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Yahya Sinwar

Yahya Ibrahim Hassan Sinwar, mais conhecido como Yahya Sinwar, foi um líder palestino do Hamas na Faixa de Gaza e também presidente político do movimento, tendo assumido o cargo após a morte de Ismail Haniya em julho de 2024. Ele foi um dos co-fundadores do aparato de segurança do Hamas. Foi uma das figuras mais poderosas dentro do Hamas.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 18/07/2026
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Início de vida

Imagem: Unknown authorUnknown author · BY · Openverse

Sinwar nascido Yahya Ibrahim Hassan Sinwar, em 1962, em um campo de refugiados em Khan Yunis, quando estava sob o domínio egípcio, onde passou seus primeiros anos. Sua família é de Al-Majdal Asqalan (Ashkelon), que se mudou para a Faixa de Gaza em 1948. Após se formar no ensino médio na Escola Secundária de Khan Yunis para Meninos, ele ingressou na Universidade Islâmica de Gaza, onde obteve um diploma de bacharel em Estudos árabes.

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Carreira

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Sinwar foi preso pela primeira vez em 1982 por atividades subversivas e passou vários meses na prisão de Far'a, onde conheceu outros ativistas palestinos, incluindo Salah Shehade, e se dedicou à causa palestina. Preso novamente em 1985, após sua libertação, ele e Rawhi Mushtaha co-fundaram a organização de segurança Munazzamat al Jihad w’al-Dawa (Majd), que trabalhava, entre outras coisas, para identificar espiões israelenses no movimento palestino, e que em 1987 se tornou a "polícia" do Hamas. Em 1988, ele planejou o sequestro e assassinato de dois soldados israelenses e o assassinato de quatro palestinos que ele suspeitava estar cooperando com Israel, pelo qual foi preso, condenado por assassinato e sentenciado a quatro prisões perpétuas em 1989. Ele tentou escapar várias vezes, mas sempre foi capturado. Em 2008, enquanto cumpria pena de prisão em Israel, ele foi operado para remover um tumor em seu cérebro para salvar sua vida. Sinwar cumpriu 22 anos de sua pena e foi o prisioneiro palestino mais graduado libertado entre outros 1 026 em uma troca de prisioneiros em 2011 por Gilad Shalit, um soldado das Forças de Defesa de Israel (IDF) que havia sido mantido refém pelo Hamas por cinco anos.

Saúde

Em 1 de dezembro de 2020, Sinwar testou positivo para a COVID-19 e, segundo relatos, estava seguindo as orientações das autoridades de saúde e tomando medidas de precaução. Um porta-voz do grupo também afirmou que ele estava em "boa saúde e [...] cumprindo suas funções como de costume."

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Morte

Imagem: IDF Spokesperson's Unit photographer · BY-SA · Openverse

Segundo o governo israelense, Sinwar teria sido o idealizador do ataque do Hamas contra Israel em 7 de outubro de 2023. Quando as forças armadas israelenses retaliaram, iniciando uma violenta guerra em Gaza, Sinwar se tornou um dos alvos principais, especialmente após a morte de outras lideranças do Hamas. Durante a guerra contra Israel, ele foi um dos líderes da resistência do Hamas. Em 17 de outubro de 2024, as Forças de Defesa de Israel (IDF) e o Shin Bet disseram que estavam investigando se Sinwar estava entre os três indivíduos mortos em uma operação em Gaza realizada no dia anterior, embora nem Israel nem o Hamas tenham feito qualquer confirmação oficial. Os soldados da IDF que estavam investigando um ataque contra membros do Hamas encontraram um corpo com uma semelhança impressionante com Sinwar e uma amostra de DNA foi coletada. A IDF confirmou, por meio de análise de DNA, que Sinwar foi morto um dia antes em Gaza durante um tiroteio com a IDF. A polícia de Israel disse em um comunicado que o corpo correspondia aos registros dentários e impressões digitais de Sinwar. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu declarou que a morte de Sinwar marca o início de uma nova era sem o domínio do Hamas sobre Gaza, pedindo aos habitantes de Gaza que aproveitem a oportunidade para se libertar de sua tirania e acrescentando que os reféns serão poupados se eles se renderem e os libertarem.

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