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Gerenciamento de processos de negócio

O Gerenciamento de Processos de Negócio (português brasileiro) ou Gestão de Processos de Negócio (português europeu) é um conceito que une gestão de negócios e tecnologia da informação com foco na otimização dos resultados das organizações por meio da melhoria dos processos de negócio.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 10/07/2026
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BPM: visão Gestão de Negócios

Imagem: EPTrilhas · BY · Openverse

Nos anos 80, a Gestão da Qualidade Total estava no topo da lista de prioridades das empresas em todo o mundo. Na década de 90, Michael Hammer e James Champy lançaram o artigo "Don’t automate, obliterate" pela Harvard Business Review. Esse artigo foi o marco da chamada onda de BPR (Business Process Reengineering) ou Reengenharia de Processos. Em 2003, Howard Smith e Peter Fingar lançaram o livro "Business Process Management: The Third Wave" com os conceitos de Gerenciamento de Processos de Negócios. O BPM se tornou então o assunto mais importante nas empresas. Como especialistas em TI, os autores focaram o BPM como sendo uma automação de processos por meio de ferramentas de software. É importante ressaltar alguns pontos, em relação ao BPM, para os gestores interessados em implantar o Gerenciamento de Processos de Negócios para alavancar os resultados de suas organizações. Outro ponto de atenção é que implantar o BPM (Gerenciamento de Processos de Negócios) em uma empresa não é simples, não é rápido, envolve mudança de comportamento das pessoas e comprometimento da alta administração. Por último, o uso do enfoque de Gerenciamento de Processos de Negócios se torna essencial para o sucesso de um projeto de implantação de BPM. Não necessariamente se deve contratar uma consultoria especializada, desde que os gerentes tenham conhecimento e preparo adequado no assunto e a organização coloque o BPM como prioridade.

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O papel das pessoas no BPM

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Uma das vertentes do BPM é o foco nas pessoas (human-centric), sendo estas o centro dos processos de negócio. Alguns BPMS vêm seguindo esta corrente buscando oferecer às partes interessadas (usuários, atores de processos, envolvidos) maior facilidade e flexibilidade no uso, o que torna a experiência mais agradável, com ferramentas simples e intuitivas. A modelagem de processos é feita nos próprios BPMS, alguns dos quais seguem a notação mais usada atualmente, o BPMN (Business Process Modeling Notation), que consiste em uma série de ícones padrões para o desenho de processos, o que facilita o entendimento. Esta é uma etapa importante da automação pois é nela que os processos são descobertos e desenhados e também pode ser feita alguma alteração no percurso do processo visando a sua otimização. Após o desenho e o estabelecimento dos atores de processos, pode ser feita uma simulação, onde se pode testar se as regras pré-estabelecidas estão de acordo com o objetivo da empresa e se as tarefas estão sendo encaminhadas para as pessoas corretas.

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Prática

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Embora as etapas possam ser vistas como um ciclo, as restrições econômicas ou de tempo provavelmente limitarão o processo a apenas algumas iterações. Esse é frequentemente o caso quando uma organização usa a abordagem para objetivos de curto a médio prazo, em vez de tentar transformar a cultura organizacional. As verdadeiras iterações só são possíveis por meio dos esforços colaborativos dos participantes do processo. Na maioria das organizações, a complexidade requer tecnologia capacitadora (veja abaixo) para dar suporte aos participantes do processo nesses desafios diários de gerenciamento de processos. Até o momento, muitas organizações muitas vezes iniciam um projeto ou programa de BPM com o objetivo de otimizar uma área que foi identificada como uma área para melhoria. Atualmente, os padrões internacionais para a tarefa limitam o BPM à aplicação no setor de TI, e a ISO/IEC 15944 abrange os aspectos operacionais do negócio. No entanto, algumas corporações com a cultura de melhores práticas usam procedimentos operacionais padrão para regular seu processo operacional. Outros padrões estão sendo trabalhados atualmente para auxiliar na implementação de BPM (BPMN, arquitetura corporativa, Business Motivation Model).

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BPM CBOK V3.0

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O Guia para o Gerenciamento de Processos de Negócio – Corpo Comum de Conhecimento - BPM CBOK V3.0 em português é uma versão ajustada e ampliada do BPM CBOK V3.0 em inglês. O BPM CBOK V3.0 em português é organizado pela ABPMP – Association of Business Process Professionals do Brasil. A aplicação de BPM depende de contexto e embora o O QUÊ seja de comum acordo, o COMO depende do ONDE. O BPM CBOK V3.0 em português foi preparado para o contexto e necessidades de aplicação de BPM no Brasil, ao nível crescente de interesse e maturidade em BPM no País e à necessidade de formação profissional em BPM para atender a este contexto e evolução. O BPM CBOK é dividido em nove áreas do conhecimento, todas relacionadas e complementares umas às outras: 1. Gerenciamento de Processos de Negócio 5. Gerenciamento de Desempenho de Processos 7. Organização do Gerenciamento de Processos 8. Gerenciamento Corporativo de Processos

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