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Algar Telecom

A Algar é uma empresa brasileira de telecomunicações que está presente em mais de 350 cidades nos estados de Alagoas, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe, além do Distrito Federal. A empresa foi a única operadora a permanecer privada mesmo após a criação da Telebrás no regime militar, e é caracterizada como a quinta maior no segmento de telecomunicações.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 09/07/2026
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História

Imagem: Lauraras · BY-SA · Openverse

A Algar, com sede administrativa em Uberlândia, é uma das empresas do Grupo Algar e foi fundada com o nome CTBC (Companhia de Telecomunicações do Brasil Central) em 15 de fevereiro de 1954, por Alexandrino Garcia, que adquiriu a, até então, Companhia Telefônica Teixeirinha. Garcia tinha 47 anos quando iniciou o negócio no setor de telefonia e começou, na época, a vender os serviços da empresa pessoalmente. Inicialmente, a empresa atuava com foco no interior do País, no conhecido "Brasil Central", abrangendo parte dos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e São Paulo. Posteriormente, passou a abranger a Alta Mogiana, região de São Paulo; o leste do Mato Grosso do Sul; a região do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba (MG) e o sul do estado de Goiás. Em 2007, a empresa realizou uma emissão pública de debêntures e tornou-se companhia aberta, não listada em bolsa de valores.[carece de fontes?]

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Serviços

Imagem: CRA-MG · BY-NC · Openverse

A empresa oferece serviços de Internet Banda Larga (XDSL, 3G e 4G), celular e telefonia fixa para clientes pessoa física. Para micro e pequenas empresas, oferece serviços de voz, dados, internet, TI, outsourcing, videoconferência e mídia de consulta. Para médias e grandes empresas, a companhia oferta serviços de voz e dados personalizadas para o segmento. Para outras operadoras, oferece Clear channel, SMS, IP Trânsito, compartilhamento de infraestrutura. No ramo da telefonia móvel (celular), a Algar oferece serviço telefônico nas tecnologias AMPS, TDMA, GSM (incluindo serviços como GSM (GPRS e EDGE), 3G (UMTS e HSPA), 4G e 5G). Também mantém um acordo de roaming de dados com outras operadoras, ou seja, cobertura aos visitantes em sua área de atuação. A venda de celulares se encontra nas tecnologias GSM, 3G, 4G e 5G. A Algar também tem autorização para prestar serviços de voz, dados e TV em todo o país.

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Controvérsias

Imagem: Unknown authorUnknown author · CC0 · Openverse

Em julho de 2015, a empresa foi condenada pelo Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG) a pagar cerca de R$ 300 mil reais pela prática de venda casada no município de Uberlândia. A decisão administrativa foi tomada por meio do Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON), que identificou a vinculação da prestação de serviços de internet aos serviços de telefonia. A prática é vedada pelo Código de Defesa do Consumidor. Em 23 de setembro de 2022, foi relatado o disparo de mensagens nos telefones celulares de cidadãos paranaenses com textos em apoio ao candidato à presidência Jair Bolsonaro e com ameaças de invasão ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal. Após apuração, a Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar) atribuiu a responsabilidade pelo envio das mensagens à Algar, que presta serviços à Plataforma de Inteligência Artificial do Governo do Paraná, sem qualquer iniciativa do governo estadual, alegando ainda ter sido "vítima de um crime". A Algar, por sua vez, afirmou ter detectado "um acesso indevido à plataforma com um IP que não pertence à operadora" e atribuiu a responsabilidade a um funcionário de nível júnior com acesso aos sistemas da empresa, que "teria efetuado os disparos sem que ninguém percebesse". Além do Paraná, houve registros do recebimento das mensagens em outros estados das regiões Sul e Sudeste. Após o ocorrido, a equipe do candidato Luiz Inácio Lula da Silva entrou com ação no Tribunal Superior Eleitoral, que abriu um processo investigativo cobrando explicações da empresa.

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Fontes consultadas

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