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Grupo Caoa

O Grupo Caoa é o distribuidor das marcas Subaru, Hyundai, Changan Automobile e Chery no Brasil. Possui duas fábricas próprias no Brasil, uma no Distrito Agroindustrial de Anápolis, onde são montados modelos da Caoa Chery, e da Caoa Changan bem como outra em Jacareí/SP, advinda da aquisição de 50,7% das operações brasileiras da fabricante chinesa Chery, em setembro de 2017, formando assim a CAOA Chery. Já produziu veiculos da Hyundai no Brasil, mas a parceria foi encerrada em 2025.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 18/07/2026
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História

O médico paraibano Carlos Alberto de Oliveira Andrade comprou em 1979 um Ford Landau em uma concessionária chamada Vepel, na cidade de Campina Grande na Paraíba, mas a concessionária faliu antes de entregar o veículo. Como compensação pelo carro não entregue, Carlos ficou com a concessionária. Após cerca de 6 anos, o Grupo Caoa – nome formado a partir das iniciais de seu fundador – alcançou o patamar de maior revendedora Ford de toda a América Latina. A expansão da empresa no setor automotivo aconteceu em 1992, quando o Brasil abriu as portas para a importação de veículos. Nos anos seguintes a Caoa tornou-se importador oficial de outras marcas como a Renault. Em 1998, passou a representar a fabricante japonesa Subaru. Em 1999, a Hyundai também passou sua representação para a Caoa no Brasil, depois de passar pelas mãos de outros dois distribuidores. Em 2001, a Hyundai tornou-se a marca líder do mercado de importados e o Tucson tornou-se utilitário esportivo mais vendido.

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Polêmicas

Propaganda enganosa

Em 2011, o grupo foi denunciado ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) por possivelmente praticar propagandas enganosas, como a declaração do ano de fabricação do Subaru Forester, segurança e motor do ix35 e das potências de Veloster, Elantra e outros modelos.

Denúncias de corrupção

Em 2015 o Grupo Caoa, junto com outras montadoras, foi investigado pela denúncia de lobby para a aprovação da Medida Provisória 471 de 2009, no governo do então Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que concedeu benefícios fiscais a empresas automotivas. Em 2016, o Grupo Caoa foi acusado de pagamento de propina ao ex-ministro da Casa Civil e da Fazenda Antonio Palocci, em 2010, em troca de sua atuação para aprovar a Medida Provisória 512 daquele ano, e ao governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, em troca benefícios tributários. Em novembro de 2017, o Ministério Público Federal ampliou as investigações sobre as relações da Caoa com Palocci, após ser constatado que a empresa de consultoria Projeto, de Palocci, firmou vários contratos com o Grupo Caoa.

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Fontes consultadas

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