Alberto I da Germânia
Alberto I foi rei dos romanos e duque da Áustria, o filho mais velho de Rodolfo I, conde de Habsburgo e de Gertrudes de Hohenberg, e depois imperador do Sacro Império Romano, e de Gertrudes de Hohenberg.
Em dezembro de 1282, Alberto foi investido com ducados da Áustria, da Estíria, da Carniola, e da Marca Vindica, os quais ele governaria junto com seu irmão Rodolfo II, até que este foi obrigado a abdicar pelo Tratado de Rheinfelden, de 1 de junho de 1283. Impopular na Áustria, reprimiu a revolta do inverno de 1287-1288 em Viena e a revolta de fevereiro de 1292 na Estíria. Ao morrer Rodolfo I, em 1291, Alberto foi forçado a aceitar a eleição de Adolfo I de Nassau como rei dos romanos, mas, com a deposição deste, em 24 de junho de 1298, foi eleito seu sucessor. Adolfo se recusou a aceitar sua deposição e foi morto por Alberto na Batalha de Göllheim, em 2 de julho de 1298. Ele foi eleito rei dos romanos em Frankfurt, em 27 de julho, e foi coroado em Aix, em 24 de agosto. O papa Bonifácio VIII se negou a reconhecê-lo até 1303, quando Alberto admitiu o direito do papa de conceder a coroa imperial e prometeu que nenhum de seus filhos seria eleito rei sem o consentimento papal.
Casamento e descendência
Em 1274, Alberto casou com Isabel de Gorizia-Tirol, filha de Mainardo IV, conde de Gorizia e do Tirol, e de Isabel da Baviera, com quem teve doze filhos:


