Pesquisa · Mapa mental

Plasencia

Plasencia é um município e cidade da Espanha, na província de Cáceres, comunidade autónoma da Estremadura, com 218 km² de área. Em 2021 tinha 39 558 habitantes. É a capital da diocese com o mesmo nome e de várias comarcas do norte estremenho, o segundo núcleo urbano mais povoado da província de Cáceres e o quarto da Estremadura. Na cidade estão sediados diversos serviços do estado espanhol e do governo autonómico, que servem todo o norte da Estremadura.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 10/07/2026
01

Toponímia, gentílico e símbolos

O nome da cidade provém do lema que lhe foi dado pelo seu fundador, Afonso VIII de Castela e que consta do brasão - "Ut placeat Deo et hominibus" - "Para que agrade (em castelhano: plazca) a Deus e aos homens". O gentílico culto, e o mais empregado atualmente é placentino/a. Antigamente era comum, sobretudo nas áreas em volta da cidade, o termo plasencianos, o qual caiu em desuso. A bandeira é retangular, partida ao meio e apresenta as cores sinopla (verde-esmalte) em baixo e púrpura em cima. No centro encontra-se o brasão da cidade. Ut placeat deo et hominibus - "Para que agrade a Deus e aos homens" em latim - é a divisa que orla o brasão de Plasencia, em cujo centro sobressai um castelo ameado, tendo à direita um castanheiro e à esquerda um pinheiro, ambos com as raízes a descoberto.

02

História

A região de Plasencia foi habitada desde a Pré-história, facto comprovado por descobertas arqueológicas, nomeadamente na Gruta de Boquique. Nas imediações da cidade há vestígios de um castro e durante o império romano existiu na zona um acampamento militar das legiões romanas, ligado à estrada romana denominada Via da Prata, rota que se pensa existir desde os tempos de Tartessos (séculos X a VI a.C.). A área foi conquistada em 1186 por Afonso VIII de Castela, que fundou a cidade atual no mesmo ano e a dotou da muralha que ainda hoje é um dos ex-libris da cidade, sendo considerada um dos conjuntos defensivos medievais mais bem preservados da Europa. A cidade prosperou durante toda a Idade Média e atingiu o seu apogeu nos séculos XV e XVI, período em que foi palco de alguns episódios importantes da história peninsular, nomeadamente durante a Guerra de Sucessão de Castela (1475-1479), período em que assistiu ao casamento do rei Afonso V de Portugal com a sua sobrinha Joana de Trastâmara, a Beltraneja, pretendente ao trono de Castela, que viria a perder para a sua meia-irmã Isabel, a Católica.

03

Geografia

Plasencia encontra-se a 83 km a norte de Cáceres, 150 km a norte de Mérida, 126 km a sul de Salamanca, 245 km a oeste de Madrid, 150 km a sudoeste de Ávila, 90 km a leste da fronteira de Portugal (Monfortinho), 160 km a leste de Castelo Branco e 380 km a nordeste de Lisboa.[a] A altitude média da cidade é 350 m acima do nível do mar. Situa-se no topo norte da Estremadura, no último troço do Vale do Jerte, nos contrafortes ocidentais do maciço montanhoso do Sistema Central, cujos cumes constituem a fronteira natural entre a província de Cáceres com as de Salamanca e Ávila. O vale é estreito, com orientação NE-SO e é flanqueado a oeste pela Serra de Traslasierra e a leste pela Serra de San Bernabé, que faz parte da Serra de Tormantos. Estas situação e relevo envolvente teem muita influência no clima do município. O perímetro urbano é delimitado a oeste pela serra del Gordo e serra de Berenguer, ambas pertencentes ao maciço da Serra de Traslasierra, e a leste pela Serra de Santa Bárbara, uma continuação da Serra de San Bernabé. O ponto mais alto do município é o pico del Gordo, com 997 m de altitude acima do nível do mar. A área urbana do município encontra-se representado na folha (em castelhano: hoja) 0598 do MTN (Mapa Topográfico Nacional de Espanha).

Demografia

A população tem vindo a aumentar progressivamente de forma moderada nas últimas décadas. No contexto da Estremmadura, a cidade é um dos principais focos de atracção do fluxo migratório, tanto de população de origem espanhola como de origem estrangeira. No censo de 2009 foram contabilizados 1 977 habitantes de nacionalidade estrangeira, o que representa 4,58% da população. As comunidades mais numerosas eram a romena (143), boliviana (123) e marroquina (173).

Geologia

O município enquadra-se no Maciço Hespérico, na parte meridional da Unidade Geológica Centro-ibérica. Do ponto de vista estratigráfico, predominam os sedimentos precâmbricos, constituidos por grauvaques e os ardósias, além de granito da zona Béjar-Plasencia. Também se encontram sedimentos do Terciário e Quaternário, ligados principalmente ao sistema fluvial. Os depósitos terciários encontram-se na bacia[b] de Cória e na bacia associada à falha de Plasencia. Os sedimentos quaternários são mais notórios nas diversas plataformas aluviais[c] relacionadas com o rio Jerte. Os materiais mais comuns são seixos rolados de quartzo, xistos e granitos em matriz areno-argilosa. As rochas graníticas da área de Béjar-Plasencia ocupam a parte setentrional do município.

Hidrologia

Praticamente toda a área do município se encontra nas bacias hidrográficas[b] dos rios Jerte e Alagón (o primeiro é afluente do segundo, que por sua vez é afluente do Tejo). A desembocadura do rio Jerte no Alagón ocorre a jusante de Plasencia, no município de Galisteo. Quatro quilómetros a montante da cidade encontra-se a barragem de Plasencia, construída em 1985, com capacidade de 59 hm³, a qual regula o caudal que passa na cidade, evitando as enchentes de outrora. A barragem tem como finalidade o abastecimento de água potável à população. Não existem no município aquíferos importantes.

Clima

O clima da região é do tipo continental mediterrânico, sendo muito influenciado pelo microclima do Vale do Jerte e pela proximidade da Serra de Gredos. O clima é continental devido às diferenças térmicas entre os verões quentes e os invernos suaves e pela variação de temperaturas ao longo do dia e é mediterrânico pela coincidência do períodos mais secos com com os meses mais quentes de julho e agosto (seca estival). A continentalidade é parcialmente matizada pela proximidade atlântica, que faz sentir a sua influência suavizante nos contrastes térmicos e na abundância da precipitação, ocasionada pelos ventos húmidos e temperados que fluem ao longo do vale do Tejo. A precipitação é notoriamente mais elevada nos meses de outubro a março, com uma pronunciada aridez estival. Os invernos são curtos e suaves, com temperaturas médias mensais superiores a 6,4 °C em janeiro e 7,3 °C em dezembro, e os verões secos e quentes, com temperaturas médias máximas próximas dos 34 °C.

04

Flora e fauna

Flora

O tipo de vegetação presente na região tem sido modificado pela intervenção humana. A flora de tipo mais florestal foi substituída por culturas e pastagens. A cobertura vegetal atual é formada sobretudo por montados de azinheira e sobreiro, por prados, vegetação ribeirinha,[d] regadios e flora urbana de parques e jardins. O olival encontra-se principalmente na encosta da Serra de Santa Bárbara, disposto em socalcos, mas atualmente área já se está urbanizada. Os azinhais encontram-se em pastagens[e] sazonais densas. Os sobreirais encontram-se na parte norte do município, ocupam aproximadamente 1 200 ha e também formam pastagens,[e] à semelhança dos azinhais.[carece de fontes?]

Fauna

Na zona podem-se observar grandes aves de rapina voando em busca de alimento, que vivem no Parque Nacional de Monfragüe e nos contrafortes da Serra de Gredos, a cerca de 20 km de distância.[carece de fontes?] Nas dehesas[e] do município os pastos são aproveitados para o pastoreio, sobretudo de cabras, ovelhas e vacas. Nos meses de verão praticam a transumância em regiões mais fresca de Castela e Leão.[carece de fontes?] Entre os anfíbios e répteis presentes na zona, destacam-se os diversos tipos de sapos , a cobra-rateira, o sardão, vários tipos de lagartixas e a osga-moura.[carece de fontes?] O grupo com maior diversidade é o das aves. As espécies mais comuns são tentilhão, chapim-azul, chamariz, pega-azul, tordoveia, cotovia-pequena, cuco, Certhiidae,[g] picanço-barreteiro, estorninho-preto, chapim-real, pintassilgo-comum, pintarroxo-comum, pardal-doméstico e, no inverno, o pombo-torcaz. Também se encontram a perdiz, codorniz, aves de rapina noturnas, como a coruja, mocho e diurnas, como a águia-calçada, águia-de-bonelli, águia-de-asa-redonda, falcão-peregrino e peneireiro-vulgar.[carece de fontes?]

Espaços naturais protegidos

Em 2005 a área de Valcorchero e serra del Gordo foi declarada como Paisagem Natural Protegida pela Junta da Estremadura. O área classificada tem 1 184 ha. A espécie arbórea largamente dominante é o sobreiro, que originou o nome (Valle del Corcho, vale da cortiça), mas estão também representados o freixo, carvalho, nomeadamente carvalho-negral, pereira silvestre[l] e azinheira. Nos terrenos classificados encontram-se laguns monumentos relevantes, como sejam o santuário da Virgem del Puerto, a Gruta de Boquique e um troço do aqueduto de Plasencia.[nt 2]

05

Política

A administração política do município é feita pelo Ayuntamiento, um órgão de gestão democrática cujos elementos são eleitos de quatro em quatro anos por sufrágio universal. Teem direito a voto todos os residentes do município maiores de 18 anos de nacionalidade espanhola ou de um país membro da União Europeia. Segundo o disposto na "Lei do Regime Eleitoral Geral", que estabelece o número de vereadores elegíveis em função da população do município, a Corporação Municipal de Plasencia é formada por 21 vereadores.

Cidades gémeas

Plasencia tem acordos de geminação com as seguintes cidades:

Redes de cidades

Plasencia faz parte das seguintes redes de cidades:

06

Economia

A economia da cidade baseia-se principalmente no comércio e outros serviços, que representam 63% da atividade económica. A atividade de construção e outras indústrias também são importantes, contando a cidade com três parques industriais, estando um quarto em construção. Sendo a cidade o principal polo sócio-económico da região norte da Estremadura, grande parte da sua economia está orientada para a prestação de serviços a toda essa região. A Caja de Extremadura, a maior instituição financeira da Estremadura, tem uma das suas duas sedes em Plasencia, devido à desaparecida Caja de Ahorros de Plasencia ter sido uma das duas entidades bancárias que se fundiram para formar a Caja de Extremadura.

Emprego

O desemprego entre 1998 e 2008 esteve sempre em redor dos 6%, mas em 2009 estava a aumentar significativamente, em consequência da crise económica iniciada em 2008, que na cidade afeta principalmente o setor da construção, o qual foi importante no desenvolvimento económico das últimas décadas.

Agricultura

Sendo o centro económico duma região onde as atividades predominantes são a agricultura e pecuária, nas áreas industriais existe uma grande variedade de empresas agropecuárias, desde viveiros até à comercialização de todo o tipo de maquinaria agrícola e pecuária. Em Plasencia encontra-se a sede do Centro de Investigação e Desenvolvimento em Agricultura Ecológica, cujas atividade principais incidem sobre a sanidade vegetal e a proteção das culturas produzidas de forma ecológica.

Indústria

O setor secundário ou industrial é aquele que gera mais emprego estável na cidade, contando esta com três parques industriais e um quarto em construção. Há uma grande variedade de empresas dedicadas a diferentes atividades, todas de pequena ou média dimensão. Em zonas muito próximas produzem-se produtos com denominação de origem controlada ou protegida - ternera (novilho) da Estremadura, pimentão de La Vera, presunto dehesa[e] da Estremadura e cereja do Jerte - alguns dos quais são transformados ou embalados nas zonas industriais de Plasencia.

Turismo

O importante património histórico-artístico e monumental de Plasencia e a sua localização numa paisagem natural de grande beleza é muito valorizado pelos visitantes da cidade, embora os números de visitantes estejam longe de outras cidades estremenhas como Mérida, Trujillo ou Cáceres. O turismo é mais intenso na primavera e outono, com um pico na Semana Santa, uma época do ano festiva muito comemorada em Espanha, durante a qual muitos espanhóis fazem férias e que é comum coincidir com as festas das cerejeiras em flor, declarada festa de interesse turístico regional pela Junta da Estremadura. Outro pico de visitantes ocorre na primeira semana de Agosto, por ocasião da feira do Martes Mayor.

07

Estrutura urbana

Educação

A partir o século XV foram vários os centros de ensino que se criaram na cidade, tendo sido esta a primeira cidade da Estremadura com estudos de nível universitário, vinculados à Universidade de Salamanca. Como prova disso, chegaram aos nosso dias alguns edifícios que albergaram os referidos estudos. Em 2007 existiam em Plasencia 18 centros de ensino educação infantil e primário, cinco escolas secundárias em funcionamento mais uma em construção, um centro de ensino especial, um centro de professores e recursos, um conservatório (Escuela Hogar Placentina) e uma escola municipal de música. A cidade conta ainda com uma delegação da Universidade Popular, uma "Escola Oficial de Idiomas" e com os seguintes estabelecimentos:

Saúde

Existem na cidade vestígios de alguns hospitais cujos edifícios têm hoje outros usos, mas que noutros tempos foram importantes no desenvolvimento da atividade sanitária: Os recursos sanitários disponíveis em Plasencia são:

Acessibilidades e transportes

Dada a situação geográfica da cidade, a meio caminho entre as duas capitais ibéricas, Madrid e Lisboa, e praticamente a meio da mais importante via de comunicação do oeste espanhol, a Via da Prata, Plasencia é um importante nó de comunicações e são várias as autoestradas e estradas que unem a cidade ao resto da Espanha e da Europa, algumas com origem na cidade. As que registam mais tráfego são a Autovía Ruta de la Plata (A-66) e a estrada entre Plasencia e Malpartida de Plasencia. A antiga estrada N-630 já foi na prática substituída na sua totalidade pela nova Autovía Ruta de la Plata, cujo traçado é paralelo à estrada antiga. O quadro seguinte mostra as distâncias entre Plasencia e as localidades mais importantes da comarca, província de Cáceres e algumas das capitais de província de Espanha.

08

Urbanismo e locais de interesse para o visitante

Urbanismo

O núcleo urbano permaneceu durante mais de oito séculos encerrado no recinto muralhado onde o contacto com o exterior se realizava através das diversas portas e postigos que a muralha tinha. No início do século XIX, o crescimento urbanístico da cidade fez-se para noroeste, seguindo o vale do rio Jerte. A principal consequência deste esquema de desenvolvimento urbanístico está patente nos graves problemas actuais de mobilidade urbana, derivados duma morfologia estreita e excessivamente alongada, a modos de cidade linear imperfeita. Esta concepção urbanística foi adoptada seguindo os critérios higienistas que imperavam na altura e pretendia distanciar as novas áreas urbanas da insalubridade do rio, construindo nos terrenos "saudáveis", soalheiros e bem arejados existentes a norte do recinto muralhado.

Monumentos históricos

O extenso património arquitetónico da cidade encontra-se principalmente na parte antiga, em volta da Plaza Mayor. O estatuto de sede episcopal foi concedido a Plasencia pelo papa Clemente III em 1189 e determinou em grande medida a história e paisagem da cidade. A catedral avista-se antes de entrar na cidade e preside ao centro histórico. O processo construtivo desenvolvido ao longo dos séculos permitiu combinar num só edifício duas catedrais perfeitamente diferenciadas que a convertem na igreja mais ricamente ornamentada da Estremadura. As ordens militares de Santiago e de Alcântara, com grande importância política na região, promoveram a construção de numerosas igrejas na cidade, na sua maioria em estilo românico e o gótico, edificadas a partir do século XIII, algumas delas sobre construções muçulmanas. Entre as inúmeras igrejas importantes de Plasencia, cabe destacar as seguintes:

Outros lugares de interesse

Para além dos já mencionados, Plasencia conta com outras construções e lugares de valor histórico ou arquitetónico relevante. A arquitetura contemporânea da localidade é de menor expressão, à exceção é a Casa Sacerdotal Diocesana, uma Obra vanguardista premiada dos arquitetos Andrés Jaque, Miguel de Guzmán e Enrique Krahe. Entre outros edifícios históricos e lugares de interesse da população local e visitantes podem referir-se o Aqueduto, a Plaza Mayor, a Casa Consistorial, judiaria e a Gruta de Boquique. O Aqueduto é popularmente conhecido como arcos de San Antón (Santo Antão) e foi construído no século XVI para levar à cidadela e alcáçova água captada nas serras de Cabezabellosa e El Torno.

09

Cultura e desporto

A gastronomia placentina está muito relacionada com os produtos que se encontram na região. No mercado de Martes (terça-feira) podem encontrar-se todas as frutas e hortaliças dos regadios vizinhos, o pimentão de La Vera, mel, pólen de Las Hurdes, enchidos, queijos, espargos, confeitaria tradicional, etc. Na comida caseira existem as sopas canas (à base de pão e leite), as batatas em escabeche, o revuelto de criadillas (ovos mexidos com testículos), o solomillo (lombo) de javali e os lagartos em molho verde com alho e salsa. Também são muito consumidos os produtos derivados do porco, como o presunto, morcelas e outros enchidos, tec. Das frutas frescas destacam-se os melões, morangos e cereja. Na confeitaria são de referir as perrunillas (biscoitos), buñuelos de viento (bolas de massa fritas), rosquillas de alfajores (rodelas delgadas de massa juntas com doce), pestiños (massa frita), hornazos (espécie de bôla ou empadão) e mantecados (amassado com banha).

Museus

Além dos museus acima mencionado, cabe destacar os três espaços para exposições de arte mais importantes da cidade: o do antigo convento de São Fancisco, que foi posteriormente o "Teatro Sequeira", a galeria da Caja Duero, na Porta de Talavera. e a igreja de São João. Esta última foi a matriz da paróquia do bairro de Toledillo e foi adaptada para albergar não só uma galeria, mas também um auditório e a sede de algumas associações da cidade.

Pintura

No ano de 1917, o pintor valenciano Joaquín Sorolla imortalizou a cidade num dos seus quadros — Extremadura. El mercado, — que mostra a cidade vista desde as margens dos rio Jerte, com o paço episcopal, a catedral, a ponte de Trujillo e mulheres ataviadas com o traje de Montehermoso (uma localidade próxima de Plasencia). O quadro faz parte de uma série de 14 grandes telas intitulada "Visões de Espanha", encomendada a Sorolla pelo magnata americano Archer Milton Huntington, destinada a decorar uma das salas mais importantes do museu da Hispanic Society of America, em Nova Iorque. Cabe destacar dois certames de pintura que ocorrem em Plasencia:

Escultura

Desde 2006 que se realiza em Plasencia o Concurso Internacional de Escultura de Caja de Extremadura, que foi criado para comemorar o centenário da fundação da Caja de Ahorros de Plasencia. As obras premiadas são instaladas em diferentes pontos da cidade, dado que um dos objetivos do concurso é converter Plasencia num museu de escultura ao ar livre. Até 2009 tinham sido premiadas duas obras: El Entrenamiento, do malaguenho Manuel Mediavilla e El Espacio Recorrido da madrilena Mar Soler.

Prémio de investigação histórica sobre Plasencia

A Associação Cultural Pedro de Trejo promove anualmente este prémio com o objetivo de incentivar a investigação e conhecer melhor a evolução histórica de Plasencia e seus arredores.

Feiras e festas

A Semana Santa é um grande acontecimento em Plasencia, com grandes procissões muito participadas e coloridas, organizadas pelas várias confrarias da cidade. A Semana Santa de Plasencia está classificada como "Festa de Interesse Turístico Regional" pela Junta da Estremadura e aspira converter-se em "Festa de Interesse Turístico Nacional". Estão registadas no Ayuntamiento numerosas associações culturais de todos os tipos. No sítio web do Ayuntamiento está uma lista completa de todas elas. A biblioteca municipal foi inaugurada em 1981 e situa-se da rua de Trujillo. Tem aproximadamente 50 000 volumes, incluindo novos suportes, como DVD, CD, etc, além de cerca de 250 publicações periódicas. Tem uma secção infantil e juvenil independente e uma secção de audiovisuais, ambas criadas em 2002, e uma sala de Internet. Oferece serviços de empréstimos, informação bibliográfica, livros pedidos, etc.

Vídeos recomendados

Fontes consultadas

Continue pesquisando