Cássio Taniguchi
Cassio Taniguchi ComMM é um engenheiro eletrônico e político nipo-brasileiro filiado ao Partido Social Democrático (PSD). Pelo Paraná, foi deputado federal, além de prefeito da capital Curitiba por dois mandatos.
Imagem: Gilberto Nascimento / Câmara dos Deputados · BY · Openverse
Filho de Masaji Taniguchi e Masako Taniguchi, graduou-se em Engenharia Eletrônica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) em 1964. Presidiu a Urbanização de Curitiba (URBS, 1972-1975), empresa que gerencia o sistema de transporte urbano da cidade, e o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC, 1980-1983 e 1989-1994). Foi Secretário de Estado do Planejamento e Coordenação Geral e Secretário de Estado da Indústria e Comércio do Estado do Paraná, entre 1995 e 1996 (governo Jaime Lerner), na época da mudança do perfil econômico do Estado, atuando diretamente na atração e implantação do polo automobilístico (montadoras Audi-Volkswagen e Renault).
Imagem: Gilberto Nascimento / Câmara dos Deputados · BY · Openverse
Foi prefeito de Curitiba por dois mandatos consecutivos, de 1997 a 2004. Em seu primeiro mandato, Taniguchi foi admitido pelo presidente Fernando Henrique Cardoso à Ordem do Mérito Militar no grau de Comendador especial. Foi eleito deputado federal na eleição de 2006. Na Câmara dos Deputados, é autor do Projeto de Lei nº 34/2007, que propôs alterações no Estatuto da Cidade para oferecer incentivos à utilização racional do solo urbano como medida de enfrentamento ao aquecimento global e redução da emissão dos gases do efeito estufa. Em 6 de fevereiro de 2007, licenciou-se para exercer o cargo de Secretário de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente do Distrito Federal, no governo de José Roberto Arruda permanecendo de janeiro de 2007 até dezembro de 2009, posteriormente reassumindo seu mandato de Deputado Federal, sem partido, haja vista o Anúncio da sua saída do Democratas 6 dias antes de deixar a pasta. Em janeiro de 2011, assumiu como Secretário de Planejamento do Paraná no governo Beto Richa.
Condenação
Em 2010, foi condenado a seis meses de prisão em regime fechado por crime de responsabilidade, sendo acusado de desviar dinheiro de um convênio firmado entre a administração de Curitiba e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) quando era prefeito. Ele teria usado parte dos recursos para pagar um precatório (dívida do poder público com o cidadão) que não estava previsto no convênio. Porém, após confirmação pelo STF, a ação judicial foi extinta porque prescreveu o tempo para cumprir a pena.
Imagem: PLAMUS Plano de Mobilidade Urbana Sustentável · BY-NC-SA · Openverse
(PFL, PL, PPB, PRN, PRP, PSB, PSC, PSD, PSL, PST, PTdoB, PTB, PTN)


