Pesquisa · Mapa mental

Agência Pública

A Agência Pública é uma agência de jornalismo investigativo independente e sem fins lucrativos. Foi fundada em 2011 pelas repórteres Marina Amaral, Natalia Viana e Tatiana Merlino. Atualmente é dirigida por Marina Amaral e Natalia Viana.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 23/06/2026
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Projetos

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Apoio ao jornalismo independente

No Brasil, a Agência Pública mapeia e possui uma lista dos veículos de mídia independente do Brasil. Além de suas próprias reportagens, a Pública distribui bolsas para repórteres independentes desenvolverem suas matérias, incubando iniciativas de jornalismo e lançou em 2016 o Mapa do Jornalismo independente. A redação da Agência Pública fica em São Paulo e, entre 2016 e 2019, a organização administrou a Casa Pública, o primeiro Centro Cultural de Jornalismo do Brasil, no Rio de Janeiro. A Agência Pública é um dos veículos que organizam o Festival 3i de jornalismo.

Truco

Em 2014, a Agência Pública lançou um projeto de fact-checking, o Truco. O projeto era dedicado a checar falas de políticos e personalidades, quando fazem afirmações relevantes e que pautem debates da sociedade. O Truco checou as eleições presidenciais de 2014, as eleições municipais de 2016 e as eleições estaduais e presidenciais de 2018. Contou com o selo de verificação de fatos do Google e com o selo da International Fact-Checking Network.

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Casos investigativos

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Séries investigativas sobre a Amazônia

Desde 2012, a Agência Pública produz séries investigativas sobre a Amazônia, já tendo investigado os grandes empreendimentos na região, resistência indígena, atuação das agências governamentais no local e violência relacionada a conflitos de terras.

Caso Jullyene Lins

Em 2023, a agência publicou reportagem investigativa assinada por Alice Maciel sobre o caso de suposta violência doméstica de Arthur Lira, o então (desde 2021) presidente da Câmara dos Deputados, contra sua ex-mulher, Jullyene Lins, ocorrido em 5 de novembro de 2006. Na reportagem, Lins afirmou em primeira mão que também foi estuprada na ocasião. A reportagem foi retirada do ar pela 6ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios em 18 de setembro e a agência foi proibida de publicar outras matérias do mesmo teor.

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Financiamento

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A Pública é financiada por várias fundações, tais como Fundação Ford, Fundação Betty e Jacob Lafer, Open Society Foundations e Oak Foundation, além de eventualmente recorrer ao crowdfunding para custear reportagens. Em 2019, lançou um projeto de financiamento recorrente para receber apoio dos leitores.

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Prêmios

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A Pública foi o terceiro veículo de comunicação brasileiro mais premiado em 2016, feito inédito para uma publicação independente segundo o site “Mais Premiados”. Neste mesmo ano, sua diretora Natalia Viana foi a repórter mais premiada, por conta dos prêmios Comunique-se de Repórter de Mídia Escrita, Gabriel Garcia Marquez na categoria Texto e Vladmir Herzog na categoria Internet pelo especial “100”. Foi o primeiro[carece de fontes?] veículo brasileiro a ser indicado ao Prêmio Liberdade de Imprensa da Repórteres Sem Fronteiras.

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Ebooks

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A Agência Pública lançou três ebooks sob licença CC BY-ND 4.0, que governa o conteúdo do website:

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Fontes consultadas

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