Brasileiros
Brasileiros formam uma nacionalidade ligada de forma indissociável ao Estado Brasileiro, ou seja, a característica fundamental de um brasileiro é sua ligação com o Brasil. Um brasileiro pode ser também uma pessoa nascida em outro país de um pai brasileiro ou mãe brasileira ou um estrangeiro morando no Brasil, que solicitou a cidadania brasileira.
Segundo a Constituição do Brasil, os cidadãos brasileiros podem ser:
Naturalizados
Um estrangeiro vivendo no Brasil, que solicitou e foi aceito como um cidadão brasileiro é naturalizado. Segundo a Constituição, todas as pessoas que possuem a cidadania brasileira são iguais, independentemente de raça, etnia, gênero ou religião. Um estrangeiro pode optar pela cidadania brasileira após viver por 15 anos ininterruptos no Brasil e ser capaz de falar português. Uma pessoa nativa de um país cuja língua oficial é o português (Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial e Timor-Leste) pode solicitar a nacionalidade brasileira depois de apenas um ano ininterrupto de vida no Brasil. Uma pessoa de origem estrangeira que tem cidadania brasileira tem exatamente os mesmos direitos e deveres de um cidadão brasileiro de nascimento, mas não pode ocupar alguns cargos públicos especiais, como a Presidência da República, a Vice-Presidência da República, o Ministro da Defesa, a Presidência do Senado, a Presidência da Câmara dos Deputados, ser oficial das Forças Armadas do Brasil e Diplomata.
A prerrogativa portuguesa
De acordo com a Constituição brasileira, o povo português tem um estatuto especial no Brasil. O artigo 12, parágrafo primeiro da Constituição, concede aos cidadãos de Portugal, com residência permanente no Brasil "os direitos inerentes aos brasileiros", excluídas as prerrogativas constitucionais de um brasileiro nato. Requisitos para a concessão de igualdade são: local de residência habitual (permanente), a idade da maioridade e a formulação de um pedido ao Ministério da Justiça. No Brasil, os portugueses podem exigir igualdade de tratamento no que diz respeito aos direitos civis, além disso, eles podem solicitar que sejam concedidos direitos políticos concedidos a brasileiros (exceto os direitos exclusivos para os brasileiros natos). Neste último caso, isso requer um mínimo de três anos de residência permanente.
Seguindo as regras gramaticais para formação de gentílicos, o correto seria brasilianos ou brasilienses. Brasileiro alude a um ofício ou a uma profissão (tal qual "verdureiro", "engenheiro", "pedreiro") e, nas raízes históricas, estudiosos têm escrito que se referia ao comerciante, geralmente português, do pau-brasil, na época do Brasil Colônia, passando, eventualmente, a ser nome pátrio (por causas de várias naturezas e com muitas teorias acerca do assunto). Durante os primórdios da construção do país, tornou-se comum designar brasileiro o português ou o estrangeiro estabelecido no Brasil, brasiliense o natural do Brasil e brasiliano o indígena. Como exemplo, tomemos o livro Romance de Gregório de Matos, composto no século XVII, em que "brasileiro" serve para designar os "naturais" explorados: "os brasileiros são bestas/ e estão sempre a trabalhar/ toda a vida por manterem/ maganos de Portugal...".
Grupos étnicos no Brasil (censo de 2022) "É de se supor que, por esse caminho, a população brasileira se homogeneizará cada vez mais, fazendo com que, no futuro, se torne ainda mais co-participado por todos um patrimônio genético multirracial comum. Ninguém estranha, no Brasil, os matizes de cor dos filhos dos mesmos pais, que vão, frequentemente, do moreno amulatado, em um deles, ao branco mais claro, no outro; ou combinam cabelos lisos e negros de índio ou duros e encaracolados de negro, ou sedosos de branco, de todos os modos possíveis; com diferentes aberturas de olhos, formas de boca, conformações nasais ou proporções das mãos e pés. Na verdade, cada família brasileira de antiga extração retrata no fenótipo de seus membros características isoladas de ancestrais mais próximos ou mais remotos dos três grandes troncos formadores. Conduzindo, em seu patrimônio genético, todas essas matrizes, os brasileiros se tornam capazes de gerar filhos tão variados como variadas são as faces do homem."
Ancestralidade dos brasileiros
Os primeiros habitantes do que viria a ser o Brasil foram pessoas cuja ancestralidade pode ser traçada até populações asiáticas que cruzaram o Estreito de Bering, passando da Sibéria para as Américas Há indícios da presença indígena no atual território brasileiro datados de 16 000 a.C. em Lagoa Santa (MG), de 14 200 a.C. em Rio Claro (SP) e de 12 770 a.C. em Ibicuí (RS). É difícil precisar o número de indígenas que viviam no atual Brasil em 1500, com as estimativas variando entre um e cinco milhões.[carece de fontes?] Estavam divididos em dois grandes troncos linguísticos: macro-jê e tupi. Com a chegada dos portugueses ao atual Brasil, em 1500, boa parte da população indígena pereceu, sobretudo em virtude da contaminação por doenças euroasiáticas aos quais os índios não tinham imunidade biológica, como varíola, sarampo, febre amarela ou gripe. Na maior parte dos casos, essas contaminações foram involuntárias; contudo também há relatos de infecção proposital.[carece de fontes?] Apesar disso, milhões de brasileiros atuais têm ancestralidade indígena. Na História brasileira, foi muito comum a prática do "cunhadismo", uma antiga prática indígena de incorporar estranhos à sua comunidade, por meio da entrega de moças indígenas como esposas. Nesse contexto, muitos colonos portugueses se juntaram a mulheres indígenas, cujos descendentes formam boa parte da população brasileira atual.
Idioma nacional
Português brasileiro (abreviado como pt-BR ou simplesmente PB), também conhecido como português do Brasil, é o termo utilizado para classificar a variante da língua portuguesa falada de forma nativa pelos mais de 213 milhões de brasileiros no país, em 2025, e pelos mais de 4 milhões, que vivem fora do Brasil. A Academia Brasileira de Letras (ABL), embora seja uma instituição cultural importante no desenvolvimento do português brasileiro, não possui poder regulatório legal sobre a língua, que é moldada pelo uso e por normas educacionais no Brasil. É, de longe, a mais falada e escrita variante do português, tradicionalmente descrita por gramáticos prescritivistas e filólogos, ainda que estudos modernos da Linguística, como o projeto NURC, venham apontando significativas disparidades entre a gramática tradicional e o português brasileiro de fato, inclusive em suas variedades de prestígio. Tais diferenças, bem como outras características particulares do português brasileiro, o distinguem especialmente do português europeu, embora permaneça uma variante do português dentro da família das línguas românicas, o que tem levado alguns estudiosos a interpretá-lo como uma língua distinta.
Idiomas indígenas e de imigrantes
As línguas do Brasil compreendem o português, única língua oficial a nível nacional, a língua brasileira de sinais, que desde 2002 é considerada oficialmente como uma "forma de expressão linguística nacional" (Lei 10436/2002) e línguas minoritárias do Brasil faladas em todo o território. O censo de 2022 contabilizou 391 etnias indígenas no Brasil, que falam 295 idiomas diferentes. Há comunidades significativas de falantes do alemão (na maior parte o Hunsrückisch, um alto dialeto alemão) e italiano (principalmente o talian, de origem vêneta) no sul do país, os quais foram influenciados pelo idioma português, assim como um processo recente de cooficialização destas línguas, como já ocorreu em Pomerode e em Santa Maria de Jetibá.
Religião
Religião no Brasil é muito diversificada, mas se caracteriza principalmente pela forte presença do cristianismo na sociedade. A Constituição prevê a liberdade de religião e declara que a Igreja e o Estado estão oficialmente separados, sendo o Brasil um Estado laico. A legislação brasileira proíbe qualquer tipo de intolerância, sendo a prática religiosa geralmente livre no país. Segundo o Relatório Internacional de Liberdade Religiosa de 2005, elaborado pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, a "relação geralmente amigável entre religiões contribui para a liberdade religiosa" no Brasil.
Imagem: Clube Atlético Mineiro · BY-NC · Openverse
Estudos genéticos têm mostrado que a população brasileira como um todo possui componentes europeus, africanos e indígenas. Um estudo genético autossômico de 2015, que também analisou dados de 25 estudos de 38 populações brasileiras diferentes, concluiu que: a ancestralidade europeia responde por 62% da herança da população, seguida pela africana (21%) e pela indígena (17%). A contribuição europeia é maior no Sul do Brasil (77%), a africana no Nordeste (27%) e a indígena no Norte (32%). Um estudo autossômico de 2013, com quase 1.300 amostras de todas as regiões brasileiras, encontrou um predomínio de ancestralidade europeia combinada com contribuições africanas e indígenas, em graus variados. Seguindo um gradiente crescente de Norte a Sul, a ancestralidade europeia foi a mais prevalente em todas as populações urbanas (com valores de até 74%). As populações do Norte consistiam em uma proporção significativa de ancestralidade indígena, cerca de duas vezes maior que a contribuição africana. Por outro lado, no Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, a ancestralidade africana foi a segunda mais prevalente. Em nível intrapopulacional, todas as populações urbanas eram altamente miscigenadas, e a maior parte da variação nas proporções de ancestralidade foi observada entre indivíduos dentro de cada população, e não entre populações.
No Sudeste
De acordo com um estudo autossômico de 2009, as heranças europeia e africana são as mais importantes. A composição do Sudeste foi assim encontrada, de acordo com um estudo de 2009: 60.7% europeia, 32.0% africana 7.3% ameríndia. Um estudo genético realizado em 2010 encontrou a seguinte composição: 79,90% de contribuição europeia, 14,10% de contribuição africana e 6,10% de contribuição indígena. Já de acordo com outro estudo genético de 2011, a composição do Sudeste é a seguinte: 74,20% de contribuição europeia, 17,20% de contribuição africana e 7,30% de contribuição indígena. Um estudo genético mais recente, de 2013, por sua vez, encontrou os seguintes resultados: 61% de contribuição europeia, 27% de contribuição africana e 12% de contribuição indígena.
No Nordeste
De acordo com um estudo genético autossômico de 2009, a herança europeia é a dominante no Nordeste, respondendo por 66,70% da população, o restante sendo africano (23,30%) e ameríndio (10%). O Nordeste encontra-se, assim, então constituído: 66,70% europeu, 23,30% africano e 10% ameríndio. De acordo com um estudo genético de 2011, "em todas as regiões estudadas, a ancestralidade europeia foi a predominante, com proporções variando de 60,60% no Nordeste a 77,70% no Sul do país". De acordo com um estudo genético realizado em 1965, pelos pesquisadores norte-americanos D. F. Roberts e R. W. Hiorns, a ancestralidade média do nordestino é predominantemente europeia (grau por volta de 65%), com contribuições menores, mas importantes, da África e dos indígenas brasileiros (25% e 9% respectivamente).
No Sul
De acordo com um estudo genético autossômico feito em 2010 pela Universidade Católica de Brasília e publicado no American Journal of Human Biology, a herança genética europeia é a predominante no Brasil, respondendo por volta de 80% do total, sendo que no Sul esse percentual é mais alto e chega a 90%. Assim, a ancestralidade europeia é a principal no Sul, e a africana significativa, assim como a ameríndia. De acordo com outro estudo genético autossômico de 2009, a herança europeia é, sim, a dominante no Sul do país, respondendo por 81,50% do total, o restante sendo ameríndio (9,2%) e africano (9,3%). Estudos genéticos realizado no estado do Paraná entre "afrodescendentes" (negros ou mulatos de diferentes tom de pele) mostram que o grau de mistura é muito variável. Os "mulatos claros" ou "mulatos médios" apresentam grau semelhante de ancestralidade africana e europeia (44% europeia, 42% africana e 14% indígena). Por sua vez, os "mulatos escuros" ou "negros" do Paraná são predominantemente africanos, sendo a ancestralidade 72% africana, 15% europeia e 6% indígena. Mesmo entre os "brancos" do Paraná, os índices de ancestralidade africana são expressivos, porém bastante variáveis, indo desde um mínimo de 3% em um estudo, a um máximo de 17% em outro.
No Norte
Na região Norte, as ancestralidades europeia e indígena são mais representativas, já a contribuição africana fica em menor porcentagem. De acordo com um estudo autossômico de 2009, a composição da região Norte seria a seguinte: 60.6% europeia, 21.3% africana e 18.1% ameríndia. Um estudo genético realizado em 2010 encontrou a seguinte composição: 71.10% de contribuição europeia, 18.20% de contribuição africana e 10.70% de contribuição indígena. Já de acordo com outro estudo genético de DNA autossômico (de 2011), a composição do Norte é a seguinte: 68.8% de contribuição europeia, 18.50% de contribuição indígena, 10.5% de contribuição africana. Um estudo genético de DNA autossômico mais recente, de 2013, por sua vez, encontrou os seguintes resultados: 51% de contribuição europeia, 32% de contribuição indígena e 17% de contribuição africana.
No Centro-Oeste
De acordo com estudos autossômicos realizados, a ancestralidade africana responde por 21,70% da herança da população no Centro Oeste. A europeia, 66,30%; e a indígena, 12,00%.
Culinária
A culinária do Brasil é fruto de uma mistura de ingredientes europeus, indígenas e africanos. Muitos dos componentes das receitas e técnicas de preparo são de origem indígena, tendo sofrido modificações por parte dos portugueses e dos escravos oriundos da África. Esses faziam adaptações dos seus pratos típicos substituindo os ingredientes que faltassem por correspondentes locais. A feijoada à brasileira, o feijão tropeiro e a moqueca são exemplos disso. Os escravos trazidos ao Brasil desde meados do século XVI somaram à culinária nacional elementos como o azeite de dendê e o cuscuz. E as levas de imigrantes recebidas pelo país entre os séculos XIX e XX, vindos em grande número da Europa, trouxeram algumas novidades ao cardápio nacional e concomitantemente fortaleceram o consumo de diversos ingredientes.
Artes
Arte brasileira é o termo utilizado para designar toda e qualquer forma de expressão artística produzida no Brasil, desde a época pré-colonial até os dias de hoje. Dentro desta ampla definição, estão compreendidas as primeiras produções artísticas da pré-história brasileira e as diversas formas de manifestações culturais indígenas, bem como a arte do período colonial, de inspiração barroca, e os registros pictóricos de viajantes estrangeiros em terras brasileiras. Com a chegada da Missão Artística Francesa no século XIX, ensaia-se pela primeira vez a criação de uma escola nacional de arte, consolidada por meio do estabelecimento da Academia Imperial de Belas Artes, no Rio de Janeiro. Posteriormente, sob a influência do expressionismo, do cubismo e do surrealismo europeus, junto com uma valorização do primitivismo, o Brasil assistirá ao desenvolvimento do modernismo, que será progressivamente incorporado ao gosto da sociedade e da arte oficial, até que a assimilação das novas tendências surgidas no pós-guerra contribua para o florescimento da arte contemporânea brasileira.
Ciência e tecnologia
Em Portugal, no início do século XVIII, o padre e cientista Bartolomeu de Gusmão (o "padre voador", nascido no Estado do Brasil), fez experiências bem sucedidas com balões de ar quente. Algumas destas experiências foram conduzidas na presença de personagens como o Cardeal Michelangelo Conti (futuro Papa Inocêncio XIII) e do rei João V. Ainda em Portugal, Gusmão construiu o balão batizado como Passarola. Augusto Severo de Albuquerque Maranhão desenvolveu o conceito de dirigível semirrígido, testado pela primeira vez em 1894. Isto permitiu tornar o voo dos dirigíveis mais estável (ver: Pax). Santos Dumont trabalhou nos dois ramos da aeronáutica: aerostação (com aeróstatos, aeronaves mais leves que o ar) e aviação (com aeródinos, aeronaves mais pesadas que o ar). Dominou a dirigibilidade dos aeróstatos provando, em definitivo, que as aeronaves poderiam ser efetivamente usadas como meio de transporte. O avião 14-bis, projetado e construído por ele, foi o primeiro aeródino a decolar (em 1906) sem impulso adicional fornecido por recursos externos. É tido como o Pai da Aviação e recebeu inúmeras homenagens. Por sugestão da aviadora Anésia Pinheiro Machado, uma cratera da Lua, anteriormente nomeada Hadley-B, foi rebatizada como o nome Santos Dumont. Dimitri Sensaud de Lavaud construiu o primeiro avião brasileiro, o São Paulo, realizando com ele o primeiro voo de avião da América latina, em Osasco, no dia 7 de janeiro de 1910.
Ciências sociais e filosofia
Pensadores e estudiosos brasileiros deram relevantes contribuições nos campos das ciências sociais e filosofia. O trabalho de Gilberto Freyre na sociologia é apontado como de extrema importância. O jusfilósofo Miguel Reale contribuiu para as teorias do direito com sua teoria tridimensional do direito. A análise crítica do historiador da literatura Otto Maria Carpeaux é elogiada.
Esportes
O esporte no Brasil é praticado em muitas modalidades e é organizado por confederações nacionais de esportes, sendo a principal o Comitê Olímpico Brasileiro. Os brasileiros estão fortemente envolvidos com esportes. O futebol é o mais praticado no país. Diversos esportes nasceram no país, entre eles sorvebol, bete-ombro ou taco (modalidade simplista do críquete), peteca, sandboard, frescobol,[carece de fontes?] futebol de praia, futsal (versão oficial do futebol indoor), footsack, biribol, manbol, futetênis, acquaride, e o futevôlei Nas artes marciais, os brasileiros desenvolveram a capoeira, o vale-tudo, e o jiu-jitsu brasileiro. Outros esportes de considerável popularidade são: basquete, vôlei, handebol, automobilismo, judô e tênis. A prática amadora de esportes é muito popular e os clubes são os maiores promotores. Além das organizações privadas, vários governos estaduais e municipais mantém estruturas esportivas tanto para a prática amadora, na forma de lazer, quanto na organização profissional em estádios e outras estruturas.
Ações humanitárias
Os brasileiros atuam ativamente nos campos da defesa dos direitos humanos e da ajuda humanitária. Durante a Guerra do Paraguai, a enfermeira Ana Néri, prestou socorro até a soldados inimigos. Em reconhecimento por suas ações, Ana Néri é Patrona dos Enfermeiros do Brasil. Rui Barbosa, representou o Brasil na II Convenção de Haia em 1907. Nesta ocasião, defendeu o princípio da autodeterminação dos povos. Ganhou a alcunha de Águia de Haia pela firmeza com que defendeu suas posições. O diplomata José Maria da Silva Paranhos Júnior, o Barão do Rio Branco, foi célebre por buscar sempre soluções pacíficas para as disputas territoriais envolvendo o Brasil. O trabalho do barão abreviou e evitou conflitos violentos, ajudando a definir as fronteiras do país. O Instituto Rio Branco foi criado como parte das comemorações de seu centenário. O Barão do Rio Branco é o patrono da diplomacia brasileira.


