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Fuzil de assalto

Um fuzil de assalto (português brasileiro) ou espingarda de assalto (português europeu) é qualquer rifle de fogo seletivo que utilize cartuchos de calibre intermediário e um carregador destacável. O primeiro uso destas armas se deu na Segunda Guerra Mundial. Lentamente, ao longo do século XX, tornou-se a arma de escolha para a maioria dos exércitos ao redor do mundo, substituindo as submetralhadoras e outras armas. Exemplos de armas classificadas como fuzis de assalto incluem a StG 44, a AK-47 e a M16.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 01/09/2026
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Desenvolvimento

Nascido nos últimos anos da Segunda Guerra Mundial, o fuzil de assalto passou por uma grande evolução a partir de 1970, ao adaptar-se aos mais diversos usos na guerra moderna. Ele surgiu quando estrategistas e engenheiros militares alemães perceberam que — diferentemente da Primeira Guerra Mundial, que foi travada com exércitos inteiros em linhas estáticas, ou seja, combates em trincheiras e com disparos a longas distâncias — a Segunda Guerra não permitia o estacionamento de tropas devido à grande mobilidade dos veículos blindados apoiados pela artilharia e infantaria. Em fins de 1944, os alemães apareceram nos campos de batalha com uma nova e revolucionária arma: o casamento entre o poder e a precisão do fuzil com o fogo automático da metralhadora, o Sturmgewehr 44 (Fuzil de Assalto, nome usado até hoje), o termo foi cunhado por Adolf Hitler. Os fuzis de assalto representam um salto enorme no campo bélico, e até hoje são a principal arma de todos os exércitos do mundo. Ele surgiu em circunstâncias nas quais o infante combatia a curtas distâncias, sendo que muitas vezes o embate ocorria em áreas urbanas, ou seja, em um campo de batalha que não havia sido explorado até o momento ou tido a devida atenção; diferentemente do combate em campo aberto, não havia o apoio instantâneo do fogo das metralhadoras, as quais necessitavam ser montadas. Além disso, o encontro com o inimigo era inesperado. Esse panorama fez com que armas fossem modificadas para se adaptarem a essa nova realidade, e as metralhadoras exemplificam tal mudança: receberam bipés e coronhas, ficando os tripés e outros reparos para outras situações; também nesse novo cenário de guerra as submetralhadoras tornaram-se uma das melhores armas a serem empregadas devido ao seu poder de fogo, grande capacidade de munição e portabilidade, tendo como destaques a alemã MP-40, americana Thompson e a inglesa Sten; também se destacaram armas como a Carabina M1 e os fuzis BAR e M1 Garand que possuíam um maior poder de fogo e velocidade de tiro quando comparadas com os fuzis de repetição.

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Fontes consultadas

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