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Acordo de Munique

O Acordo de Munique foi um tratado datado de 29 de setembro de 1938, na cidade de Munique, na Alemanha, entre os líderes das maiores potências da Europa à época, Inglaterra, Itália e Alemanha. O tratado foi a conclusão de uma conferência organizada por Adolf Hitler, o líder do governo nazista da Alemanha, com o objetivo de discutir a situação da Checoslováquia após a Crise dos Sudetos.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 25/06/2026
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Pacto de 1938

Imagem: Marcio Cabral de Moura · BY-NC-ND · Openverse

De 1919 a 1938, período da dissolução do Império Alemão, mais de 3 milhões de alemães étnicos viviam na parte checa do recém-criado Estado da Checoslováquia. O objetivo da conferência era a discussão do futuro da Checoslováquia e terminou com a capitulação das nações democráticas perante a Alemanha Nazi de Adolf Hitler. Este episódio ilustra melhor do que outros o significado da "política de apaziguamento". A Checoslováquia não foi convidada para a conferência. A conferência é vulgarmente conhecida na República Checa como a "Sentença de Munique". A frase "traição de Munique" também é usada frequentemente, uma vez que as alianças militares em vigor entre a Checoslováquia, Reino Unido e França foram ignoradas. Foi alcançado cerca de uma hora e meia da manhã um acordo, assinado a 30 de setembro mas datado de 29 de setembro de 1938. Adolf Hitler, Neville Chamberlain, Édouard Daladier e Benito Mussolini foram os políticos que assinaram o Acordo de Munique. O ajuste dava à Alemanha os Sudetos (Sudetenland), começando em 10 de outubro.

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