Amber Heard
Amber Laura Heard é uma atriz norte-americana. Desempenhou o papel principal e personagem-título em All the Boys Love Mandy Lane que estreou no Festival Internacional de Cinema de Toronto em 2006. O seu primeiro papel de destaque na televisão surge em 2007 na série Hidden Palms, onde interpreta a personagem "Greta Mathews". Começou a ser mais conhecida em 2008 pelos filmes Never Back Down com Sean Faris e Cam Gigandet e Pineapple Express com Seth Rogen e James Franco.
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Amber nasceu e foi criada em Austin, Texas. Seu pai David, é um empreiteiro, e sua mãe Paige, é uma pesquisadora de internet para o Estado. Estudou na St. Michael's Catholic Academy em Austin, Texas. Na adolescência, Amber participava ativamente no departamento de teatro da escola e apareceu em comerciais e campanhas locais. Quando tinha 16 anos, a sua melhor amiga morre em um acidente de carro e, no seguimento deste, Amber, a qual foi criada Católica, torna-se ateia, sendo influenciada pelas obras de Ayn Rand e George Orwell. Aos 17 anos deixa a escola para ir para Nova York iniciar a carreira de modelo, refazendo depois esta opção, mudando-se para Los Angeles, para seguir carreira de atriz.
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A sua carreira começa em 2004, quando entra no elenco do episódio piloto da série Jack & Bobby. Em 2005, faz uma participação num episódio da série The O.C.. O seu primeiro papel no cinema surge ainda em 2004, como Maria, no filme Friday Night Lights. Em 2006 fez a personagem principal no filme All the Boys Love Mandy Lane, que estreou no Festival Internacional de Cinema de Toronto. Em 2008 actuou ao lado de Seth Rogen em Pineapple Express. Em 2009, Amber integra, ao lado de Penn Badgley, o filme The Stepfather. Em 2010 foi lançado o filme And Soon the Darkness no qual Amber é protagonista, o filme é uma refilmagem do clássico da década de 1970, que conta também com Odette Yustman, Karl Urban e a nomeada ao Óscar, Adriana Barraza. Em Abril de 2010, recebe o prémio Dallas International Film Festival Shining Star Award no Festival de Cinema de Dallas, pelo filme The Joneses, onde contracena com Demi Moore e David Duchovny. Contracenou, ainda, ao lado de Danielle Panabaker no filme The Ward, de John Carpenter. Em 2011 é lançado o filme Drive Angry, no qual contracena com Nicolas Cage e William Fichtner. No mesmo ano, em Setembro, a NBC estreia a série The Playboy Club, na qual Amber faz o papel de uma coelhinha da playboy nos anos 60. Em Outubro, estreia nos cinemas norte-americanos o filme The Rum Diary, com Amber a contracenar com Johnny Depp.Em novembro de 2011 é anunciada a sua participação no filme Motor City ao lado de Dominic Cooper.
Em dezembro de 2010, Amber participou do 25º aniversário da GLAAD (The Gay & Lesbian Alliance Against Defamation), ao qual foi acompanhada de sua então namorada, a fotógrafa e artista Tasya van Ree. Amber assumiu naquele evento estar num relacionamento homossexual. Em 2012, começaram a surgir rumores que ela estaria se envolvendo com o ator Johnny Depp, que na época estava se divorciando. Amber se declara uma ávida pró-armamentista, que ama armas e possui várias, inclusive um .357 Magnum. Sendo fã de muscle cars, tem actualmente um Ford Mustang de 1968, mas já havia conduzido um Mercedes de 1967 e um Checker Cab de 1962, como revelou a Jeremy Clarkson durante uma entrevista no programa Top Gear.Considerada como um símbolo sexual, Amber muitas vezes aparece nas listas das revistas da especialidade. Em 2010 foi eleita a n.° 13, na lista da revista Maxim das "100 mulheres mais sexys do mundo", já em 2013 ficou na décima posição. Em 2009 foi presa por agredir fisicamente a sua então namorada, a fotógrafa Tasya Van Ree. De acordo com fontes policiais e documentos, elas discutiram num aeroporto e Amber teria agarrado e acertado Tasya no braço, o que chamou a atenção da policial e desencadeou a prisão.
Relacionamento com Johnny Depp
Em 21 de maio de 2016, acusou o ex-marido, Johnny Depp, de agredi-la após uma discussão. Ela pediu divórcio dois dias depois. No dia 27, ambos foram parar nos tribunais. Cinco dias depois, ela pediu e obteve uma ordem de restrição temporária contra ele, declarando, em juízo: "Johnny foi verbal e fisicamente abusivo comigo". Amber Heard afirmou que o último incidente violento teria ocorrido na própria noite de 21 de maio, quando Depp teria atirado um iPhone contra ela, machucando seu rosto. Heard também apresentou duas testemunhas - suas amigas Tillet Wright e Raquel Pennington - e expôs fotografias do seu rosto. Wright tinha chamado o LAPD durante o incidente mas Amber alegou tratar-se apenas de uma discussão. Os oficiais, duas testemunhas neutras não viram nenhum ferimento sequer e nenhuma evidência de um crime naquele momento. Em resposta, os advogados de Depp disseram que ela estava "tentando obter uma resolução financeira prematura alegando abuso". Em 31 de maio, Amber deu uma declaração ao LAPD sobre o incidente de 21 de maio; seus advogados afirmaram que ela inicialmente estava relutante em envolver a justiça no caso, a fim de "proteger sua privacidade e a carreira de Johnny" mas foi forçada a fazê-lo "para definir o registro correto dos fatos verdadeiros, pois não poderia continuar exposta a alegações falsas e maliciosas que infectaram a mídia". No dia seguinte, Amber enviou fotos para revista People de um suposto incidente anterior à violência doméstica, fotos que não foram apresentadas ao tribunal como evidência pelos advogados de Heard.


