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Consorte real

Consorte real é o cônjuge do monarca. Assim, tem-se os termos princesa consorte, príncipe consorte, rainha consorte, rei consorte, imperatriz consorte. Estes são títulos normalmente dados, conforme for adequado nas normas das realezas monárquicas, ao monarca que está casado com o monarca reinante, e com este conceito contrasta. Em reconhecimento do seu estatuto, ao monarca consorte pode ser dado um título formal. No entanto, a maior parte das monarquias não tem regras formais sobre o estatuto de consorte, principalmente quando for masculino, de modo que é comum essa pessoa não ter quaisquer títulos.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 26/07/2026
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Em Portugal

Imagem: Heralder, Buho07 · BY-SA · Openverse

Em Portugal, existem condições específicas para um consorte masculino ser um rei consorte: ter um herdeiro real. Foi o que aconteceu por duas vezes, primeiro em finais dos anos do século XVIII, quando a rainha Maria I de Portugal, que começou a reinar em 1777, deu ao seu cônjuge (e tio) o título de rei consorte. Em 1836, D. Maria II de Portugal casou com o seu segundo esposo, Fernando de Saxe-Coburgo-Gota, um primo directo do príncipe Alberto de Saxe-Coburgo-Gota. Fernando ganhou o título de rei consorte em 1837, logo que o seu primeiro filho nasceu, e ele reinou como Fernando II, juntamente com a sua esposa. O primeiro esposo, Augusto de Beauharnais, era apenas príncipe consorte, porque ele morreu antes que pudesse suportar um herdeiro real. Uma particularidade existente em Portugal é que também os reis consortes são numerados, como se pode ver pelos exemplos dos reis consortes D. Pedro III (cônjuge da rainha D. Maria I de Portugal) e D. Fernando II (cônjuge da rainha D. Maria II de Portugal). Esta é uma das razões de o príncipe D. Pedro de Alcântara ter reinado com o título de D. Pedro IV de Portugal.

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