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Cavalaria pessoal do imperador

A cavalaria pessoal do imperador ou do Augusto, ou ainda equestres pessoais do imperador ou do Augusto foi um corpo de cavalaria da guarda pretoriana durante o Principado (27 a.C.–285 d.C.) do Império Romano. Baseada em Roma, escoltava o imperador romano todas as vezes que deixava a cidade em campanha ou em viagens pelas províncias.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 25/07/2026
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História

Sua origem é incerta. Pode ter sido criado pela dinastia flaviana ou por Trajano (r. 98–117), uma vez que aparece documentada na Coluna de Trajano como ativa durante as Guerras Dácias (101–106). Tem sido sugerido que formou a guarda montada pessoal do imperador já durante seu mandato como governador da Germânia Superior. Embora designada em inscrição como um número, parece ter sido estruturada como uma ala militar regular (ou seja, força dupla) de auxiliares, sob o comando de um tribuno militar (comumente listado como um prepósito), que provavelmente reportou-se ao prefeito pretoriano, o comandante da guarda homônima. Inicialmente provavelmente continha 720 cavalos, divididos em 24 turmas, ou esquadrões, de 30 homens cada sob comando de decuriões. Os números elevaram-se para cerca de 1 000 sob Adriano (r. 117–138) e o regimento foi expandido para cerca de 2 000 cavalos no final do século III pelo imperador Septímio Severo (r. 193–211). Tinham como sua base um castro situado ao sopé do monte Célio, em Roma, que em 193, após a última fase de reorganização do regimento, recebeu uma expansão; as ruínas de ambos foram descobertos sob a Arquibasílica de São João de Latrão. O equipamento dos cavaleiros imperiais foi o mesmo da cavalaria auxiliar ordinária. A partir do grande friso de Trajano incorporado ao Arco de Constantino de Roma, parece que seu emblema era o escorpião, que foi brasonado sob seus estandartes e seus escudos.

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