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CTT Correios de Portugal

Os CTT - Correios de Portugal, S.A. MHM são um relevante operador logístico de comércio eletrónico, com um portefólio alargado de serviços na área de Expresso e Encomendas, Correio, Soluções empresariais, Serviços Financeiros e Retalho que conta ainda com presença no setor bancário, através do Banco CTT. Com forte presença ibérica, os CTT empregam 13.592 pessoas e registaram, em 2024 rendimentos operacionais de 1.107,3 milhões de euros, com o Expresso e Encomendas a representar 43%, ultrapassando a área de Correio e Outros. A sustentabilidade é um dos maiores compromissos da empresa, que tem como objetivo eletrificar a totalidade da sua frota de última milha até 2030. Os CTT ligam pessoas e empresas de forma sustentável.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 15/07/2026
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História

Da fundação ao século XXI

As origens dos CTT remontam a 6 de Novembro de 1520, ano em que o Rei D. Manuel I de Portugal criou o primeiro serviço de correio público de Portugal e o cargo de Correio-Mor do Reino, desde 1606 também de Correio-Mor das Cartas do Mar, cargos extintos por D. João, Príncipe Regente da Rainha D. Maria I de Portugal em 1797, criando-se em seu lugar a Superintendência-Geral dos Correios e Postas do Reino, a 1 de Agosto de 1799. Os modernos CTT têm origem na fusão da Direcção-Geral dos Correios e da Direcção-Geral dos Telégrafos num único departamento, denominado Direcção-Geral dos Correios, Telégrafos e Faróis. Em 1911 a instituição passa a ser dotada de autonomia administrativa e financeira, passando a denominar-se Administração-Geral dos Correios, Telégrafos e Telefones, adoptando a sigla CTT que mantém até aos dias de hoje, apesar das posteriores alterações de denominação oficial. Em 1969 os CTT são transformados em empresa pública, com a denominação de CTT - Correios e Telecomunicações de Portugal, E. P..

2000-presente

A 6 de Outubro de 2000 foram feitos Membros-Honorários da Ordem do Mérito. Em 2000 assinaram com o Estado a concessão do serviço universal postal, a obrigatoriedade de assegurar a troca de correspondência em todo o país. Em 2004 os CTT adquiriram a Payshop, empresa de pagamentos eletrónicos de contas domésticas com o objetivo de complementar o serviço prestado pelos CTT na área das cobranças e de facturas.[carece de fontes?] Entraram também no capital da Mailtec com o objetivo de reforçar o posicionamento dos CTT na Área de Dados e Documentos e mais especificamente no negócio de finishing (preparação/fabrico de correio). Em 2005 adquiriram a empresa espanhola Tourline Express, que actua na área do correio expresso e encomendas em todo o território espanhol. Esta aquisição marca o início do processo de internacionalização dos CTT, que privilegia o mercado espanhol pela sua proximidade.[carece de fontes?] Em 2020, a Tourline Express passa por um processo de rebranding e reposicionamento, passando a chamar-se CTT Express.

Processo de privatização

O ano de 2013 marcou o início do processo de privatização dos CTT e de entrada em bolsa, aprovado em Conselho de Ministros, que decorreu com grande sucesso mediante a alienação das ações representativas de 68,5% do respetivo capital social através de Oferta Pública de Venda e de admissão à negociação na Euronext Lisbon.[carece de fontes?] A 5 de setembro de 2014 conclui-se a privatização da empresa liderada por Francisco de Lacerda, assinalada numa cerimónia especial com o toque do sino na Euronext Lisbon. A venda de ações representativas de 31,5% do capital social da Empresa que o Estado ainda detinha foi concretizada com sucesso, numa operação realizada através de um processo de venda rápida, dirigido exclusivamente a investidores institucionais. Nas duas fases de privatização, instituições e particulares investiram 922 milhões de euros. Os CTT passaram a ser uma empresa 100% privada, com uma alargada base acionista de investidores institucionais e particulares, portugueses e estrangeiros.

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Empresa e subsidiárias

Fazem parte do grupo as seguintes empresas:

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Logotipo

Imagem: mi) · BY · Openverse

As suas origens são antigas remontam a 1520, tempos em que a monarquia reinava em Portugal e em que as deslocações eram feitas a pé, a cavalo ou de carruagem. Resulta daí a imagem do cavaleiro montado num cavalo tocando a trombeta anunciando a chegada do correio.

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Fontes consultadas

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