Vídeo digital
O vídeo digital é uma representação eletrônica de imagens em movimento lançado em 1986 pela Sony, um formato de vídeo inicialmente registrado em fita cassete digital.
O vídeo digital (ou DV, na sigla em inglês do termo Digital Video) foi lançado em 1986 com o formato Sony D-1 (ou 4:2:2 Component Digital) uma fita cassete digital, que gravava um sinal eletrônico de vídeo componente não compactado. Este tem muitas vantagens, como fácilidade de compartilhamento e de armazenamento. As fitas cassete DV existem em sete formatos: DV, MiniDV, DVCAM, Digital8, DVCPRO, DVCPRO50 e DVCPRO HD. Elas registram um vídeo digital comprimido graças ao método de "Transformada discreta de cosseno" (DCT). A qualidade do vídeo digital é superior aos formatos analógicos atuais, como o video8, VHS-C ou o Hi-8. O formato DV foi desenvolvido por um amplo consórcio de empresas, agrupando a Matsushita (dona da Panasonic), Philips, Sony, Technicolor, juntas com a Hitachi, JVC, Mitsubishi, Sanyo, Sharp e Toshiba, mais as empresas de informática Apple Computer e IBM, num total de mais de 50 corporações. Esta aliança industrial histórica no mundo da eletrônica se uniu para definir as especificações da nova geração de magnetoscópios do grande público.
O ficheiro ou arquivo computacional é um container que armazena várias informações que formam o vídeo, como: áudio digital, imagens, legendas, metadados, compressão), este container é identificado por uma extensão de ficheiro computacional de acordo com a forma de gravação e de compactação que são reconhecidos pelso aparelhos eletrônicos, como por exmeplo WMV, MP4, etc. Assim exitem diferentes contêiner de vídeo (formatos de vídeo) que se diferenciam entre si principalmente por: tipo de compressão, nível de compatibilidade, forma de codificação e, tamanho do arquivo computacional. MP4: é o formato de arquivo mais comum, pois possui um tamanho relativamente pequeno para vídeos de boa qualidade gráfica. Também tem alta compatibilidade devido ser o formato de vídeo padrão na Internet e na televisão. Porém para reprodução pode exigir muito trabalho do computador. AVI: é um formato antigo e que tem grande qualidade, que está provavelmente no topo da lista. que gera consequentemente um arquivo computacional de grande tamanho e criação de legenda, sendo o menos ideal para publicação em sites.
Imagem: Universo Produção · BY-NC-ND · Openverse
O vídeo digital é uma representação eletrônica de uma sequencia de imagens em movimento, um sinal digital geralmente em 24 quadros por segundo. A imagem é de resolução padrão de 720x576 pixels em PAL 50 Hz e 720x480 pixels em NTSC e variações do PAL em 60 Hz dividos sobre duas tramas comprimidas em Jpeg, e a proporção da imagem é de 1:25, com uma resolução horizontal de 500 linhas, um relação S/B (Signal/Bruto) de 54dB e uma banda passante crominância de 14 MHz. O DV oferece desempenhos bem superiores aos dos formatos analógicos Hi-8 e S-VHS. Atualmente existem padrões de conexão usados para reprodução e transporte do vídeo digital, como por exemplo: HDMI, DisplayPort, DVI.
Imagem: Universo Produção · BY-NC-ND · Openverse
Padrões de resoluções de vídeo digital com as respectivas proporções:
Compressão
A compressão de dados se utiliza dos padrões MJPEG: JPEG e MPEG efectua-se segundo o conteúdo da imagem em intra-quadro ou em intra-imagem. Isso serve para eliminar as redundâncias entre os dois quadros de uma imagem, quando existem, e obter uma melhor eficácia de compressão. Em alguns casos, não se leva em conta a redundância temporal entre as imagens, cada uma delas é codificada separadamente e não dependentes de nenhum outro que permite uma montagem da imagem anterior. A perda inicial do sinal video 4:2:0 ou 4:1:1 é de 125 Mbits/s. Ele é reduzido, após compressão à 25Mbits/s com uma taxa de compressão da ordem de 5:1.
Imagem: Universo Produção · BY-NC-ND · Openverse
O formato DV pode tratar 4 pistas échantillonnées a 32 kHz e codificadas em 12 bits, ou 2 pistas em 48 kHz e codificadas sobre 16 bits.
Imagem: Universo Produção · BY-NC-ND · Openverse
Há diferentes tipos de fitas para o formato DV. Certas fitas são dotadas de um pequeno chip de memória que permitem arquivar um verdadeiro catálogo de seqüências registradas e de imagens fixas com os dados de índice, tais como a data ou a hora de captura, além de informações relativas aos parâmetros da câmera durante as gravações, tais como a abertura do diafragma ou a velocidade do obturador. Esse chip não pode ser utilizado além das câmeras que possuem esta função.
Imagem: Universo Produção · BY-NC-ND · Openverse
Existem dois tipos de conectores que são utilizados para transferir a informação que foi registrada sob a forma digital sobre o suporte anterior ao formato DV. Seus conectores não fazem o papel transporte a fim de obter de um ficheiro vídeo DV de tipo 1 ou 2. Certos camescopes que possuem os conectores S VHS/RCA áudio passam pela entrada e permitem gravação dos sinais analógicos DV. Certos camescopes lêem/enumeram as informações de K7 8mm Hi8 para a saída DV. A Canopus comercializa um conversor A/N para sinal analógico com um par de conectores (2RCA áudio/1S VHS vídeo).
Imagem: Universo Produção · BY-NC-ND · Openverse
Qualquer "software" de edição de vídeo suporta a captura DV. Alguns são especializados em DV como scenalyzer ou Kino.


