Juventus Football Club
Juventus Football Club, também conhecida como Juventus de Turim ou simplesmente Juventus, e coloquialmente chamada de Juve, é um clube de futebol profissional italiano sediado em Turim, Piemonte. A Juve é a maior detentora de scudettos do futebol italiano com 36 títulos internos. O time da Juventus é o maior vencedor da Itália, em relação aos torneios nacionais que ainda são disputados. É também a maior vencedora da Copa Itália com 15 títulos conquistados e o clube italiano com mais títulos oficiais, se somados os títulos nacionais, internacionais e continentais.
Na temporada 2014/15 após a saída de Antonio Conte ao fim da época passada alegando não ter um time competitivo no cenário europeu, a diretoria bianconera tratou de contratar um técnico com perfil parecido e contratou o ex-rossonero Massimiliano Allegri, investiu em algumas contratações para dar corpo ao plantel que já tinha qualidade, na mesma linha de pensamento das janelas anteriores, a diretoria optou por gastar pouco e trazer jovens jogadores ou jogadores desacreditados nos seus respectivos clubes.[carece de fontes?] Com as chegadas dos franceses Evra e Coman ambas de graça, buscou para o setor ofensivo o espanhol Álvaro Morata para prontamente suprir a saída de Vučinić, para o meio chegou Roberto Pereyra e Rômulo. O time montado pelo treinador anterior já era muito forte para o presente cenário nacional, acima de qualquer outra equipe italiana, e a torcida já esperava cantar aos quatro ventos o grito de é tetra ao fim do campeonato. Na liga nacional o time sobrou e confirmou o que já era esperado, com o francês Pogba demonstrando um futebol de alto nível durante toda a temporada em que foi eleito melhor jogador jovem da Copa do Mundo de 2014.
O início
A Juventus foi fundada como Sport Club Juventus, no final de 1897 por alunos da escola Massimo D'Azeglio Lyceum em Turim, mas dois anos depois, foi renomeado para Foot-Ball Club Juventus. O clube se juntou ao Campeonato Italiano, em 1900. Durante este período, a equipe usou um uniforme cor-de-rosa e preto. Na temporada 1901/02 as cores do clube mudaram para listras em preto e branco, inspirado no Notts County da Inglaterra. A Juventus venceu o primeiro campeonato em 1905 jogando no estádio Velodromo Umberto I.[carece de fontes?] Houve uma confusão no clube em 1906, depois que alguns membros da equipe quiseram sair da Juventus. O presidente Alfredo Dick estava descontente e saiu com alguns jogadores importantes para fundar o FBC Torino, que por sua vez, gerou o Derby della Mole. A Juventus passou a maior parte deste período em constante reconstrução, após a separação, sobrevivendo a Primeira Guerra Mundial.[carece de fontes?]
Domínio na Liga
O proprietário da Fiat Edoardo Agnelli assumiu o controle do clube em 1923, e construiu um novo estádio. Isso ajudou o clube a ganhar seu segundo "scudetto" na temporada 1925/26 batendo o Alba Roma com um placar de 12–1, nos resultados agregados. A década de 1930 provou ser ainda melhor, o clube ganhou cinco campeonatos consecutivos, de 1930 até 1935, a maioria estava sob o técnico Carlo Carcano, com jogadores famosos como Raimundo Orsi, Luigi Bertolini, Giovanni Ferrari, Luis Monti, entre outros.[carece de fontes?] A Juventus mudou-se para o Stadio Comunale, mas no resto da década de 1930 e na maioria dos anos 1940 a equipe não conseguiu reconquistar uma posição dominante no campeonato. Após a Segunda Guerra Mundial, Gianni Agnelli foi nomeado o presidente honorário da Juve. O clube ganhou mais dois campeonatos nas temporadas 1949/50 e 1951/52, o último dos quais foi sob o comando do inglês Jesse Carver.[carece de fontes?]
Na Europa
Na era Trapattoni a Juventus foi um grande sucesso na década de 1980, o clube iniciou a década bem, ganhando o título de campeão da Serie A três vezes mais até 1984. Isto significava Juventus havia vencido 20 campeonatos italianos e foram autorizados a adicionar uma segunda estrela dourada a sua camisa, tornando-se assim o único clube italiano a conseguir isso. Nessa década os jogadores do clube foram ganhando uma atenção considerável, Paolo Rossi foi eleito Futebolista Europeu do Ano, depois de ajudar a Itália a ganhar a Copa do Mundo de 1982, onde foi artilheiro e ainda nomeado melhor jogador do torneio.[carece de fontes?] O francês Michel Platini também ganhou o título de o Futebolista Europeu do Ano por três anos consecutivos, em 1983, 1984 e 1985, recorde mantido até hoje. A Juventus é o único clube a ter seus jogadores ganhadores do prêmio em quatro anos consecutivos.[carece de fontes?] Foi Platini, que marcou o gol da vitória na final da Copa dos Campeões de 1984/85 contra o Liverpool, no entanto, o título foi marcado por uma tragédia que mudou o futebol europeu. A Tragédia de Heysel, em que 39 pessoas (na sua maioria torcedores da Juventus), foram mortos quando um muro do estádio desabou, foi chamado pelo chefe-executivo da UEFA, Lars-Christer Olsson, em 2004, de "a hora mais sombria da história das competições da UEFA", e resultou na proibição de todos os clubes de inglês em competições europeias.
Lippi — A era de sucesso
Marcello Lippi assumiu como treinador da Juventus no início da temporada de 1994/95. A sua primeira temporada no comando do clube foi um sucesso, a Juventus ganhou seu primeiro título da Serie A desde a temporada 1985/86. Entre os jogadores durante este período se destacavam Roberto Baggio, Ciro Ferrara, Didier Deschamps, Antonio Conte, Gianluca Vialli e o jovem Alessandro del Piero. Lippi ajudou a Juventus a ganhar a Liga dos Campeões de 1995/96, vencendo o Ajax nos pênaltis após um empate 1–1 na qual Fabrizio Ravanelli marcou para a Juventus. O clube não tinha muito tempo de descanso depois de vencer a Liga dos Campeões, logo chegaram jogadores de alto nível como Zinédine Zidane, Filippo Inzaghi, Edgar Davids e Paolo Montero. A Juventus venceu Serie A em 1996/97 e 1997/98, bem como a Supercopa Europeia e a Copa Intercontinental de 1996. A Juventus chegou as finais da Liga dos Campeões de 1996/97 e 1997/98, mas perdeu para o Borussia Dortmund e Real Madrid, respectivamente.
O escândalo e a volta (2004–2011)
Fabio Capello se tornou o novo treinador da Juventus em 2004, e levou a Juventus para mais dois títulos da Serie A. No entanto, em maio de 2006, a Juventus se tornou um dos cinco clubes ligados a um escândalo de manipulação de resultados na Serie A, o resultado que viu o clube rebaixado para a Serie B pela primeira vez em sua história. O clube também teve seus dois títulos retirados, conquistados com Capello em 2005 e 2006. Muitos jogadores saíram após o rebaixamento para a Serie B, incluindo Thuram, estrelas como o atacante sueco Zlatan Ibrahimović, o zagueiro italiano Fabio Cannavaro e o volante francês Patrick Vieira. No entanto, outros jogadores de grande nome permaneceram para ajudar o clube retornar à Serie A. Os bianconeri foram promovidos diretamente como vencedores do campeonato após a temporada 2006/07. Desde a sua volta à Serie A na temporada 2007/08 o ex-treinador do Chelsea, Claudio Ranieri treinou a equipe de Turim por duas temporadas. A Juve terminou em 3º lugar na sua primeira temporada após voltar em 2007/08 e se classificou para a terceira rodada de qualificação para a Liga dos Campeões de 2008/09.
Antonio Conte — Retorno à glória na Itália
Na temporada 2011/12 o emblema de Turim era deixada de lado mais uma vez das competições europeias, a segunda vez depois do retorno a Serie A do Calcio, logo a diretoria do time mais popular do país iniciou uma reformulação do elenco, após passagem de treinadores experientes, alguns com certa historia no futebol italiano e no próprio clube como o Claudio Ranieri, a diretoria resolveu arriscar as fichas num jovem treinador, e que também fez historia pelo clube italiano, Antonio Conte vindo de um trabalho razoável com o pequeno Siena, com “Conte Drácula” — como mais tarde foi apelidado pela torcida — veio também algumas contratações sem muito alarde, baratas, porém com qualidade indiscutível. Para suprir as saídas de, Miloš Krasić, Felipe Melo, Mohamed Sissoko, Mauro Camoranesi, Diego entre outros, chegou o esquecido e colocado de lado por Maximiliano Allegri, Andrea Pirlo, de graça, pois seu contrato se encerrava e o Milan só o propunha apenas mais um ano de contrato, alegando que o jogador não conseguiria se manter em alto nível por mais do que isso, então, assinou com a Juve por dois anos, e com opção de renovação por até mais dois, quem chegou para compor o meio campo com Pirlo foi o ainda desconhecido chileno Arturo Vidal, e o ala suíço Stephan Lichtsteiner, vindos do Bayer Leverkusen e Lazio respectivamente, seguido por Estigarribia, Marco Borriello, Martín Cáceres, Simone Pepe, Kwadwo Asamoah e Fabio Quagliarella. Para o setor defensivo a chegada de Andrea Barzagli praticamente fechava a formação pragmática de Conte, o 3–5–2 com variáveis para 3–4–3, quase sempre intransponível no setor defensivo. A volta à forma de Buffon depois de quase uma temporada inteira no departamento medico deu a segurança que o treinador bianconero precisava. Comprando inteiramente os direitos de Giovinco e aquisição de Mirko Vučinić junto a Roma, La Vecchia Signora tinha time para brigar ao menos por uma vaga nas competições europeias. Era o que os jornais da época cravavam.[carece de fontes?]
O emblema oficial da Juventus passou por pequenas e diferentes modificações desde a década de 1920, exceto durante o final da década de 70 e início da década de 90 quando o clube utilizou a silhueta negra de uma zebra desenfreada. A modificação anterior ao atual emblema da Juventus ocorreu em 2004, quando o emblema da equipe mudou para um escudo oval em preto e branco do tipo usado pelos eclesiásticos italianos. Ele é dividido em cinco faixas verticais: duas faixas brancas e três faixas pretas, dentro das quais são os seguintes elementos, enquanto em sua seção superior o nome da sociedade sobreposta a uma seção convexa branca sobre curvatura dourada (ouro para honra). A silhueta branca de um touro de carga está na seção inferior do escudo oval, sobreposta a um antigo escudo francês preto e o touro de carga é um símbolo da comunidade de Turim. Há também uma silhueta negra de uma coroa mural acima da base do triângulo esférico preto. Esta é uma reminiscência para Augusta Tourinorum, a cidade antiga da era romana em que a atual capital da região de Piemonte é sua herdeira cultural.[carece de fontes?]
Após os dois primeiros anos (1897 e 1898), durante os quais a Juventus jogou no Parco del Valentino and Parco Cittadella, seus jogos foram realizados no Piazza d'Armi Stadium até 1908, exceto em 1905, ano do primeiro scudetto, e em 1906, ano em que ele jogou rapidamente no Corso Re Umberto. De 1909 a 1922, a Juventus jogou seus jogos no Corso Sebastopoli Camp, e antes de passar o ano seguinte, Corso Marsiglia Camp, onde permaneceu até 1933, ganhando quatro títulos da liga. No final de 1933 eles começaram a jogar em um novo estádio, o Stadio Mussolini que inaugurou a Copa do Mundo de 1934. Após a Segunda Guerra Mundial, o estádio foi rebatizado como Stadio Comunale Vittorio Pozzo. Juventus jogou partidas no estádio por 57 anos, um total de 890 jogos de campeonato. A equipe continuou a fazer as sessões de treinamento no estádio até julho de 2003.[carece de fontes?] De 1990 até a temporada 2005/06, a Juventus mandou seus jogos no Stadio Delle Alpi, construído para a Copa do Mundo de 1990, embora em circunstâncias muito raras, o clube jogou alguns jogos em outros estádios, como Renzo Barbera, em Palermo, Dino Manuzzi em Cesena e no Giuseppe Meazza, em Milão.[carece de fontes?]
Em boa parte de sua história a Juventus sempre teve jogadores reconhecidos mundialmente, alguns deles estão na lista da FIFA 100, elaborada por Pelé e pela FIFA, 19 deles jogaram ao menos uma vez no clube, são eles Alessandro del Piero, Christian Vieri, David Trézéguet, Didier Deschamps, Dino Zoff, Edgar Davids, Giampiero Boniperti, Gianluigi Buffon, Lilian Thuram, Michael Laudrup, Michel Platini, Omar Sívori, Paolo Rossi, Patrick Vieira, Pavel Nedvěd, Roberto Baggio, Thierry Henry, Zbigniew Boniek e Zinédine Zidane. Outros jogadores italianos também se destacaram no clube, conseguindo participar de copas do mundo, ajudando a seleção italiana a ganhar as Copas de 1934, 1938, 1982 e em 2006 quando atuavam usando a camisa dos bianconeri no ano da Copa, são eles Alfredo Foni, Alessandro del Piero, Antonio Cabrini, Dino Zoff, Claudio Gentile, Fabio Cannavaro, Felice Borel IIº, Gaetano Scirea, Gianluca Zambrotta, Gianluigi Buffon, Gianpiero Combi, Giovanni Ferrari, Luigi Bertolini, Luis Monti, Marco Tardelli, Mario Varglien Iº, Mauro Camoranesi, Paolo Rossi, Pietro Rava, Raimundo Orsi, Umberto Caligaris e Virginio Rosetta.
Última atualização: 20 de junho de 2026.
As 10 contratações mais caras da história da Juventus
Estatística atualizada em 10/10/2022.[carece de fontes?]
Mais partidas
Os números de Bonucci podem estar desatualizados, pois ele ainda está em atividade.
Maiores artilheiros
Estatísticas atualizadas em 11 de maio de 2022.
Abaixo está a lista de treinadores da Juventus desde 1923, a partir de quando Edoardo Agnelli e sua família assumiu o clube, e o deixou mais estruturado e organizado.


