roteiro, personagens, trilha sonora, números musicais e dublagem. O site agregador de resenhas Rotten Tomatoes dá ao filme um índice de aprovação de 93% com base nas resenhas de 121 críticos, obtendo uma classificação média de 8,5/10; o consenso crítico do site diz: "Encantador, extremamente romântico e apresentando muitos números musicais maravilhosos, Beauty and the Beast é um dos trabalhos de animação mais elegantes da Disney". O possui uma pontuação de 95/100 no Metacritic, o que indica as críticas como "aclamação universal". O público dos cinemas consultado pelo CinemaScore deu ao filme uma rara nota média "A+".

Prêmios, indicações e homenagens

A canção "Beauty and the Beast" de Alan Menken e Howard Ashman ganhou o Oscar de melhor canção original, enquanto a trilha sonora de Menken ganhou o prêmio de Melhor Trilha Sonora Original. Foi o primeiro filme a receber três indicações ao Óscar de Melhor Canção Original, feito que seria repetido por O Rei Leão (1994), Dreamgirls (2006) e Enchanted (2007). Desde então, as regras da Academia foram alteradas para limitar cada filme a duas indicações nesta categoria, devido às consecutivas falhas não intencionais de Dreamgirls e Enchanted em ganhar o prêmio. O filme também foi indicado para Melhor Filme e Melhor Som. Foi o primeiro filme de animação da história a conseguir uma indicação para Melhor Filme no Óscar, permanecendo como o único filme de animação a conseguir tal feito até 2009, quando Up da Pixar repetiu a façanha. Foi ainda o terceiro filme da Disney a ser indicado para Melhor Filme, depois de Mary Poppins (1964) e Dead Poets Society (1989). Tornou-se o primeiro musical em doze anos a ser indicado ao Oscar de Melhor Filme, depois de All That Jazz (1979), e o último a ser indicado até Moulin Rouge! (2001), dez anos depois. Com seis indicações, o filme atualmente compartilha o recorde de maior número de indicações para um filme de animação juntamente com WALL-E (2008), embora, com três indicações na categoria de Melhor Canção Original, as indicações de Beauty and the Beast abrangem apenas quatro categorias, enquanto as indicações de WALL-E cobrem seis categorias individuais.

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Adaptações

Musical da Broadway

De acordo com um artigo no jornal Houston Chronicle "o catalisador para a aventura da Disney nos palcos foi um artigo do crítico de teatro do The New York Times, Frank Rich, que elogiou Beauty and the Beast como o melhor musical de 1991. O diretor executivo do teatro Theatre Under The Stars (TUTS), Frank Young estava tentando fazer com que a Disney se interessasse por uma versão teatral de Beauty, mais ou menos na mesma época em que Eisner e Katzenberg refletiam sobre a coluna de Rich. Mas Young parecia não conseguir entrar em contato com a pessoa certa no império Disney. Nada aconteceu até os executivos da Disney começarem a perseguir o projeto desde o fim. Quando perguntaram a George Ives, chefe do Actors Equity [sindicato dos artistas do teatro estadunidense] na Costa Oeste, qual teatro de Los Angeles seria o melhor local para o lançamento de um novo musical, Ives disse que seria o TUTS. Não muito depois disso, Don Frantz e Bettina Buckley da Disney contataram Young e a parceria já estava em andamento". Uma condensação teatral do filme, dirigida por Robert Jess Roth e coreografada por Matt West, ambos os quais passaram para o desenvolvimento da peça na Broadway, já havia sido apresentada na Disneyland, no então palco do Videopolis. Beauty and the Beast estreou em uma produção conjunta no Theatre Under The Stars e no Disney Theatricals no Music Hall, Houston, Texas, de 28 de novembro de 1993 a 26 de dezembro de 1993.

Filme em live-action

Em junho de 2014, a Walt Disney Pictures anunciou que uma adaptação cinematográfica em live-action do filme de animação original estava em andamento, com Bill Condon dirigindo e Evan Spiliotopoulos escrevendo o roteiro. Condon planejou originalmente não apenas se inspirar no filme de animação, mas também incluir a maioria, senão todas, das canções de Menken/Rice do musical da Broadway, com a intenção de fazer o filme como um "filme musical direto, de ação ao vivo e de grande orçamento". Em setembro de 2014, foi anunciado que Stephen Chbosky reescreveria o roteiro. Em janeiro de 2015, Emma Watson anunciou através de sua página no Facebook que interpretaria Bela no filme em live-action.

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Sequências

O sucesso do filme gerou três sequências lançadas diretamente em vídeo: Beauty and the Beast: The Enchanted Christmas (1997) e Belle's Magical World (1998), além da prequela Belle's Tales of Friendship (1999), todas ambientadas na linha do tempo do filme original. O filme também originou uma série de televisão spin-off de ação ao vivo intitulada Sing Me a Story with Belle que foi ao ar de 1995 até 1997.

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Fontes consultadas

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