Aderbal Freire Filho
Aderbal Freire Filho foi um ator, diretor teatral e apresentador de televisão brasileiro.
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Estabelecia um relacionamento estável com a atriz Marieta Severo.
Filho de Aderbal e Maria Freire, formou-se em Direito em Fortaleza onde, já a partir de 1954, participava de grupos amadores e semiprofissionais de teatro, sendo então conhecido como Aderbal Júnior. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1970, e fez sua estreia como ator em Diário de Um Louco, de Nikolai Gogol, encenado dentro de um ônibus que percorreu as ruas da cidade. Sua primeira direção é O Cordão Umbilical, de Mario Prata, em 1972. Mas seu primeiro grande sucesso profissional foi a direção do monólogo Apareceu a Margarida com Marília Pêra. A peça de Roberto Athayde sobre uma professora tresloucada, estreou no dia 4 de setembro de 1973, no Teatro Ipanema, no Rio de janeiro. Aderbal fundou em 1973 o Grêmio Dramático Brasileiro. Em 1989 cria uma companhia de teatro, o Centro de Demolição e Construção do Espetáculo (CDCE). A companhia surgiu vinculada ao projeto de recuperar o Teatro Gláucio Gill, abandonado pelo Governo do Estado, ocupando-o com uma programação coerente e uma companhia com continuidade de produção. Durante um ano e meio, Aderbal ensaiou nos escombros do teatro. Estreou em 1990 com A Mulher Carioca aos 22 Anos. A peça transpõe para a cena, sem nenhuma adaptação, o romance original de João de Minas, incorporando o modo narrativo à interpretação dos atores.
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Em 2014, participou de Dupla Identidade, série de Gloria Perez na TV Globo, como o senador Oto Veiga. Aderbal apresentou o programa "Arte do Artista", na TV Brasil.
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Aderbal sofrera um AVC em 2020, desde então estava em cuidados intensivos em sua residência, providenciado à época por sua esposa Marieta Severo. Faleceu em 9 de agosto de 2023, em decorrências do AVC, na cidade do Rio de Janeiro.


