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Absolutismo moral

Absolutismo moral é a teoria da Ética que propõem que todas as ações possuem valores inerentes de certo ou errado. Roubar, por exemplo, pode ser considerado sempre imoral, mesmo se feito para o bem-estar alheio, mesmo se o resultado for benéfico. O Absolutismo moral diverge de outras teorias éticas, tais como o consequencialismo, que sustentam que a moralidade de um ato depende das consequências ou do contexto.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 23/06/2026
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Religião

O absolutismo moral pode ser compreendido, apenas no contexto laico, como uma das várias formas de racionalismo moral deontológico. Porém, muitas religiões têm posições morais absolutistas, estando estas de acordo com com seu respectivo sistema moral derivado de vontade(s) divina(s). Portanto, elas consideram seu sistema moral como absoluto, (normalmente) perfeito e imutável. Muitas filosofias laicas também adotam uma postura moralmente absoluta, argumentando que as leis morais são inerentes à natureza humana, o princípio da vida em geral ou o próprio universo. Por exemplo, alguém que acredita absolutamente em a não-violência, considera que é errado usar a violência mesmo em auto-defesa. O filósofo católico Tomás de Aquino nunca aborda explicitamente o Dilema de Eutífron, mas estabelece uma distinção entre o que é bom ou mal em si, e o que é bom ou mal por causa da vontade divina, com a moral imutável constituindo o grosso da lei natural. Assim, ele afirma que nem mesmo Deus pode mudar os Dez Mandamentos, acrescentando, porém, que Deus pode mudar o que as pessoas merecem, em casos particulares, em que poderia constituir perdoes especiais para assassinato ou roubo.

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Fontes consultadas

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