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Achtung Baby

Achtung Baby é o sétimo álbum de estúdio da banda de rock irlandesa U2. Lançado em 18 de novembro de 1991, foi produzido por Daniel Lanois e Brian Eno através da gravadora Island Records. Após ser bastante criticado pelo álbum anterior, Rattle and Hum (1988), a banda optou mudar seu estilo musical para o rock alternativo, música industrial e EDM. Tematicamente, o álbum é mais obscuro e introspectivo, sendo mais irreverente que os trabalhos anteriores. Naquele período, caracterizou-se pela utilização da multimídia nos concertos durante a turnê Zoo TV (1992–93), sendo um marco à reinvenção da banda naquela década, substituindo a imagem de "fechados" para "descontraídos e autodepreciativos" frente ao público.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 18/07/2026
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Antecedentes

O lançamento de The Joshua Tree (1987) e sua turnê de apoio trouxeram aclamação da crítica e sucesso comercial. Entretanto, tanto Rattle and Hum quanto o filme homônimo que foi produzido em conjunto com o álbum provocaram uma reação negativa por parte dos avaliadores musicais. Apesar de ter vendido 14 milhões de cópias e de ter tido um bom desempenho nas paradas musicais, os críticos desmereceram ambas realizações, rotulando a exploração dos primórdios da música americana, por parte da banda, como "pretensiosa, equivocada e extravagante." A elevada exposição do grupo e a reputação de serem "muito sérios" receberam acusações de "pretensão e soberba". Apesar da popularidade, o grupo estava insatisfeito com sua criatividade e o vocalista Bono acreditava que eles estavam musicalmente despreparados para o sucesso, conforme Larry Mullen afirmou: "nós éramos os maiores, mas não éramos os melhores." Segundo o autor Bill Flanagan, a turnê Lovetown tinha se tornado monótona por tocarem somente os hits da banda. O U2 acreditava que o público não entendia a participação de músicos do gênero blues, como B. B. King na canção "When Love Comes to Town" (1989), descrevendo a situação como "uma turnê se deparando em um beco sem saída." Em retrospectiva, Bono disse que estava ouvindo a música negra com mais frequência, lhe permitindo criar um material com outra perspectiva musical; concomitantemente, sua experiência com a música folclórica o ajudava a desenvolver-se como compositor. A integração do gênero blues ao rock foi o pontapé inicial que motivou os irlandeses variarem em seu estilo, inserindo outros gêneros com o decorrer das gravações que estavam ganhando força no início da década de 90 — como, por exemplo, a música eletrônica. Na turnê Lovetown, Bono anunciava no final dos concertos que era "o fim de algo para o U2 [...] necessitando que fossem embora e voltar a sonhar novamente", aumentando o número de suas apresentações e lançamentos de álbuns.

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Desenvolvimento e gravação

Em meados de 1990, o vocalista buscou os demos que tinham sido escritos e gravados no STS Studios, Dublin, durante a turnê Lovetown. Após sua permanência no estúdio, Bono e The Edge receberam a tarefa de continuarem trabalhando nas letras e melodias até que o grupo se reunisse novamente. Iniciando as sessões do álbum, a banda queria mudar completamente o estilo do trabalho anterior. Entretanto, ficaram inseguros sobre como obter sucesso com um gênero musical com o qual não estavam acostumados. O surgimento do movimento madchester, no Reino Unido, deixou-os confusos sobre como poderiam se encaixar em algum cenário musical. O grupo contratou os produtores Daniel Lanois e Brian Eno para produzir o álbum com base nos trabalhos anteriores da dupla com a banda — como em The Unforgettable Fire e The Joshua Tree. Lanois foi o principal participante, juntamente com Mark "Flood" Ellis, atuando como engenheiro de áudio. Eno assumiu um papel auxiliar, trabalhando com o grupo nos estúdios por uma semana e revendo as canções antes de viajar por aproximadamente dois meses. O produtor afirmou que seu papel seria de "entrar e apagar qualquer coisa que soasse como a musicalidade tradicional da banda." Quando Eno não estava presente no estúdio, passava a estar junto com os músicos, notando que os membros estavam mais animados com as novas perspectivas sobre o material em gravação. O produtor explicou: "Eu deliberadamente, não escutei o material entre as sessões para que eu pudesse ser imparcial." Uma vez que eles buscassem um álbum com batidas mais fortes durante um show ao vivo, Lanois "muitas vezes, cobrava um árduo desempenho ao ponto de ser imprudente." A equipe Lanois-Eno usava o método do pensamento lateral e uma abordagem filosófica popularizada por Eno de estratégias oblíquas, contrastando com o estilo retrô de Jimmy Iovine.

Sessões em Berlim

A banda acreditava que a domesticidade era uma "inimiga do rock", precisando desvincular-se da velha imagem do grupo perante o público. Na época, com a "Nova Europa" emergindo no final da Guerra Fria,[nota 1] decidiram gravar na cidade de Berlim, servindo como fonte de inspiração para se adquirir uma influência musical ao estilo europeu. As gravações iniciaram-se no Hansa Studios, um ano após a queda do Muro de Berlim. No passado, vários outros álbuns musicais foram gravadas neste estúdio, incluindo os dois primeiros discos da Trilogia Eletrônica: Low e Heroes [ambos de 1977]. Em outubro de 1990, o U2 chegou às vésperas da reunificação alemã na antiga Berlim Oriental, no dia 3 de outubro. Com a expectativa de alcançarem novas composições, acabaram presenciando uma cidade deprimente e sombria. A queda do Muro de Berlim resultou em um sentimento de desolação na Alemanha. Enquanto isso, em termos musicais, os membros encontravam-se estagnados durante o início das gravações, somado ao fato de estarem gravando em um antigo salão da organização Schutzstaffel (SS), ainda "soando as vibrações ruins" da Segunda Guerra Mundial.

Sessões em Dublin

Naquele mês voltaram a Dublin, no intuito de analisar os ensaios realizados e visando unificar o profissionalismo do grupo. Revendo as fitas ensaiadas, concordaram que as gravações soaram melhor do que pensavam inicialmente. Em janeiro de 1991, o grupo retornou para Berlim, concluindo o restante do material no estúdio Hansa. Apesar de apenas duas canções terem sido finalizadas durante dois meses na Alemanha, The Edge alegou que "o trabalho não poderia ser mais produtivo e inspirador do que o final." A banda mudou seu habitat musical, proporcionando nova textura e direção de arte, revisando as ideias incompletas ao longo das sessões. Em fevereiro de 1991 foram à mansão Elsinore, localizada na cidade de Dalkey na Irlanda, alugando uma casa pela mensalidade de dez mil euros.[nota 2] A estratégia de gravar em salas maiores era algo que Lanois acreditava ter melhorado na produtividade da equipe, adaptando um estúdio na mansão, com a garagem convertida em um estúdio. As sessões nesta cidade também conseguiram ser mais descontraídas. Câmeras e monitores foram utilizados para monitorar os espaços. Trabalhando na gravação da canção "Lady with the Spinning Head" [tornando-se B-side de "One"], outras três músicas foram derivadas a partir dela. Durante a escrita de "The Fly", Bono criou um personagem alternativo de óculos escuros que ele usava para aliviar a tensão no estúdio, vestindo uma jaqueta de couro e assumindo este alter ego durante as performances nos concertos da turnê

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Composição

Apesar das composições terem sido intervaladas, a banda compôs todas as canções de Achtung Baby ao modo jam session [Bono foi creditado como o letrista exclusivo]. O álbum apresenta várias modificações em relação a seus trabalhos anteriores, desde a sonoridade a características irônicas em um período de pós-modernidade. As canções têm menos hinos em suas melodias, explorando um novo território sônico. Suas características musicais demonstram aspectos do estilo europeu, como as influências do rock alternativo, industrial e de eletrônica. Em contraste com as gravações passadas do U2 [com críticas de cunho político-social], Achtung é tematicamente mais introspectivo, explorando questões amorosas, sexualidade, espiritualidade, fé e traição. As letras têm um tom mais obscuro, descrevendo as conturbadas relações pessoais e sentimentos que emanam confusão, solidão e imperfeição. Um dos temas centrais foi o divórcio do guitarrista que aconteceu durante a gravação do álbum, afetando a contribuição lírica de Bono. Entretanto, o tema não focou apenas o divórcio, como também em outros assuntos pessoais.

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Capa, encarte e título

A capa de Achtung Baby foi feita por Steve Averill e Shaughn McGrath, que tinham criado a maioria das capas do U2. Para mostrar a mudança de estilo musical, a banda queria algo com várias imagens e diferentes cores para contrastar com o ambiente, principalmente no uso de imagens monocromáticas dos álbuns anteriores. Esboços e desenhos foram montados desde o início das sessões e alguns projetos experimentais foram concebidos para se assemelharem, como Averill ponderou: "A música dance orienta a capa. Acabamos de fazê-lo, com o objetivo de explorar seu extremo. Poderíamos ter nos contentado com o que tínhamos, mas se não tivéssemos feito o que fizemos, não teríamos chegado à capa que é agora." Foram realizados vários ensaios fotográficos com Anton Corbijn em Berlim, no final de 1990. A maioria das fotos foi em preto e branco e o grupo sentia que não era uma indicativa de novidade. Eles encarregaram Corbijn para uma sessão de fotos por um período de duas semanas em Tenerife, em fevereiro de 1991, para se misturarem com a multidão no Carnaval de Santa Cruz, apresentando um lado mais descontraído de si mesmos. Foi durante este período e durante sua passagem no Marrocos, que o grupo realizou as fotografias, com adições realizadas em Dublin. As fotos foram destinadas a confundir as expectativas do grupo, contrastando com a monocromia dos outros discos.

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Lançamento e promoção

Em dezembro de 1990, a imprensa musical relatou que a banda estaria gravando um álbum mais dance e que seria lançado em meados de 1991. Em agosto do ano seguinte, o grupo Negativland lançou um EP chamado de U2 (1991), parodiando a canção "I Still Haven't Found What I'm Looking For" (1987), usando semelhanças da banda na capa. Entretanto, a gravadora Island Records opôs-se à capa, acreditando que os consumidores iriam confundir o EP com Achtung Baby. Com sucesso, a gravadora processou-os por violação dos direitos autorais. Porém, tanto a gravadora quanto a banda foram criticados pela imprensa musical — embora o grupo não tivesse envolvimento no litígio. Stephen Dalton, da revista Uncut, acreditava que boa parte das manchetes negativas foram atenuadas pelo sucesso da canção "The Fly". Com um estilo musical que não enquadrava-se no gênero costumaz do grupo, acabou por ser selecionado como o primeiro single.

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Recepção musical

Crítica profissional de 1991

Achtung Baby foi bem elogiado pela crítica. Em retrospectiva, Stephen Thomas Erlewine do Allmusic, deu a pontuação máxima de cinco estrelas, elogiando a transformação musical da banda como "completa, eficaz e infinitamente inovadora." Erlewine concluiu que poucos artistas nessa fase de sua carreira poderiam ter "gravado um álbum tão aventureiro e ao mesmo tempo, sendo bem sucedido." Greg Kot do Chicago Tribune, alegou que a gravação "mostra uma banda sob uma obscuridade: perturbador, ao invés de cumprir as expectativas", acrescentando a respeito de The Edge: "soava um U2 mais punk desde o primeiro álbum." Por fim, concluiu que era "uma busca transcendental, tornando-se melhor que seus defeitos." Bill Wyman do Entertainment Weekly, deu nota A, dizendo: "um retorno original e surpreendentemente desinibidos de uma das bandas mais impressionantes do mundo." Niall Stokes da Hot Press, deu pontuação de dez estrelas, a considerando paradoxal e denominando-o "o álbum mais sombrio do grupo": "soa menos o U2 que conhecemos do que qualquer outra coisa que eles fizeram antes, e ainda assim, é inconfundivelmente a sonoridade deles [...] ostensivelmente decadente, sensual e sombrio. É um bom material para esse período."

Prêmios e indicações

Em 1991, esteve no ranking da revista The Village Voice, alcançando a quarta posição de "Melhores Álbuns", dos avaliadores musicais da Pazz & Jop. Achtung monopolizou as enquetes da Rolling Stone no final de 1992, ganhando o troféu de "Melhor Single" — "One"; "Artista do Ano", "Melhor Álbum", "Melhor Compositor" [Bono], "Melhor Capa de Álbum", "Regresso do Ano" e entre outros. Recebeu indicações para "Álbum do Ano" e "Canção do Ano" — "The Fly", pela GAFFA Awards. Em 1992, foi nomeado na categoria de "Álbum do Ano" pela Mercury Prize Awards. No American Music Award de 1993, Achtung foi nomeado à categoria de "Álbum Pop/Rock Favorito". No Prêmio Grammy de 1993, ganhou na categoria de "Melhor Performance de Rock por um Duo ou Grupo com Vocais", sendo indicado para o prêmio de "Álbum do Ano". Os produtores Lanois e Eno também ganharam na categoria de "Produtor do Ano Não-Clássico". Naquele mesmo ano, recebeu indicação para "Álbum Mais Vendido (Estrangeiro ou Nacional)" no Prêmio Juno. Críticos de vários jornais, como o The Washington Post e The Boston Globe, classificaram-no entre os melhores do ano.

Crítica profissional de 2011

De acordo com a revisão da Metacritic, recebeu uma pontuação média de 93/100; com base em 17 revisões, 16 foram positivas e 1 negativa. Em uma avaliação de 20 anos depois, Stephen Thomas disse que "alguns dos remixes pareciam nada mais que curiosidades históricas, porém com uma quantidade surpreendente de vigorosidade ou criatividade, ressaltando como Achtung realmente foi em seu lançamento original." Joe Marvilli do Consequence of Sound, afirmara que "o sétimo álbum de estúdio dos roqueiros irlandeses foi um lançamento milagroso. No final dos anos 80, a banda chegou ao fim de sua pretensiosidade, notada em Rattle and Hum. Mudaram-se para o Hansa Studios em Berlim, reinventando o estilo musical."

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Zoo TV Tour

Após o lançamento do álbum, a banda deu início à turnê Zoo TV. Oficialmente, foram realizados 150 concertos em arenas e estádios, inaugurando no dia 29 de fevereiro de 1992 na arena Lakeland Center, na cidade de Lakeland, Flórida; e finalizando em 10 de dezembro de 1993 no estádio Tokyo Dome, em Tóquio. A turnê incluiu cinco etapas: as etapas 1 e 3 na América do Norte, 2 e 4 na Europa, e a última nos continentes da Oceania com Ásia. Assim como Achtung, a turnê também tinha a intenção de inovar durante os shows. Em contraste com um estilo simplista de suas turnês passadas, a Zoo TV foi um evento mais elaborado com a utilização da multimídia. As TVs fixadas no palco mostravam efeitos visuais, videoclipes aleatórios da cultura pop, frases textuais e a perspectiva óptica dos telespectadores foi satirizada na tentativa de sugerir uma "sobrecarga sensorial", na audiência. A conexão via satélite, canais de navegações, trote telefônico e confessionários de vídeos também foram incorporados aos concertos. Enquanto que, na época, o grupo possuía uma imagem de "fechados" em suas performances na década de 1980, nesta turnê quebraram este protocolo perante ao público, querendo mostrar um lado mais "descontraído e autodepreciativo". No palco, Bono retratava alguns personagens que ele tinha criado.[nota 14] A maioria das canções foram tocadas nos shows e o setlist começava até mesmo com oito canções consecutivas do álbum.

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Legado

É o segundo álbum mais vendido da banda, atrás apenas de The Joshua Tree, que vendeu 25 milhões de unidades. Achtung foi um marco à banda, o que garantiu-lhes novas possibilidades de estilo musical com os materiais sucessores. Ainda na década de 1990, elaboraram um álbum experimental e ambiente, denominado Original Soundtracks 1 (1995), sob o pseudônimo de Passengers, em parceria com Eno. O baterista Mullen alegou: "Eu achei um grande disco. Fiquei muito orgulhoso dele. Seu sucesso parecia estar predestinado. Foi uma verdadeira ruptura com o que já havíamos feito antes e não sabíamos se os nossos fãs iriam gostar ou não." Bono afirmou que este material era o "ponto central" da carreira deles: "Ter feito Achtung Baby é a razão pela qual ainda estamos aqui." Em concordância à citação do vocalista, Clayton acrescentou: "Se não tivéssemos feito algo que nos empolgasse, que nos deixasse apreensivos e que desafiasse tudo o que defendíamos, então não haveria realmente nenhuma razão para continuar... Se não tivesse sido um ótimo disco para nossos padrões, a existência da banda estaria ameaçada." Flanagan apontou que a contemporaneidade do grupo na década de 1980, esforçou-se comercialmente com álbuns lançados após a virada de década. Entretanto, argumentou que os irlandeses foram capazes de tirar proveito da música alternativa e, garantir um futuro de sucesso. Toby Creswell falou dessas inspirações em seu livro, 1001 Songs (2005), escrevendo que o álbum ajudou a "evitar tornar-se paródias de si mesmos, sendo varridas pelas revoluções da música grunge e techno."

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Lançamento de reedições

2011: Comemoração de 20 anos

Sua comemoração de 20 anos foi marcada por vários lançamentos em 2011. A pedido da banda, foi lançado um documentário, sendo dirigido por Davis Guggenheim, que já colaborou anteriormente com The Edge em It Might Get Loud (2008). O documentário remete aos materiais de gravação no início da década de 1990, bem como a relação conturbada dos membros do grupo e a finalização do álbum. Arquivos e fotos da época aparecem no filme, junto a cenas inéditas de Rattle and Hum. Também foi gravado o retorno deles ao Hansa Studios, durante os ensaios para o Festival de Glastonbury em 2011. Estreando no Festival Internacional de Cinema de Toronto daquele ano, o documentário foi transmitido pela televisão.

2018: Lançamento em vinil

Em continuação a campanha de relançar todos os álbuns no formato LP, foi lançada contendo dois discos em 27 de julho de 2018. Ao contrário de sua reedição anterior, Achtung Baby passou pelo processo de remasterização em 2018, sendo dirigido por The Edge. Cada cópia incluiu um passe para download, podendo ser usado para resgatar a cópia digital do álbum.

2021–23: Comemoração de 30 anos e edição limitada

Em 2021 foi relançado em vários formatos para seu 30.º aniversário: edições padrão LP's em preto e colorido — versões padrão e deluxe, respectivamente — foram lançadas em 19 de novembro, seguidas por uma caixa digital de 50 faixas em 3 de dezembro. A banda também colaborou com Thierry Noir realizada em uma instalação artística no Hansa Studios; Noir — que pintou os trabants originais apresentados na fotografia do álbum — contribuiu com obras de arte para os carros e uma seção do Muro de Berlim para a exposição. O capô do veículo foi leiloado para beneficiar o Instituto de Som e Música de Berlim (ISM Home). Em 1.º de outubro de 2022 foi lançado em edição limitada o álbum ao vivo Achtung Baby 30 – Live, sendo disponibilizado em download somente para os assinantes do site oficial do grupo. O álbum reúne versões durante os shows de várias turnês, contendo 12 canções e um livreto de fotos comentados por Bill Flanagan. Em fevereiro de 2023 foi anunciado o evento U2:UV Achtung Baby, iniciando em 29 de setembro de 2023. A Live Nation também promoveu a notícia de inauguração da arena Sphere at the Venetian Resort, possuindo o formato de esfera, localizada em Paradise, Estados Unidos; a temática futurística apresenta a primeira tela de 16K que circunda o público, acompanhado da tecnologia 4D. Em decorrência de uma intervenção cirúrgica que o baterista Larry Mullen foi submetido, confirmou-se a substituição por Bram van den Berg.

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Listas de faixas

Todas as letras escritas por Bono; todas as músicas compostas por U2

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Fontes consultadas

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