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Língua malaia

A língua malaia ou malaio é uma língua austronésia falada pelos malaios e por pessoas de outros grupos étnicos que habitam a península Malaia, o sul da Tailândia, as Filipinas, Singapura, o Timor-Leste, o centro-leste da ilha de Sumatra, as ilhas Riau e partes do litoral de Bornéu.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 29/06/2026
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Etimologia

A palavra "Melayu" é o gentílico da Malásia. Já o vocábulo "Bahasa" é oriundo do sânscrito, e significa "linguagem" no malaio, fazendo referência ao sistema de comunicação usando palavras ou símbolos, o que faz com que "Bahasa Melayu" signifique literalmente "língua malaia". O "Bahasa Malaysia" têm uma etimologia quase idêntica, que é "língua da Malásia". Por mais que os dois nomes aparentem ser sinônimos, a diferença no significado deve ser ressaltada (o primeiro denomina a macrolíngua utilizada em diversos territórios, enquanto o segundo denomina o idioma utilizado especificamente na Malásia).

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Distribuição

Distribuição demográfica

O malaio é reconhecido como língua oficial em quatro países, Malásia, Indonésia, Brunei e Singapura, sendo um idioma minoritário em outros territórios. Além do malaio padrão, focado nos quatro países citados anteriormente, outras variações do idioma (como Malaio de Kutai e Malaio de Kedah) são faladas por indonésios e povos etnicamente malaios que habitam outros territórios (como as Ilhas Keeling), além do subgrupo em Bornéu Ocidental. Na Indonésia, o idioma é usado como língua franca em todo o país, mas como língua materna é utilizado principalmente em Sumatra (destaque para o dialeto Minangkabau) e nas áreas costeiras de Calimantã. Durante o primeiro Kongres Pemuda (Congresso da Juventude) da Indonésia, realizado em 1926, foi realizado o Sumpah Pemuda (Juramento da Juventude), onde o malaio foi proclamado como a língua unificadora da Indonésia. Em 1945, o idioma nomeado Bahasa Indonesia, ou indonésio, foi consagrado como a língua nacional na Constituição da agora independente Indonésia.

Dialetos

Por ser uma língua de contato e ter sofrido influência de outras culturas linguísticas, o malaio possui cerca de 137 variações espalhadas pelo sudeste da Ásia. Apesar disso, existem 10 delas que são mais difundidas e que estão localizadas na península malaia. É falado principalmente no noroeste da Malásia e na Tailândia por cerca de 2,6 milhões de falantes (que o tem como língua nativa). Possui alguns subdialetos, como o Kedah Utara, Perlis-Langwaki e Penang. O uso do dialeto prevaleceu historicamente no sudoeste da Tailândia antes de ser substituído pelo tailandês. Existem diferenças do malaio padrão em relação aos pronomes e ao vocabulário. Por exemplo:

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História da língua

O malaio foi usado pela primeira vez no primeiro milênio como Malaio Antigo, uma parte da família linguística Austronésia. Durante o período de dois milênios, o malaio passou por diversos estágios de desenvolvimento que derivaram de diferentes camadas de influência estrangeira através do comércio internacional, expansão religiosa, colonização e desenvolvimento de novas tendências socio-políticas. A forma mais antiga do malaio é descendente da língua Proto-Malaia-Polinésia, falada pelos primeiros colonos Austronésios no Sudeste da Ásia. Segundo alguns pesquisadores da Linguística, essa forma posteriormente evoluiria para o Malaio Antigo quando a cultura e as religiões indianas começassem a adentrar a região, provavelmente usando as escritas Kawi e Rencong. O Malaio Antigo já possuía alguns termos que existem atualmente, mas que são ininteligíveis para falantes modernos, enquanto a língua moderna já é amplamente reconhecida na escrita do Malaio Clássico de 1303 d.C.

Proto-Malaio

O Proto-Malaio (inglês: Ancient Malay) é uma língua que acredita-se que tenha existido nos tempos Pré-Históricos e que tenha sido falada pelos primeiros colonos Austronésios da região. Sua ancestral, a língua Proto-Malaia-Polinésia (que derivou do Proto-Austronésio, outro idioma hipotético) começou a decair a partir de 2000 a.C., possivelmente por conta da expansão dos povos austronésios de Taiwan em direção ao sul (região que englobava as Filipinas, Bornéu, Celebes e as Ilhas Molucas). O Proto-Malaio foi falado em Bornéu por volta de 1000 a.C, e discute-se que ele tenha sido o antecessor de todos os dialetos malaios subsequentes. Por conta da expansão geográfica das línguas malaicas para o interior, do seu cárater ocasionalmente conservador e do fato das suas variações não serem causadas pela mudança induzida por contato, os linguistas geralmente concordam que a terra natal desses idiomas é o Bornéu. Por volta do começo do primeiro milênio, falantes de malaio estabeleceram assentamentos em regiões costeiras que atualmente são parte do centro-sul do Vietnã, Sumatra, Península Malaia, Bornéu, Lução, Celebes, Ilhas Molucas, Ilhas Riau, Banca-Bilitom, Ilha de Java e Bali.

Malaio Antigo (século VII ao XIV)

No começo da Era Comum, a influência da civilização indiana no arquipélago crescia cada vez mais. Através do ingresso e da proliferação do vocabulário Dravidiano e da influência de religiões indianas de grande importância, como o Hinduísmo e o Budismo, o Proto-Malaio evoluiu para o Malaio Antigo (inglês: Old Malay). A inscrição de Dong Yen Chau (que acredita-se ser do século IV d.C) foi descoberta no noroeste de Tra Kieu, próxima à Indrapura, capital do antigo Reino de Champá, onde atualmente é o Vietnã; Porém, essa é uma amostra controversa, visto que alguns especialistas consideram que ela foi escrita em Cham Antigo, ao invés de Malaio Antigo. Os espécimes incontroversos mais antigos do idioma são a inscrição de Sojomerto, encontrada no centro da Ilha de Java e datada do século VII d.C, a inscrição de Kedukan Bukit, encontrada no sul da Sumatra e várias outras inscrições que datam do século VII ao X, descobertas em diversos locais, como na Sumatra, Península Malaia, Ilha de Java, outras ilhas do arquipélago Sunda e Lução. Todas essas inscrições de Malaio Antigo usaram ou escritas de origem indiana (como Pallava e Nagari), ou os antigos caracteres de Sumatra, que foram influenciados pela Índia.

Malaio Clássico (século XIV ao XVIII)

O período do Malaio Clássico começou quando o Islã ganhou espaço na região e se tornou uma religião de Estado. Como resultado do crescimento do intercâmbio com o mundo islâmico, essa Era testemunhou a inserção do vocabulário Árabe e Persa e a integração da cultura islâmica com a cultura malaia local. Os primeiros exemplos de léxicos árabes incorporados no Malaio Pré-Clássico escrito em Kawi foram descobertos na inscrição Minye Tujoh, datada de 1380 e encontrada em Aceh, na Sumatra. Apesar disso, o Malaio Pré-Clássico adquiriu uma forma mais radical cerca de meio século antes conforme atestado na pedra de inscrição de Terengganu, datada de 1303 e na inscrição Pengkalan Kempas, datada de 1468 e encontrada na Península Malaia. As duas inscrições não só servem como evidência do Islã como uma religião de Estado, como também são as amostras mais antigas restantes do sistema de escrita , o modelo ortográfico clássico predominante. Inscrições similares que continham vários termos adotados do Árabe com alguns deles ainda escritos na forma indianizada também foram descobertas em outras partes da Sumatra e do Bornéu.

Malaio Pré-Moderno (século XIX)

O século XIX foi um período de forte dominação política e comercial por parte do Ocidente sobre o arquipélago malaio. A demarcação colonial trazida pelo Tratado Anglo-Holandês de 1824 levou à colonização efetiva da parte sul das Índias Orientais pela Companhia Holandesa das Índias Orientais enquanto o Império Britânico mantinha diversas colônias e protetorados na península malaia e no norte do Bornéu. Os colonizadores holandeses e britânicos, ao perceberem a importância do entendimento das línguas e da cultura local, começaram a estabelecer vários centros de estudos linguísticos, literários e culturais em universidades como a de Leida e a de Londres. Milhares de manuscritos e outros artefatos históricos da cultura malaia foram coletados e estudados. O uso do alfabeto latino começou a expandir no campo da administração e da educação, onde as literaturas e idiomas ingleses e holandeses começaram a adentrar e se espalhar gradualmente na língua malaia.

Malaio Moderno (século XIX ao presente)

O florescimento da literatura malaia pré-moderna do século XIX levou a ascensão do movimento intelectual entre os locais e ao surgimento de novas comunidades de linguistas malaios. A apreciação do idioma cresceu, e vários esforços foram tomados pela comunidade para promover ainda mais o uso do malaio, assim como para melhorar as suas habilidades para enfrentar a Era moderna. Entre as medidas tomadas estava o planejamento de um corpus linguístico para o malaio, iniciado pela Pakatan Belajar-Mengajar Pengetahuan Bahasa (Sociedade para o Aprendizado e Ensinamento de Conhecimento Linguístico), estabelecida em 1888. A sociedade Pakatan Bahasa Melayu dan Persuratan Buku Diraja Johor (Sociedade Real de Língua Malaia e Obras Literárias de Johor), que recebeu esse nome em 1935, se envolveu ativamente na organização e compilação das diretrizes para ortografia, dicionários, gramática, pontuação, letras, redações, terminologias e etc. O estabelecimento da Universiti Pendidikan Sultan Idris (Universidade Educacional Sultan Idris) (UPSI), em 1922, em Tanjung Malim, Peraque, intensificou esses esforços. Em 1936, Za'aba, um excelente acadêmico e palestrante da UPSI, produziu uma série de livros de gramática malaia entitulada Pelita Bahasa, o que modernizou a escrutura da linguagem do Malaio Clássico e se tornou a base da língua malaia que ativa atualmente. A mudança mais importante foi a sintaxe, que foi da forma passiva clássica para a forma ativa moderna. No século XX, outros melhoramentos também foram realizadas por outras associações, organizações, instituições governamentais e congressos em vários pontos da região.

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Fonologia

Existem muitos dialetos e variações no malaio, mas essa é a fonologia do malaio padrão, chamado de Bahasa Melayu Baku. Ao contrário do tailandês e do mandarim, o malaio não é um idioma tonal.

Vogais

As seis vogais do malaio padrão (Bahasa Melayu Baku) estão representadas abaixo. Considerações extras sobre as vogais da língua malaia e seus fonemas estão citadas abaixo. Algumas análises sugerem que existem três ditongos fonêmicos nativos do malaio. São eles: Esses ditongos correm apenas no final dos morfemas dissilábicos ou trissilábicos. Outras análises consideram que esses ditongos são apenas monotongos seguidos de uma aproximante, ou seja, ⟨ai⟩ representa /aj/, ⟨au⟩ representa /aw/ e ⟨oi⟩ representa /oj/. De acordo com essa análise, não existem ditongos fonêmicos no malaio.

Consoantes

As consoantes do malaio padrão estão representadas abaixo. Consoantes não nativas que ocorrem apenas em palavras emprestadas, principalmente do árabe e do inglês, são mostradas entre parênteses. Algumas análises listam 19 consoantes primárias no malaio, que são os 18 símbolos que não estão entre parênteses na tabela mais a oclusiva glotal [ʔ]. Onde os símbolos aparecem em pares, o da direita representa a consoante sonora. Os sons são representados ortograficamente pelos símbolos da tabela, exceto: Considerações extras sobre as consoantes da língua malaia e seus fonemas estão citadas abaixo.

Prosódia

O malaio é uma língua isocrônica, o que significa que cada sílaba leva o mesmo período de tempo para ser enunciada. Em alguns idiomas, como o inglês e o alemão, quem leva o mesmo período de tempo para ser pronunciado são os segmentos divididos pela tonicidade de cada palavra. O que causa a diferença é que cada um desses segmentos pode ter um número diferente de sílabas, o que faz com que algumas partes frase sejam ditas de forma mais apressada do que outras. A sílaba tônica das palavras é sempre a penúltima. A exceção principal para essa regra é quando a penúltima sílaba contém a vogal /ə/, o que faz com que a tonicidade passe para a última sílaba.

Fonotática

Mais de 90% dos léxicos nativos é baseado em morfemas de raiz dissilábica, com uma pequena porcentagem de raízes monossilábicas e trissilábicas. Apesar disso, com a vasta difusão da prefixação e sufixação, são encontradas muitas palavras com cinco ou mais sílabas. No léxico nativo, a estrutura da sílaba é C1VC2, onde C1 e C2 são opcionais e C1 pode ser qualquer consoante (embora /w/ e /j/ quase nunca apareçam no início da palavra). Em sílabas no final dos morfemas, C2 pode ser qualquer consoante exceto as laminais /t͡ʃ/, /d͡ʒ/, /ɲ/ e as plosivas sonoras (/b/, /d/, /g/). Em sílabas não finais, C2 é ou uma consoante nasal ou /r/ antes de qualquer outra consoante com a exceção de /h/, /w/ ou /j/. Por exemplo:

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Ortografia

Alfabetos

O malaio utiliza dois alfabetos, o rumi (Brunei, Malásia e Singapura: Tulisan Rumi, literalmente "escrita romana"; Indonésia: Aksara Latin, literalmente "escrita latina"), que consiste nas 26 letras do alfabeto latino padronizado pela ISO e o jawi (em árabe: جاوي), uma variação do alfabeto árabe. O rumi é oficial na Malásia, em Singapura e na Indonésia, onde possui uma ortografia oficial diferente. Em Brunei, o rumi é um alfabeto cooficial com o jawi. A seguir, estão apresentadas as letras do alfabeto rumi, com o nome que é dado a elas no malaio padrão (que é diferente no indonésio, visto que a pronúncia do malaio padrão se assemelha a do inglês, enquanto a do indonésio se assemelha a do holandês, por conta dos diferentes polos de influencia europeia), o(s) fonema(s) que elas representam e um exemplo de aproximação para o português brasileiro.

História dos sistemas de escrita

No século II, o malaio foi usado nos reinos de Langkasusa e Gangga Negara, provavelmente usando as escritas Kawi e Rencong. A primeira inscrição que usava o jawi, alfabeto derivado do árabe, foi achada na pedra Terengganu em 1303, o que também indicava a chegada do Islã na península da Malásia. Por um período de cerca de 1000 anos (do século XII até os dias atuais), o jawi tem sido usado pelos malaios muçulmanos, tendo se adaptado ao longo dos séculos e evoluído da sua forma clássica para a forma aprimorada que é usada atualmente para propósitos educacionais, administrativos, comerciais e políticos. Existem cerca de 10.000 manuscritos malaios escritos em jawi ao redor do mundo, que abordam uma série de assuntos, que incluem ciência e matemática. Comerciantes, embaixadores, acadêmicos e colonizadores estrangeiros regularmente passavam pelo arquipélago malaio, onde o malaio era a língua franca. A realeza malaia usava a escrita jawi na comunicação durante o sultanato de Malaca no século XV, prática que continuou acontecendo até a independência da Malásia em 1957. A Declaração de Independência da Malásia foi escrita em jawi e em inglês, e durante o século XX, a imprensa continuou a utilizar a escrita como forma de expressar o nacionalismo fortalecido pela independência.

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Gramática

Nos tópicos gramaticais abordados a seguir, além das referências especificadas, há uma referência comum que foi utilizada.

Pronomes

Os pronomes em malaio são divididos em pessoais, possessivos, demonstrativos, locativos, interrogativos e indefinidos. Eles não são diferenciados por gênero (assim como a maior parte das palavras do idioma), mas podem ser classificados como formais e informais em alguns casos, dependendo da situação e do referente. Pronomes formais podem ser utilizados em qualquer situação e com qualquer interlocutor, sendo considerados neutros e educados, enquanto os pronomes informais são utilizados entre pessoas próximas ou que possuem um status social parecido, embora possam soar desrespeitosos caso não haja intimidade suficiente para a sua utilização. É comum que pronomes formais sejam utilizados com pessoas mais velhas, visto que o forte respeito aos idosos é um ponto recorrente nas culturas asiáticas.

Verbos

Os verbos não são flexionados de acordo com pessoa ou número, e também não são marcados por tempo, que costuma ser indicado por advérbios. Porém, existe um sistema complexo de afixos (o malaio é uma língua aglutinativa, o que significa que as palavras são formadas através da adição de afixos a raiz de uma palavra) para dar nuances de significado e diferenciar vozes ou modos intencionais e acidentais, e que costumam ser ignorados na linguagem coloquial. Alguns analistas afirmam que o malaio possui 4 modos: O imperativo, indicativo/assertivo, condicional e infinitivo/indefinido. Os verbos também podem ser primitivos ou derivados. Os primitivos são aqueles que são originalmente verbos, enquanto os derivados são os verbos formados pela junção de afixos com verbos, advérbios ou adjetivos. Por exemplo:

Sentença

A ordem das palavras na frase é sujeito-verbo-objeto, assim como no português. Não existem plurais nem gênero gramatical. Além disso, existem três tipos de sentenças em malaio, as equacionais, as verbais e as existenciais. As sentenças equacionais consistem em sujeito e predicado, que algumas vezes é visto como complemento por apresentar informações adicionais sobre o sujeito, ou seja, "complementa" o seu significado. O sujeito de uma sentença ocupacional costuma ser uma frase nominal (FN), enquanto o predicado pode ser uma frase nominal, adjetiva (F ADJ), adverbial (F ADV), preposicional (F PREP) ou verbal (FV). É importante lembrar que a função da FV como predicado em uma sentença equacional é diferente da sua função em uma sentença verbal. A FV descreve estados na sentença equacional, enquanto costuma descrever ações na sentença verbal.

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Vocabulário

Declaração dos direitos humanos

Segue um exemplo de vocabulário malaio, o artigo 1 da Declaração dos Direitos humanos. Semua manusia dilahirkan bebas dan sama rata dari segi maruah dan hak-hak. Mereka mempunyai pemikiran dan perasaan hati dan hendaklah bertindak di antara satu sama lain dengan semangat persaudaraan. Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. Eles possuem pensamentos e sentimentos e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade.

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Fontes consultadas

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