Bioplastia
Bioplastia é uma técnica de modelagem corporal e facial usando implantes biológicos ou sintéticos.
A Bioplastia foi desenvolvida pelo cirurgião plástico Almir Moojen Nácul na década de 1990 para, em casos selecionados, evitar “a internação hospitalar, a cirurgia e a anestesia geral, deixando de lado os grandes curativos e o longo tempo de recuperação e percepção dos resultados, que ainda são as maiores preocupações na hora de optar por uma cirurgia“. A técnica é baseada nos princípios básicos da cirurgia plástica convencional e teve, também, sua origem nas técnicas tradicionais de preenchimento, todavia se difere destas por utilizar os biomateriais em planos anatômicos profundos (abaixo do músculo). A Bioplastia, quando bem realizada, possibilita criar, realçar, recuperar, rejuvenescer ou complementar as características que determinam a beleza.
Desde 2014, o médico Dr. Eduardo Costa, um dos primeiros alunos do Dr. Almir Nácul, e outros profissionais tem exportado a técnica para diversos locais do mundo, como Colômbia, México, Estados Unidos e Europa - difundindo a Bioplastia e demonstrando a segurança da utilização do PMMA através de estudos e pesquisas.
Ao longo dos últimos anos, Dr. Eduardo Costa, Dra. Danuza Alves, Dr. Roberto Chacur e outros profissionais tem se dedicado a aprender e estudar sobre a Bioplastia. Com a publicação de diversos artigos mostrando a segurança do PMMA e da Bioplastia, a técnica tem conquistado o respeito e a admiração de cada vez mais profissionais, dentre eles Dermatologistas e Cirurgiões Plásticos.
O Polimetilmetacrilado (PMMA) foi sintetizado com sucesso pela primeira vez em 1.902. Desde 1.945, o PMMA é amplamente utilizado na odontologia para fixação de próteses dentárias. O PMMA tem sido usado cada vez mais em diversas especialidades cirúrgicas e é conhecido como um excelente material para estabilização de longas fraturas ósseas, rescontruções craniofaciais, lentes intraoculares e preenchimento de tecidos moles. O PMMA é classificado como um bom material aloplástico devido a algumas de suas características, como o fato de ser permamente, não absorvível e não degradável. O PMMA é amplamente estudado devido ao seu grande número de possíveis aplicações, como em revestimento ósseo, cola óssea, dispositivos óticos (lentes intraoculares), biomaterial para aplicação intramuscular, entre outros Em 1.994, suas microesferas foram associadas ao colágeno bovino, criando um veículo em gel, pastoso, para facilitar o implante no subcutâneo. O que se observou foi uma melhor retenção com o uso do colágeno misturado as microesferas de PMMA, isto gerou grandes e positivas expectativas da comunidade médica e científica


