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Guerra Junqueiro

Abílio Manuel Guerra Junqueiro GCSE foi alto funcionário administrativo, político, deputado, jornalista, escritor e poeta português.[carece de fontes?] Foi o poeta mais popular da sua época e o mais típico representante da chamada "Escola Nova". Poeta panfletário, a sua poesia ajudou a criar o ambiente revolucionário que conduziu à implantação da República. Foi entre 1911 e 1914 o embaixador de Portugal na Suíça. Guerra Junqueiro formou-se em direito na Universidade de Coimbra.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 11/07/2026
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Biografia

Nasceu na freguesia e concelho de Freixo de Espada à Cinta a 15 de setembro de 1850, filho do negociante e lavrador abastado José António Junqueiro (Ligares, Freixo de Espada à Cinta, 13 de setembro de 1828 – Freixo de Espada à Cinta, 4 de agosto de 1911) e de sua mulher Ana Maria Guerra (Freixo de Espada à Cinta, 1 de julho de 1827 – Freixo de Espada à Cinta, 17 de setembro de 1855). A mãe faleceu quando Guerra Junqueiro contava apenas 3 anos de idade. Concluiu os estudos preparatórios em Bragança, matriculando-se em 1866 no curso de Teologia da Universidade de Coimbra. Compreendendo que não tinha vocação para a vida religiosa, dois anos depois transferiu-se para o curso de Direito. Terminou o curso em 1873. Entrando no funcionalismo público da época, foi secretário do Governador Civil dos distritos de Angra do Heroísmo e de Viana do Castelo. Filiado no Partido Progressista, em 1878, foi eleito deputado pelo círculo eleitoral de Macedo de Cavaleiros, sendo posteriormente também eleito pelo círculo de Viana do Castelo (1880) e pelo círculo de Quelimane, África Oriental Portuguesa (1890). Paralelamente à carreira política e à atividade literária, dedicou-se à viticultura, na sua Quinta da Batoca, perto de Freixo de Espada-à-Cinta. Foi também colecionador de peças de artes decorativas e bric-à-brac.

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Obra literária

Guerra Junqueiro iniciou a sua carreira literária de maneira promissora em Coimbra no jornal literário A Folha, dirigido pelo poeta João Penha, do qual mais tarde foi redator. Aqui cria relações de amizade com alguns dos melhores escritores e poetas do seu tempo, grupo geralmente conhecido por Geração de 70. Guerra Junqueiro desde muito novo começou a manifestar notável talento poético, e já em 1868 o seu nome era incluído entre os dos mais esperançosos da nova geração de poetas portugueses. No mesmo ano, no opúsculo intitulado "O Aristarco português", apreciando-se o livro "Vozes sem eco", publicado em Coimbra em 1867 por Guerra Junqueiro, já se prognostica um futuro auspicioso ao seu autor. No Porto, na mesma data, aparecia outra obra, "Baptismo de amor", acompanhada dum preâmbulo escrito por Camilo Castelo Branco; em Coimbra publicara Guerra Junqueiro a "Lira dos catorze anos", volume de poesias; e em 1867 o poemeto "Mysticae nuptiae"; no Porto a casa Chardron editara-lhe em 1870 a "Vitória da França", que depois reeditou em Coimbra em 1873.

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Fontes consultadas

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