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Charlotte Corday

Marie-Anne Charlotte Corday d'Armont entrou para a história ao assassinar, duma forma premeditada, um dos mais importantes defensores da Revolução Francesa, Jean-Paul Marat, instaurada na França pelos jacobinos de quem ele era um dos principais instigadores.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 28/06/2026
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Biografia

Natural de Saint-Saturnin-des-Ligneries, Charlotte de Corday era descendente de uma família da aristocracia da Normandia. Educada em um Convento Católico-Romano em Caen, ela mesma se considerava uma devota dos ideais católico-iluministas de sua época, e foi de grande suporte oposição à Revolução Francesa em 1789. Quando a notícia da morte do rei correu a cidade, em plena Revolução Francesa, ela ficou horrorizada. Mais ainda porque uma guilhotina tinha sido instalada na praça Saint-Sauveur, em Caen. Denunciado Marat como o autor intelectual da Revolução pelo Partido Girondino. Após isso ela pediu um passe de autorização para ir a Paris. Em 8 de julho de 1793, sabendo os riscos que estava correndo, escreveu uma carta de despedida ao pai. Após duas tentativas frustradas, às vésperas do 4.º aniversário da Tomada da Bastilha mais precisamente sábado à noite, 13 de julho, Corday bate à porta de número 30 da rue des Cordeliers (atualmente 22 rue de l’École de Médicine), residência de Jean-Paul Marat, Deputado da Convenção. Como Marat sofria de uma doença de pele cujos ardores somente se aliviavam com prolongados banhos de imersão, razão pela qual não recebia visitas com muita frequência. Charlotte tinha em mãos o que dizia ser uma lista de nomes daqueles que discordavam da Revolução, provavelmente com os nomes de amigos e parentes. Pegando uma faca, cravou-a no coração de Marat, que antes de morrer implorou Aidez, ma chère amie! (Ajude-me, cara amiga!).

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Do julgamento de Charlotte Corday

Jean-Paul Marat: Entre as várias profissões que Marat teve se inclui a de físico, médico, jornalista entre outras atribuições. Ficou conhecido como o Amigo do Povo, devido ao seu jornal, e por levar os inimigos da RF à guilhotina, e não ter piedade, gostando de dizer que estes inimigos deveriam ter seu sangue escorrendo sobres as ruas francesas. Ele era um radical e tinha muita influência sobre o povo. Ele tinha um eczema e por isso tinha que ficar numa banheira cheia de água com ervas medicinais para aliviar a dor, e assim passava boa parte do seu tempo e foi na casa de banho mesmo que ele morreu. Charlotte o matou na banheira. Ele não era francês. Proscrição dos deputados girondinos: Marat foi levado ao Tribunal Revolucionário para ser julgado por uma acusação feita pelos girondinos. Só que eles não esperavam que Marat fosse, literalmente, carregado pelo povo até à tribuna e fosse, depois de uma longa, mui longa votação absolvido. Depois deste evento Marat, que já era um inimigo dos girondinos, estava chateado com eles, de modo sanguinário. Ele começou a incitar a perseguição a esses deputados que o acusaram, os girondinos, consequentemente estes são presos, e basicamente expulsos das tribunas da convenção e foram parar em Caen, na Normandia. E essa cidade é justamente onde mora Charlotte Corday. Essa proscrição dos deputados girondinos é conhecida como a Jornada de 31 de maio a 02 de junho de 1793. E Charlotte Corday, ao ler o jornal que anunciava a proscrição dos girondinos tem seu ápice para matar Marat, além do que ele, é uma das personalidades com maior influência sobre as mortes na França, ele dizia quem perseguir, qualquer coisa, nem que seja uma mera opinião diferente sobre a RF era digna da navalha nacional, ele era um radical, ele queria literalmente ver cabeças rolando sobre a Praça da Revolução.

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Da sentença

Imagem: Gandalf's Gallery · BY-NC-SA · Openverse

Executada em 17 de julho de 1793 na Praça da Revolução. Seus bens são confiscados.

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Fontes consultadas

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