Budismo tibetano
O budismo tibetano, também chamado de budismo vajrayana ou lamaísmo,[carece de fontes?] emprega práticas de meditação na forma de elaborados rituais, com leitura de Sadhanas, visualizações e instrumentos musicais. Possui uma forte tradição nas artes, com elaboradas pinturas e esculturas, e também em ordens monásticas, com ênfase no relacionamento entre alunos e lamas.
Império do Tibete (século VII - IX d.C.)
O budismo foi introduzido ao Tibete durante sua a existência do Império do Tibete (século VII à IX). Escrituras budistas em sânscrito originárias da Índia foram traduzidas para o tibetano sob o reinado do rei tibetano Songtsän Gampo (618-649). Durante o reinado de Trisong Detsen (755-797), o budismo foi estabelecido como religião oficial de estado. Trisong Detsen convidou mestres indianos para sua corte, incluindo Padmasambhāva e Santaraksita (725–788), que fundaram a linhagem Nyingma, sendo esta a mais antiga escola de Budismo Tibetano.
Período de fragmentação (século IX–X)
Uma mudança na crescente influência budista se deu durante o reinado de Langdarma (836-842), e sua morte deu origem à intitulada Era de Fragmentação, período da história tibetana que a centralização política do Império do Tibete se colapsou.


