Pesquisa · Mapa mental

Frank McCann

Francis Daniel McCann, mais conhecido como Frank McCann foi um historiador dos Estados Unidos, especialista na atuação do Brasil durante a Segunda Guerra Mundial. Foi professor da Universidade de Nova Hampshire.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 30/06/2026
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Vida e carreira

Imagem: Brett Jordan · BY · Openverse

De família irlandesa-americana, quando criança, desenvolveu grande interesse por história, especialmente pela nação Iroquois. Seu interesse nasceu quando visitou o Forte Ticonderoga e outros locais históricos com seu irmão, Bernard, e seu pai, Francis Daniel. Sua mãe, Kay Moran, morreu quando tinha 8 anos de idade. Ele passava horas lendo sobre história na Biblioteca de Lackawanna. Também era um bom arqueiro e maratonista, chegando a participar da equipe católica cross-country da Western New York. Ele era escoteiro, e chegou a patente de Eagle Scout, a maior entre os Scouts BSA. Viveu por um período em Novo México, onde entrou em contato com ruínas indígenas, danças e outras expressões culturais, como o pow-wow. Formou-se na Universidade de Niagara em 1960. Se tornou Mestre pela Universidade Estadual de Kent em 1962 e Doutor pela Universidade de Indiana em 1967. Completou seu pós-doutorado na Universidade de Princeton.

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Brasilianista militar

Brasilianista famoso, escreveu o livro Soldados da Pátria, sobre a mentalidade e políticas internas do Exército Brasileiro durante o período formativo após a Guerra do Paraguai e a proclamação da ditadura do Estado Novo de Getúlio Vargas em 1937. Essa era formativa consolidou o Exército como uma instituição, tendo vontade e voz próprias, levando à queda do Império e à ditadura Vargas. Um dos marcos desse período foi a fundação da revista A Defesa Nacional. Frank também escreveu outra grande obra, o livro Aliança Brasil-Estados Unidos 1937-1945, estudando as relações entre Brasil e Estados Unidos; publicado pela primeira vez em 1974, concorreu com menção honrosa ao Prêmio Bolton e vencedor do Prêmio Bernath de 1975. Ele foi editado no Brasil pela Biblioteca do Exército (Bibliex). Um dos comentários feito por McCann foi o convite ao Brasil para participar da administração da Áustria ocupada ao fim da Segunda Guerra. Segundo McCann, o assunto foi rejeitado pelos militares na Itália e o convite sequer chegou ao nível de Getúlio.

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Fontes consultadas

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