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Lista de condes e viscondes de Melun

Meledunum começou como uma vila gaulesa, organizada e fortificada, mais tarde, por Clóvis I dos Francos na intenção de protegê-la. Aos poucos ela tornou-se rica e próspera, o que gerou alguns infortúnios, como as invasões viquingues que afetaram seriamente a cidade, exemplo disso foram os ataques normandos de (845), quando a cidade foi saqueada, depois em (852) e (886).

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 28/07/2026
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Viscondes de Melun

Os primeiros viscondes de Melun foram listados nos século XVII e XVIII. Em 1844, Adolphe Duchalais, com base em uma leitura mais atenta dos documentos originais, reconstruiu a lista de viscondes de Melun. Sua participação nas Cruzadas não foi das mais gloriosas. Tanta ele como Pedro, o Eremita, este último mencionado no início de 1098, durante o cerco de Antioquia. Esta acção militar foi talvez a mais dura da Primeira Cruzada devido à sua longa duração (cerca de oito meses) e às dificuldades de abastecimento que os cruzados enfrentaram, sofrendo fome e doenças. Muitos plebeus e nobres, como o conde Estêvão de Blois, desesperaram e abandonaram a expedição nesta altura. Assim, conforme descrição de Guibert de Nogent tanto o Visconde de Melun como o Eremita, tentaram desertar. Tancredo de Hauteville, temendo uma deserção generalizada, perseguiu os dois fugitivos e levou-os à força junto para junto do seu tio Boemundo de Tarento, que os repreendeu severamente.

Senhores de Montreuil-Bellay

Adão era um dos comandados por Eudes III duque da Borgonha, na batalha de Bouvines, em 27 de Julho de 1214. Eudes comandou a ala direita (composta de cavaleiros de Champagne e da Borgonha, no exército do rei Filipe II de França). Eudes tinha como lugares-tenente o conde de Saint-Pol, o conde Guilherme I de Sancerre, os condes de Beaumont e Mateus de Montmorency e Adão II, visconde de Melun. Teve 7 filhos do primeiro casamento: dos quais os mais importantes foram: João II visconde de Melun, filho de Roberto III de Artois, conde de Artois.; Guilherme, arcebispo de Sens (1346-1378 e Roberto casado em 29 de outubro de 1347 com Isabel senhora de Châtenoy e teve como filho a João senhor de Châtenoy. E teve 3 filhos do segundo casamento, dos quais: Hugo I senhor de Antoing; Isabel senhora de Houdain († 1389), casada em 1343 com Pedro, conde de Dreux. Pedro morreu em 1345 então ela se casou em 11 de julho de 1352, em segundas núpcias, com João de Artois (1321-1387), chamado também João sem Terra, conde d'Eu, senhor de Saint-Valéry. Tiveram como filho a João de Berry.

Senhores d'Antoing

Teve 3 filhos do primeiro casamento: Hugo senhor de Falvy, casado com em 1383 com Isabela, filha de João senhor de Ghistelles; Henrique, casado com Joana de Werchin; Isabela senhora de Vianne († 1409), casada em 4 de abril de 1380 com Roberto senhor de Beaufort-sur-Meuse († 1391) e 6 filhos do segundo, sendo eles: João I senhor de Antoing; Filipote senhora de Croisilles e senhora de Courrières († 1421), casada em 1 de outubro de 1399 com Jacques senhor de Montmorency († 1414); Maria, casada em 1404 com João de Lalain senhor de Houdain; Catarina, casada com João senhor de Roisin; Margarida, casada com Enguerrando senhor de Nedonchel; Catarina senhora de Villerval.

Príncipes de Epinoy

Teve 2 filhos do primeiro casamento e 7 filhos do segundo, dentre os quais: Guilherme príncipe de Epinoy; Henrique marquês de Richebourg, morreu num duelo em 1607, Ana Henrique marquês de Richebourg e visconde de Gand († 11/1630); Ana Hipólita († 16 de fevereiro de 1615) que se casou em 1610 com Filipe de Ligne príncipe de Arenberg e Ana († 18 de outubro de 1668), casada em 5 de setembro de 1611 com Alexandre I de Bournonville († 1656).

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Duques de Joyeuse

Teve dois filhos: Luís II e Ana Júlia Adelaide (n1698-m 18/05/1724), casada em 18 de setembro de 1714 com Luís, príncipe de Soubise († 1724). O título se tornou um apanágio honorário. Visconde incluem, entre outros, Armando Honório de Villars e Cláudio Luís Heitor de Villars.

Fontes consultadas