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Age of Empires III

Age of Empires III é um jogo de estratégia em tempo real desenvolvido pela Ensemble Studios e foi lançado pela Microsoft Game Studios. O Age of Empires III e o sucessor do Age of Empires II utiliza a história para fazer um jogo de estratégia em tempo real, onde uma nação tem que lutar contra a outra. O período de tempo vai desde a Era dos Descobrimentos até a Era Imperial, entre o século XVI e o século XIX.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 17/07/2026
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Enredo

Age of Empires III é fixado principalmente no Novo Mundo durante a época colonial, entre aproximadamente 1492 e 1850. Começando na Discovery Age (idade da descoberta), em que o jogador tem que se preocupar em ter uma boa economia, explorar bem o mapa (principalmente se for fazer um rush) e coletar tesouros. Na Colonial Age (idade da colônia), o jogador já pode construir estábulo e quartel, mas ainda não podem fabricar canhões (esse esquema é usado na maioria das civilizações). A idade é decisiva é você poderá realizar o rush ou se concentrar na economia. Na idade da fortaleza, já é possível construir uma fortaleza (com o auxílio da metrópole), treinar canhões, construir um arsenal, uma plantação de moedas e outras coisas. Uma partida pode acabar na terceira idade, principalmente se alguém jogar com espanhóis, alemães ou russos. Na idade seguinte, você poderá treinar o melhor canhão, que, embora só ataque edificações e navios, causa muito dano e é mais barato. Muitos jogos acabam nessa idade. Na última, você poderá fazer um capitólio, que tem melhorias boas, inclusive uma que lhe permite ver tudo que seu inimigo tem.

Campanha

A história usada no modo campanha consiste de cenários relacionados com objetivos fixados, tais como a destruição de um dado edifício. No Age of Empires III, a campanha conta a História da fictícia Família Black em uma série de três "Atos", que dividem a história em 3 gerações. Há fases em que o jogador tem que apenas se defender, outras que tem que destruir determinado edifício inimigo, que tem que tomar navios de ouro etc. A campanha envolve elementos parecidos com o Age of Mythology: Surpresa, traição, alianças repentinas etc. A campanha também não é um fato histórico (diferente da expansão The Asian Dynasties) e sim uma aventura pelo período em que se passa o jogo: a colonização da América.

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Jogabilidade

Imagem: Matacentauros · BY-NC-SA · Openverse

No estilo dos jogos anteriores da série, o jogo obriga o jogador a desenvolver uma nação europeia colonial, progredindo através de "idades", fases de desenvolvimento tecnológico e destruir a colônia do inimigo. Existem dois principais ramos de jogabilidade: a economia, caracterizado pela coleta de recursos (madeira, alimentos e ouro. Não há pedra, como nos outros títulos da série), e a produção de unidades civis que coleta os recursos; os militares responsáveis por proteger a colônia e atacar a colônia inimiga, e os conflitos entre as equipes. Uma partida é constituída por um conflito entre duas ou mais equipes que correr para desenvolver uma poderosa nação por criar e melhorar unidades e edifícios, com uma derrota do outra equipe por intermédio de combate ou demissão; o jogo termina quando existe apenas um jogador ou quando um jogador se rende. Existem três modos de jogo: história baseado em campanhas, escaramuçador (conflitos entre equipes) e multijogador online ou em LAN.

Fundando a colônia

Ao início da partida o jogador começará com alguns colonizadores, (geralmente 5,6 ou 7) um explorador e, em algumas civilizações, outras unidades. (Ver Explorador) A metrópole enviará provisões para ajudar o jogador a começar, que podem ser caixotes com recursos que os colonizadores imediatamente começarão a coletar, um número de indivíduos, sejam guerreiros ou simplesmente colonizadores, avanços de tecnologia e até possibilidades de construções, como, por exemplo, fortes, centros da cidades, fábricas etc. Você possui um "baralho", cujas cartas você habilita com o passar do jogo e ajudam no desenvolvimento da colônia. Pelo caminho, o jogador poderá encontrar tesouros, que podem ser coletados após serem eliminados todos os guardiões (quando existentes). A recompensa varia bastante, podendo, entre outras coisas, aumentar o total de vida do seu explorador, ganhar recursos (alimento, madeira ou moeda), receber uma porção de experiência, ganhar rebanho ou guerreiros.

Feitorias

As feitorias são construções que podem ser erguidas pelos colonizadores ou pelo explorador que dão acesso a privilégios econômicos ou sociais. Um meio eficiente de conseguir experiência é construindo feitorias ao longo de uma rota comercial, o que lhe proporciona uma porção de experiência ou recurso para cada mercador que passar por sua feitoria. Também é possível melhorar a rota comercial para uma rota de diligências, ou até mesmo uma linha de trem, pois no início a feitoria é a trabalho dos índios à carroça. Nestes casos, terá um campo visual móvel frequente, e poderá solicitar que a diligência, ou o trem, tragam recursos à colónia. Ainda estão disponíveis as aldeias de índios nativos, como os povos tupis e incas. O jogador é capaz de construir uma feitoria nestas aldeias e, assim, aliar-se a ela, adquirindo o conhecimento indígena na domesticação de animais nativos ou treinamento de soldados indígenas, que são uma boa opção, já que não ocupam espaço populacional.

A Metrópole

A Metrópole (cidade natal de uma civilização) é uma característica exclusiva e essencial de Age of Empires 3, tal como os poderes divinos de Age of Mythology. Ela é capaz de dar novas estratégias e mudar o rumo de uma batalha através das provisões (cartas). No início, todas as metrópoles estão no nível 1 e há uma série de cartas restritas que estarão disponíveis em níveis superiores. Para aumentar o nível da metrópole são necessários pontos de experiência, que são adquiridos por descobrir tesouros, derrotar unidades ou edifícios inimigos, criar ou treinar unidades, construção de edifícios, conquistar prêmios do pós-jogo e a conclusão de objetivos da campanha. (este último, logicamente, apenas para a campanha) Cada nação tem uma capital distinta e uma série de cartas também distintas ou iguais as das demais civilizações. A Metrópole não pode ser atacada ou destruída, mas o inimigo pode interferir na sua metrópole na Era Imperial com o bloqueio, que faz com que você pare de receber cartas.

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Ensemble Studios Online (ESO)

Imagem: Matacentauros · BY-NC-SA · Openverse

Assim como no Age of Mythology e Age of Mythology: The Titans, Age of Empires 3 também tem o ESO, servidor voltado para jogos em rede. Nele existe um sistema de classificação baseado em vitórias e derrotas. Você só pode criar um login por CD-Key (chave de CD), que vem junto ao CD do jogo.

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Erros históricos

Imagem: Christian Frausto Bernal · BY-SA · Openverse

Age of Empires III não escapa dos corriqueiros erros dos jogos que se passam em eras passadas:

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Mods

Imagem: Deutero · BY · Openverse

Age of Empires 3 também conta com uma série de mods (independentes da Microsoft Game Studios ) que têm como objectivo aumentar o jogo com novas unidades, nações, mapas (modo Skirmish), e recursos. As mods mais conhecidos são Age of Empires III The Napoleonic Era (NE) e o Age of Empires III War of the Triple Alliance (WotTA).

War of the Triple Alliance (WotTA)

Essa mod apresenta novas civilizações, a maioria americanas, como Brasil, Argentina, Paraguai, Colômbia, México, Estados Unidos e Canadá. A mod também trouxe uma nação asiática, os coreanos. Todas essas nações também tem unidades exclusivas. Já compreende sua terceira versão (Gamma), sendo que na versão seguinte a mod chamar-se-á Wars of the Liberty e contará com 38 civilizações de todo o mundo, inclusive africanas (Egípcios, Etíopes e Zulus).

The Napoleonic Era (NE)

Essa mod apresenta novas civilizações, a maioria europeias como Suíça, Suécia, Itália, Áustria, Prússia, Polónia e, também mesmo não sendo Europeia Estados Unidos é jogável. Todas as 8 civilizações europeias do jogo original ganharam outras unidades exclusivas, mas sem ser tirado as suas originais. A França foi reparada com novos políticos para o avanço de eras, novas unidades e novas cartas de metrópoles.

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Representações Históricas

Imagem: Phil Romans · BY-NC-ND · Openverse

Indígenas e negros no mapa Bahia

A primeira análise a ser feita no jogo refere-se as representações existentes quanto as populações indígenas. Na prática do jogo, no mapa da Bahia, não percebemos nenhuma participação representativa dos povos indígenas no processo, tampouco alguma denominação aos povos nativos representados no jogo. Numa das ações, o colonizador (personagem controlado pelo jogador) encontra um tesouro roubado por um zarabateiro bandido e a opção de matar o zarabateiro e pegar o tesouro é benéfica ao jogador. Não há indicação direta do povo indígena representado pelo zarabateiro, mas passa a impressão de que há um “índio ladrão” na área. Outro elemento presente no jogo é o da Missão Jesuítica. Ao percorrer o território do jogo, o colonizador poderá encontrar a chamada “edificação indígena americana”, nome dado as construções europeias dos povoados dominados pelos missionários religiosos. Ao relacionar-se com estas missões, o jogador (colonizador) poderá implantar uma feitoria, assim, seu território se expande e ele obtém vantagens, como a possibilidade de recrutar mais soldados europeus, nomeados como conquistadores, além de reforçar outros atributos do jogo, como as escolas cristãs e os jesuítas. As missões jesuíticas presentes no jogo reforçam a ideia de aculturação dos europeus e de pacificação das populações nativas.

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Fontes consultadas

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