Wild at Heart
Wild at Heart é um filme de longa-metragem estadunidense do gênero drama romântico neo-noir, realizado por David Lynch em 1990. O roteiro, escrito pelo próprio diretor, é baseado em novela de Barry Gifford. É estrelado por Nicolas Cage, Laura Dern, Diane Ladd, Willem Dafoe, Harry Dean Stanton e Isabella Rossellini. Tanto o livro quanto o filme giram em torno de Sailor Ripley (Cage) e Lula Pace Fortune (Dern), um jovem casal de Cabo Fear, Carolina do Norte, que fogem de sua mãe dominadora e dos bandidos que ela contrata para matar Sailor.
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Dois jovens namorados, Sailor e Lula, fogem da perseguição da mãe dela, numa viagem pelo sul dos Estados Unidos. Ele tem fixação por Elvis Presley, enquanto Lula tem obsessão por O Mágico de Oz.
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Wild at Heart recebeu críticas mistas. O filme tem uma classificação de 65% no Rotten Tomatoes com base em 48 críticas, com uma média ponderada de 6,07/10. O consenso do site diz: "Um dos esforços mais desiguais do diretor David Lynch, Wild at Heart é mantido unido por suas distintas sensibilidades e trabalho convincente de Nicolas Cage e Laura Dern". Metacritic mostra uma pontuação de 52/100 com base em 18 críticos. Roger Ebert escreveu em sua resenha para o Chicago Sun-Times: "Ele é um bom diretor, sim. Se ele seguir em frente e fizer um filme sobre o que realmente está em sua mente, em vez de se esconder atrás do humor sofórico e da fuga de 'paródia', ele poderá realizar a promessa inicial de seu Eraserhead. Mas ele gosta dos prêmios de bilheteria que acompanham suas sátiras pop, então ele faz filmes desonestos como este". Em sua crítica para a revista Sight & Sound, Jonathan Rosenbaum escreveu: "Talvez o grande problema seja que, apesar dos melhores esforços de Cage e Dern, Lynch esteja interessado apenas em iconografia, e não em personagens. No que diz respeito a imagens de maldade, corrupção, desarranjo, paixão crua e mutilação (mais ou menos nessa ordem), Wild at Heart é uma verdadeira cornucópia". Richard Combs, em sua resenha para a Time, escreveu: "O resultado é uma acumulação de inocência, maldade e até de acidentes de trânsito reais, sem um contexto para dar significado às vítimas ou sobreviventes".


