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Goiânia Esporte Clube

Goiânia Esporte Clube, mais conhecido como Goiânia, é um clube polidesportivo brasileiro da cidade de Goiânia, capital do estado de Goiás. Foi fundado oficialmente em 27 de maio de 1938 com o nome de Corintians Goiano Futebol Clube. Iniciado como um clube de futebol, acabou desenvolvendo vários departamentos esportivos dentro da entidade, embora a maioria destes departamentos estejam desativados atualmente por questões financeiras.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 22/07/2026
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História

Em 1998, o clube conseguiu retornar para a divisão principal do goiano com dignidade. Foi campeão invicto da segundona. Porém suas participações no goiano eram pífias. Montava um time razoável com o intuito de apenas disputar o campeonato e tentar ficar em alguma colocação mediana. Não tinha uma equipe muito qualificada e quase sempre perdia seus clássicos contra o Goiás, o Vila e o Atlético. No âmbito nacional, o clube disputou cinco brasileiros série C, sendo que em 1999 em um jogo muito espetacular ganhou do Fluminense de virada por 4 a 3. Ainda disputou a Copa do Brasil, sendo eliminado na segunda fase pelo Corinthians. Em 2003 foi rebaixado de novo para a segunda divisão junto com seu arquirrival Atlético. O clube acabou ficando em penúltimo no Goianão de 2003. Em 2004 o clube disputou a segundona. Parecia que seria campeão, chegando a vencer o América de Morrinhos por 10 a 0, no entanto terminou em terceiro lugar e conseguiu o acesso para a Primeira Divisão graças à desistência do Novo Horizonte. Em 2005 foi novamente rebaixado para Segunda Divisão, terminando o campeonato em último. Em 2006 foi campeão da Segunda Divisão, perdendo apenas um jogo durante a campanha. Na última partida do campeonato aplicou uma goleada de 9 a 1 no Iporá. Disputando o Campeonato Goiano de 2007, o clube decepcionou sua torcida mais uma vez, terminando em último com mais um rebaixamento.

1936–1937: O início, antes da fundação oficial

Mesmo com o fim da União Americana, devido a distância entre Goiânia e Campinas, José Henrique da Veiga Jardim não desanimou. No dia 30 de julho de 1936, ele e mais um grupo de esportistas se reuniram em uma casa de madeira na avenida Araguaia para a fundação de um novo clube que representa-se a nova capital, o Goiânia como ficou conhecido pelo boca a boca. Neste dia foram decididos as cores e os detalhes do uniforme da equipe, que teria camisas pretas com golas brancas, calções brancos e meias pretas. Também foi decidido que o mapa do estado de Goiás seria o escudo do clube e ele ficaria localizado ao centro na altura do peito. O arquiteto José Amaral Neddermeyer foi aclamado como presidente do clube, com a diretoria sendo formada da seguinte maneira: 1º vice-presidente Carlos Alberto de Freitas, 2º vice-presidente Benedito Zupelli, secretário geral Pedro de Souza Osório, 1º secretário Manoel Alves, 2º secretário João Santana Sobrinho, tesoureiro Aquilino Contart, setor esportivo José Henrique da Veiga Jardim e o orador Maximiano da Matta Teixeira. Assim como ocorreu na União Americana, foram criadas duas comissões: a primeira teria João Fadu Saher e Manoel B. Oliveira com o objetivo de divulgar o clube. Já Manoel Alves Toddy Aaderup e Jorge Diniz Carneiro ficariam a cargo da segunda para elaborar planos para a construção de um estádio.

1938–1939: Fundação oficial, mudança de nome e retorno ao nome original

Em busca da superação dos problemas esportivos que ocorreram no ano anterior, o time do Goiânia, que estava sendo reformulado pelo José Henrique da Veiga Jardim, marcou um jogo contra o Atlético Goianiense em abril de 1938 — não se tem informação se o jogo chegou a ser disputado — Zezé da Veiga (José Henrique), não deixaria de exercer a função de diretor esportivo da equipe fundada em julho de 1936, cujo objetivo era de representar o futebol de Goiânia. Desde então, se empenharia no trabalho de reunir jogadores e agendar jogos, atuando inclusive como treinador, mesmo sem a estrutura de um clube esportivo, que nem saíra do “papel”. Provavelmente, em busca de realizar seu sonho, Zézé buscou ter maior apoio e estrutura mobilizando apoiadores para a fundação oficial do clube. No entanto, esses novos esportistas eram paulistas, o que ocasionou na mudança de nome do clube. .mw-parser-output .flexquote{display:flex;flex-direction:column;background-color:#F1F1F1;border-left:3px solid #C7C7C7;font-size:100%;margin:1em 4em;padding:.4em .8em}.mw-parser-output .flexquote>.flex{display:flex;flex-direction:row}.mw-parser-output .flexquote>.flex>.quote{width:100%}.mw-parser-output .flexquote>.flex>.separator{border-left:1px solid #C7C7C7;border-top:1px solid #C7C7C7;margin:.4em .8em}.mw-parser-output .flexquote>.cite{text-align:right}@media all and (max-width:600px){.mw-parser-output .flexquote>.flex{flex-direction:column}}@media screen{html.skin-theme-clientpref-night .mw-parser-output .flexquote{background-color:transparent}}@media screen and (prefers-color-scheme:dark){html.skin-theme-clientpref-os .mw-parser-output .flexquote{background-color:transparent}}

1940–1949: Primeiras conquistas e firmação no cenário goiano

Em 1940, a AGE (atual FGF) organizou o seu primeiro campeonato com a participação de cinco equipes. No torneio início da competição, o Goiânia venceu o seu rival Atlético Goianiense por 3 escanteios a 0 na final. A estreia carijó no Campeonato Goianiense foi contra o Operário, no dia 21 de abril de 1940, em duelo que terminou com empate, pelo placar de 2–2. Nos dois jogos seguintes, foram duas vitórias de goleada (4–1 no Atlético Goianiense e 6–1 na ECG) e uma por W.O. (Campinas). No segundo turno, aplicaria a maior goleada da competição (8–1 no Operário) e ainda aplicaria um 3–0 no Atlético Goianiense. Ao final do Goianiense de 1940, o Goiânia foi campeão invicto. Os destaques do time, foram o quinteto de ataque: Pequetito, Afonsinho, Lema, Sebinha e Bruger.

1950–1960: Era de Ouro e o pentacampeonato

Nesse período o Goiânia tinha uma equipe quase imbatível. Conseguiu a façanha de ganhar um bicampeonato (45-46), um tricampeonato (58-60) e um pentacampeonato (50-54), sendo que em 1953 e 1954 de maneira invicta. Seu principal jogador na época, Foca, foi artilheiro três vezes (51-53).

1961 a 1974: a espera e o último título

Apesar do clube ter conquistado a Copa Brasil Central invicto em 1967. Esse período não foi um dos melhores. O Goiânia levantou um título goiano após oito anos e acabou vendo surgir duas novas potências do futebol goiano: Goiás e Vila Nova. Durante esse período, conseguiu conquistar apenas dois Campeonatos estaduais, e ainda viu sua torcida diminuir.

1975 a 1997: maldição, coadjuvante e rebaixamento estadual

Nesse período o Goiânia foi apenas um mero coadjuvante no futebol. Em âmbito nacional disputou quatro brasileiros série A, quatro brasileiros série B, um brasileiro série C e ainda participou de uma edição da Copa do Brasil, não obtendo muito sucesso em nenhuma dessas competições. Já a nível regional o clube acabou perdendo muito espaço. Era superado por vários times do interior. Conseguiu chegar a final em poucas oportunidades. E não conseguiu levantar nenhum caneco. Seu pior momento foi no Campeonato Goiano de 1997. O clube conseguiu ser o primeiro time entre os quatro grandes a cair para a Segunda Divisão do estadual, após um primeiro turno horrível e um segundo turno mediano, o time não conseguiu se aliviar da zona. A partir daquele momento uma das equipes mais tradicionais de Goiás estava fadada na divisão de acesso.

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Cores e símbolos

Uniforme

Oficialmente, a primeira camisa do Goiânia teriam as cores preta e branca. Segundo um manuscrito escrito por Zezé da Veiga, as cores alvinegras foram escolhidas por Benedito Zupelli, fanático torcedor botafoguense e corintiano do Estado de São Paulo. Na época, em 1936, o uniforme ficou definido: camisas pretas, com golas brancas, trazendo ao peito o mapa do estado de Goiás. Os calções seriam brancos com meias pretas. O jornal Folha de Goyaz, em 1945, cita que um dos primeiros uniformes do clube, datado de 1936, era formado por calção branco, camisa preta com punhos e golas brancas e com um pequeno mapa do Brasil em cor branca à guisa de distintivo.

Escudo

O escudo do Goiânia passou por várias alterações ao longo dos anos. Iniciado em 1936, o Goiânia teve como primeiro escudo o mapa do estado de Goiás. Na época o distintivo foi carinhosamente bordado por dona Maria Luzia Leite (Baby) e dona Lucy Gomes da Veiga Jardim. No mesmo ano, é dito por algumas fontes, que o clube também utilizou o mapa do Brasil no uniforme. Somente em 1938, quando o clube denominou-se Corintians Goiano, foi criado um escudo "próprio". Era um círculo branco com as iniciais "C", "G", "F" e "C" (de Corintians Goiano Futebol Clube). Esse escudo foi usado até 1939 quando por votação, o clube alterou seu nome para Goiânia. De 1939 até 1952, o distintivo passa a ser um círculo branco com as iniciais "G", "E" e "C" inscritas dentro. Também nessa época, era usado uma versão alternativa em que o círculo era preto e as iniciais eram brancas. A partir de 1952, o distintivo começa a ganhar o formato atual, tendo pequenas alterações em tamanho, fonte e espaçamento. Um círculo branco, tendo ao centro uma faixa preta grafada "Goiânia". Na parte superior está o ano da fundação do clube, já na inferior as iniciais "E.C.".

O Galo Carijó

O Goiânia adotou o "Galo Carijó" como seu mascote. Segundo Djalma Oliveira, há quatro versões possíveis sobre a origem do mascote do Goiânia. A primeira seria por conta das cores dessa espécie de ave serem dadas em preto e branco, numa relação imediata com as cores da camisa do clube. Uma segunda versão para a utilização do galo seria a possível relação entre o futebol mineiro e o futebol goiano, dada a influência de Minas Gerais, tendo em vista que muitos goianos tinham no estado mineiro local de trabalho e/ou estudo. Logo, a escolha do galo do Goiânia teria sua origem no galo do Atlético Mineiro. O fato do clube ter um de seus principais fundadores, Zezé da Veiga, nascido em Minas, reforça essa tese. No entanto, Djalma Oliveira descarta essa versão, pois dado as datas de adoção das mascotes serem muito aproximadas, o Goiânia não teria se tornado Galo a partir da influência do Atlético, já que ambas as agremiações teriam estabelecido suas mascotes em tempos relativamente simultâneos.

Caso do Hino

O hino do Goiânia foi composto e gravado no ano de 1969, sob o nome de "Galo Carijó". A composição do hino foi feita pelo publicitário Victor Dagô sobre o qual José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, vulgo Boni, comenta: “foi um medalhão do jingle”. A peça musical foi fabricada pela Radio Corporation of America (RCA), em São Paulo, e gravado em Goiânia pelas Gravadoras Reunidas LTDA e tinha duração de um minuto e trinta e oito segundos. A gravação, perdida e recentemente encontrada novamente, contava com a seguinte letra: O galo carijó é professor, quiririquiqui Goiânia Esporte Clube, futebol é com você Após essa última estrofe, a primeira estrofe se repete novamente, seguida do refrão ("Cadê a bola?"), que por sua vez é seguido por um solo de órgão ao estilo Jovem Guarda. Depois dele, o refrão figura de novo e a canção acaba. Porém, um caso curioso ocorreu envolvendo esse hino nos anos que se seguiram, envolvendo também o rádio que transmitia os jogos do Goiânia.

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Estrutura

Estádio Olímpico Pedro Ludovico

Construído ao longo de um ano, o Estádio Olímpico foi inaugurada em 3 de setembro de 1941 com uma partida amistosa entre Goiânia e América Mineiro, que terminou com vitória por 2–0 da equipe goiana. Foi o primeiro campo esportivo oficial goianiense, à época com capacidade para dez mil torcedores. A partir da reforma atual, ele passa a comportar 12 mil torcedores. Segundo o diretor de Obras Civis da Agetop, Luiz Antônio de Paula, todo o complexo será entregue à população com todos os equipamentos de ponta. “O goianiense terá um Centro de Excelência da melhor qualidade para atender a prática de esportes olímpicos e que eventualmente também poderá ser aberto para esporte amador”.

Estádio Serra Dourada

O Serra Dourada foi construído pela prefeitura e inaugurado no dia 9 de março de 1975. Atualmente possui capacidade para cerca de 38 mil espectadores e é o segundo local onde a equipe manda suas partidas. O campo foi escolhido como mando principal na Divisão de Acesso de 2015.

Centros de Treinamento

A Área do Universitário foi uma das primeiras propriedades do Goiânia. Devido a problemas financeiros no final da década de 60, o presidente da época, Sérgio Dias Guimarães, providenciou toda a documentação para que fosse vendida a área do Goiânia, que era situada no setor Universitário. Neste local havia um campo de treinamento cujo nome homenageava Joaquim da Veiga Jardim. Exaltada por publicações da década de 60 e 70, a “casa do Goiânia”, Vila Olímpica, sempre foi o orgulho dos dirigentes. Construída para ser o lugar onde o clube formaria os atletas não só para o futebol, mas para o basquete, natação, voleibol e outros esportes, o Centro de Treinamentos do Galo era tido como o grande trunfo dos desportistas do clube.

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Torcida

No início, a torcida do Goiânia, denominada como "carijó" e "alvinegra", era formado pelos mudancistas. O clube recebia apoio de servidores públicos, comerciantes, profissionais liberais, professores e moradores da nova capital. Sua popularização aconteceu já no final da década de 30 e início de 40, pelo fato de ter tido times bastante fortes e por representar a cidade de Goiânia. A geração seguinte, na década de 50, foi muito importante também no crescimento do clube, pois foi a época de ouro. No final da década de 50 e início dos anos 60, houve uma forte migração para Goiás devido a construção da nova capital do Brasil (Brasília). Esses novos moradores acabaram por escolher o Vila Nova e o Atlético Goianiense, o que acarretou na popularização de ambos os clubes. Além disso, as péssimas campanhas, licenciamentos, rebaixamento e o crescimento do Goiás no cenário futebolístico, fez com que o Galo perdesse consideravelmente sua torcida nas décadas de 80 e 90.

Torcidas organizadas

O Goiânia tem a torcida Galoucura e a torcida GaloChopp. Durante os anos, o Galo Carijó teve inúmeras torcidas, como por exemplo a Raça Alvinegra e a Charanga, que hoje encontram-se desativadas.

Ações

Fora do estádio, a torcida têm participado de ações sociais e efetivamente da vida político-administrativa do Goiânia, mesmo que por vezes de maneira um tanto radical. A Arena do Galo e a Associação de Torcedores do Goiânia promovem eventos, ajudam o clube e fazem ações sociais na cidade.

Torcedores ilustres

Desde a sua criação, o Goiânia sempre teve torcedores ilustres. De políticos mudancistas a comerciantes, de professores a empresários, de jogadores a músicos.

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Rivalidades

Clássico Vovô

O maior rival do Goiânia é o Atlético Goianiense e as partidas entre os dois clubes são conhecidas como O Clássico ou como é chamado recentemente, Clássico Vovô. As duas torcidas praticamente dividiram a cidade de Goiânia nas décadas de 1930, 1940 e 1950, tendo o Goiânia mais exito e vitórias nesse período. A rivalidade surgiu antes mesmo da primeira partida, quando em junho de 1938 o Goiânia, na época Corintians, propôs uma partida contra o Atlético Goianiense no campo da Avenida Paranaíba (atual Olímpico) para o dia 19 daquele mês. Porém, o clube do bairro de campinas não respondeu a diretoria do Corintians fazendo com que os diretores corintianos enviassem um ofício ao jornal O Popular, dizendo que o Atlético Goianiense, mesmo não respondendo o convite, promoveu a partida na 24 de outubro (atual Accioly) sem informar ao Corintians para desmoralizar o alvinegro.

Go-Go

O Goiás, antes da sua rivalidade com o Vila Nova tornar-se a maior, tinha como maior rival o Goiânia, apesar de atualmente a rixa ser mais sentida pelos carijós, devido a força de bastidor do clube esmeraldino na década de 70 e 80. O clássico da capital goiana é um dos clássicos tradicionalmente ligados a representação da cidade: enquanto o Goiânia é associado aos mudancistas, o Goiás é visto como time da nova elite. Criado por dissidentes do Galo, o esmeraldino tentava tomar o lugar do Goiânia como representante da capital durante as décadas iniciais. O ápice da rivalidade foi no campeonato goiano de 1951, em que o clube alviverde queria ganhar o título sem jogar a terceira partida.

Clássico dos Opostos

O Clássico dos Opostos é disputado entre Goiânia e Vila Nova, o clássico possui este nome em alusão as diferenças sociais entre as duas torcidas. O primeiro duelo entre as equipes ocorreu em 15 de agosto de 1943, partida realizada no antigo estádio Olímpico, onde a equipe do Goiânia venceu a equipe do Vila Nova por 6 a 1. Um dos fatos mais marcantes da história desta rivalidade, foi o jogo que o Goiânia fez contra o Independente de Uberaba em que a renda foi cedida para o Vila Nova. Em decisões de campeonatos, os times já decidiram alguns Campeonatos Goianos.

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Treinadores

O Goiânia teve como primeiro treinador o italiano Carlos Barsi que dirigiu o time em 1938. Em 1942, o lendário Joaquim da Veiga Jardim que de 1942 a 1959, em períodos alternados, assumiu a função de treinar a equipe. Joaquim que levava nome ao antigo centro de treinamento do galo, além de treinador, também foi jogador, tesoureiro, diretor geral, massagista, roupeiro, presidente e fundador. Alguns estrangeiros ficaram a frente da equipe durante o profissionalismo, os argentinos Hector Roberto Gritta (1969) e Juan Rolón (1973); e o uruguaio Ricardo Díez (1967). Se destacou também o técnico Ney Fernandes, primeiro treinador a conquistar um campeonato goiano profissional pelo Goiânia em 1968. Além de ter ajudado na profissionalização do futebol goiano. Thomaz de Aquino, ídolo carijó como jogador, também deixou sua marca como treinador. Foi campeão do primeiro turno goiano de 1974 de maneira invicta e campeão do último título goiano do Goiânia ao bater o favorito Goiás na final.

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Comercial Esporte Clube

O Comercial foi um time de futebol formado por jogadores do quadro reserva do Goiânia, servindo principalmente para dar ritmo e rodagem à jogadores que não estavam no time principal. A equipe disputou, em 1943, o Campeonato Goianiense e ficou na segunda posição.

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Fontes consultadas

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