Zwartboek
'Ll'Zwartboek é um filme britano-belgo-teuto-neerlandês de 2006, dos gêneros drama, guerra, espionagem e suspense, realizado por Paul Verhoeven, com roteiro de Gerard Soeteman e do próprio Verhoeven.
Imagem: Photocapy · BY-SA · Openverse
Em 1956, a judia Rachel e a turista Ronnie reencontram-se por acaso num kibutz israelense na região do Mar da Galileia, após mais de uma década sem se verem. Ronnie estava passeando pela Terra Santa com o seu marido canadense. Após a partida de Ronnie, Rachel relembra perto de um lençol de água o período vivido na Holanda durante a Segunda Guerra Mundial. Em setembro de 1944, o endereço clandestino da cantora judia Rachel Stein é bombardeado por acidente pelas forças aliadas. Rachel é salva por um filho de agricultor a bordo de um velejador e aconselhada pelo clandestino Van Gein a escolher entre a clandestinidade ou a fuga. Recorrendo à ajuda de Van Gein, Rachel escolhe fugir com a família e um grupo de judeus e atravessar a rede de rios do Parque Nacional De Biesbosch em direcção a território já libertado do dominio dos nazistas. Rachel recolhe 50000 florins em dólares e diamantes junto de Smaal, o notário do seu pai, que anota a transacção num livrinho e o dá a Rachel para confirmar a transacção através de assinatura. Contudo, durante a travessia pelo Biesbosch, Rachel e os restantes passageiros entre os quais os pais e o irmão recem-operado ao ceco são assaltados por Van Gein. O barco acaba nas mãos de uma patrulha alemã e praticamente todos os ocupantes são metralhados. Todos menos Rachel que salta para a água na altura em que os primeiros corpos metralhados caem na água. Escondida, Rachel assiste horrorizada à retirada dos corpos metralhados e à recolha bruta dos despojos. Mais tarde, Rachel disfarça-se de mulher morta vítima de tifo dentro de um caixão e chega a uma associação de caridade onde ela vai cozinhar, sob a orientação do clandestino comunista Gerben Kuiper. Neste período muda de identidade para Ellis de Vries e altera o seu aspecto físico de modo a aproximar-se do ideal hitleriano de beleza e sobretudo disfarçar a sua ascendência judia.
Imagem: Photocapy · BY-SA · Openverse
No agregador de críticas Rotten Tomatoes, o filme tem um índice de aprovação de 75% com base em 155 comentários dos críticos; o consenso geral afirma: "Uma mistura furiosa de sexo, violência e relativismo moral, Black Book é um melodrama descaradamente divertido." O Metacritic relatou que o filme teve uma pontuação média de 71 de 100, com base em 34 revisões da imprensa.


