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História de Action Comics

A História de Action Comics, uma revista em quadrinhos americana, teve início em 1938 e desde então confunde-se com a história de seu protagonista, o super-herói Superman, embora outros personagens tenham figurado em destaque em suas páginas - os heróis da "Era de Ouro" Tex Thompson, Vigilante, Zatara e Congo Bill; a heroína Supergirl durante a "Era de Prata"; Asa Noturna, Canário Negro, Deadman, Falcão Negro e o Vingador Fantasma entre 1988 e 1989, durante o breve período em que a revista foi publicada semanalmente; e o vilão Lex Luthor, entre 2010 e 2011.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 30/06/2026
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Antecedentes e contexto

Em dezembro de 1935, a então "National Allied Publications" lançou sua segunda série mensal, sob o título New Comics. Tal qual a revista em formato tabloide New Fun, publicada pela editora desde fevereiro daquele ano, a revista se dedicava à publicação de histórias cômicas e de aventura. Em sua décima-segunda edição, publicada em janeiro de 1937, o título foi alterado para New Adventure Comics e assim seguiria até novembro de 1938, quando seu título foi novamente alterado para Adventure Comics, o qual manteria por todo o restante de sua publicação. Nesse ínterim, Malcolm Wheeler-Nicholson, proprietário da National, visando quitar um débito com Harry Donenfeld, um dos donos da distribuidora de revistas Independent News, tornou-se sócio de Jack Liebowitz, contador de Donenfeld, formando a empresa "Detective Comics". A fusão com Liebowitz possibilitou o lançamento, em março de 1937, de uma terceira revista, intitulada Detective Comics e a continuidade de dois títulos publicados até então pela National. No início do ano seguinte, Donenfeld assumiu o controle da editora e foi sob a sua gestão que fora lançado aquela que se tornaria a mais emblemática série da editora — Action Comics, responsável por lançar em sua primeira edição o personagem Superman.

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Histórico de produção inicial

Jerry Siegel e Joe Shuster viram sua criação, Superman, ser lançada em Action Comics #1 em abril de 1938 — a capa não aponta a data de lançamento, mas de recolhimento da edição: junho de 1938 — após por anos tentar, sem sucesso, encontrar uma editora para seu personagem, originalmente concebido para ser publicado como uma tira de jornal. Superman foi originalmente um louco careca criado por Siegel e Shuster, que usou suas habilidades telepáticas para destruir a humanidade. Esta versão apareceu em um fanzine americano intitulado "Science Fiction" na história The Reign of the Super-Man. Siegel, em seguida, comentou: No ano seguinte o personagem passaria por uma série de reformulações nas mãos dos dois autores, que passariam a oferecê-lo a diversas empresas, sempre com resultados negativos, até que em 1938 a "National Periodical Publications" — com quem os dois já haviam trabalhado anteriormente, tendo sido os responsáveis por uma das história publicadas na primeira edição de Detective Comics, criando o detetive Slam Bradley — os convidou para contribuir com um novo personagem para a mais recente publicação da National. Mostraram Superman para apreciação, e uma vez aprovado, passaram a recortar e colar as tiras de jornal da amostra que tinha preparado no formato de páginas de uma revista em quadrinho.

1938-1940: As primeiras histórias de Superman na "Era de Ouro"

A publicação de Action Comics #1 marca o início da "Era de Ouro" das histórias em quadrinhos americanas. A "Era de Ouro" compreenderia o material produzido entre o final da década de 1930 e o final da década seguinte, aproximadamente. Alguns dos mais conhecidos super-heróis foram criados nesse período — além de Superman, Batman, Mulher Maravilha, Capitão Marvel e Capitão América. Posteriormente, as revistas tornaram-se um divertimento barato, quase descartável, que se tornaria bastante popular entre a população, particularmente com as tropas durante a Segunda Guerra Mundial. As primeiras histórias de Superman refletiam os costumes da sociedade da época. Superman enfrentava políticos corruptos, ladrões e criminosos "comuns" com muita violência. Seus poderes eram reduzidos, pois a origem vigente estabelecia que os habitantes do planeta Krypton haviam evoluído para a perfeição física, e essa seria a origem "científica" de suas habilidades, ampliadas pela gravidade menor da Terra, permitindo-lhe dar grandes saltos, mas não voar, e ter uma força muito maior que um homem comum. Ao criar o personagem, Siegel e Shuster o firmaram como "a representação das máximas aspirações humanas naquele momento", um ser mitologicamente comparável a Hércules e "uma síntese mais perfeita da noção de herói" e com forte apelo político, pois se dedicava a combater injustiças sociais. O próprio Superman era identificado repetidamente nas histórias como um "defensor dos oprimidos".

Os primeiros anos de Action Comics além de Superman

Originalmente, Action Comics era uma antologia com uma série de outras histórias, além daquelas protagonizadas por Superman. Zatara, o mágico, era um dos outros personagens que tiveram suas próprias histórias publicadas nas primeiras edições — Zatanna, uma heroína introduzida na década de 1960, é filha de Zatara — e havia também o super-herói Tex Thomson, que eventualmente adotou as alcunhas de "Mr. América" e depois "Americommando". O cowboy fictício "Vigilante" também teve uma longa participação na revista. Às vezes as histórias de personagens mais humorísticos eram incluídas, como os de Hayfoot Henry, um policial que falava por meio de rimas. Gradualmente, a quantidade de páginas da revista foi sendo reduzida, como forma de evitar com que o preço de capa de 10 centavos por edição fosse aumentado. Diminui-se a quantidade de histórias publicadas por edição e, consequentemente, havia menos espaço para outros personagens que não Superman — por um tempo, apenas as histórias de Congo Bill e de Tommy Tomorrow eram também publicadas na revista, mas logo após a introdução da Supergirl na edição #252 (maio de 1959) as histórias não relacionadas ao Superman ficariam completamente esquecidas.

Décadas de 1940 e 1950: De antologia para publicação de Superman

Se no final da década de 1930 a revista já vendia cerca de 500 mil exemplares, na década de 1940 esse número já havia quase dobrado, com cada exemplar vendendo 900 mil cópias, um tiragem à época superada apenas pela revista Superman, lançada em 1939. Action passaria a focar-se majoritariamente nas histórias de Superman, e as tramas iriam evoluindo, refletindo o cotidiano dos Estados Unidos. A medida que os Estados Unidos se afastavam da Grande Depressão e se aproximavam da Segunda Guerra Mundial, os oponentes de Superman mudariam de políticos e empresários corruptos para nazistas e comunistas, e, se nas suas primeiras aparições o herói enfrentava criminosos comuns, com o tempo suas histórias passariam a ganhar um viés mais "extraordinário" com o surgimento dos primeiros "supervilões".

1956-1970: A "Era de Prata" das histórias em quadrinhos de Superman e de Supergirl

O término da Era de Ouro é motivo de debate, mas considera-se geralmente como marco inicial da Era de Prata a publicação da revista Showcase Comics #4, lançada pela DC em 1956. Naquela edição apresentou-se uma nova versão, modernizada, do personagem The Flash — o primeiro de muitos personagens a serem repaginados pela editora nos anos seguintes sob o comando do editor Julius Schwartz. À época, apenas três super-heróis ainda tinham suas revistas e histórias publicadas de forma regular pela editora — Superman, Batman e Mulher Maravilha - mas entende-se que as histórias do período não eram realmente dignas de nota: Segundo historiadadores, Superman estava disponível "em grande quantidade, mas em pouca qualidade".

Década de 1970 e primeira metade da década de 1980: a "Era de Bronze"

É comumente aceito que a Era de Prata foi sucedida pela Era de Bronze. O marco de transição entre um período e o outro, entretanto, não é claro, e existem diversas possibilidades tanto para o término de uma quanto para o início da outra. O pesquisador Arnold T. Blumberg acredita que a transição entre os dois períodos foi gradual, se estendendo desde o final da década de 1960 até 1973, quando foi publicada pela Marvel Comics a história The Night Gwen Stacy Died - o ápice de um ideal que vários profissionais vinham defendendo naquele período de transição: abordar temas mais maduros, ainda que estes estivessem sendo "filtrados" pela "lente simplista dos super-heróis".

Uma nova continuidade na "Era de Ferro" após Crise nas Infinitas Terras

Durante sua história, Action Comics foi publicada de forma regular, mensalmente e ao lado de Adventure Comics e Detective Comics. Se a mudança na periodicidade de Detective na década de 1970 - a revista deixou de ser publicada mensalmente e passou a ser lançada bimestralmente a partir de sua edição 435, lançada em maio de 1972, até a edição 445, lançada em janeiro de 1975 - havia permitido que Action a ultrapassasse em quantidade de edições lançadas, o cancelamento de Adventure, em 1983, possibilitaria que a revista ultrapassasse sua outra antecessora. Quando Adventure foi cancelada em sua 503ª edição, os outros dois títulos seguiram com sua publicação inalterada. Em 1986, Action passaria pela primeira alteração na sua periodicidade, e durante três meses a revista deixou de ser publicada, por sua relação com Superman - o único título protagonizado pelo personagem seria a minissérie The Man of Steel, escrita e desenhada por John Byrne.

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2011: Relançamento

Em 23 de maio de 2011, o jornalista americano Rich Johnston publicou em seu site um post questionando qual seria o "grande anúncio" que o escritor Geoff Johns e o desenhista Jim Lee, ambos os responsáveis pela coordenação editorial de todas as revistas do Universo DC, fariam em 11 de junho durante a realização da convenção Hero Complex. Alegadamente ambos fariam declarações "bombásticas" que mostrariam uma nova direção para toda a editora, em especial para Superman. A partir daí, começaram as especulações. Em 31 de maio, o site de Johnston, "Bleeding Cool", publicou uma nota informando que Johns escreveria e Lee seria o desenhista de Justice League #1, uma nova revista reunindo a Liga da Justiça. Também em 31 de maio[nota 9] Johnston revelaria que a editora, a partir de Setembro, relançaria todos as suas revistas, e declarou: No dia seguinte, Johnston declarou que, embora ainda não estivesse certo do que seria anunciado, e se o anúncio teria relação com as duas notícias anteriormente publicadas, ele havia tomado conhecimento de que o que Johns e Lee revelariam "ou já foi anunciado pela editora, ou será anunciado antes da convenção". E assim foi: No mesmo dia a editora anunciou não apenas o cogitado relançamento, como também que passaria a promover o lançamento simultâneo de todas as edições impressas com suas respectivas versões digitais, sendo a primeira editora americana a adotar tal postura.

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Os Novos 52

Superman and the Fiend from Dimension 5 (2011-2013) e The Boy Who Stole Superman’s Cape (2012)

Com o relançamento, Morrison e o artista Rags Morales seriam a equipe responsável pela revista. A principal trama de Morrison, Superman and the Fiend from Dimension 5, foi publicada nas primeiras 18 edições regulares da revista e apresenta uma trama em que um mesmo super-vilão ataca Superman no passado, no presente e no futuro do personagem. Morrison escreveu ainda The Boy Who Stole Superman’s Cape, publicada em Action Comics #0, uma edição especial lançada em Setembro de 2012, entre as edições 12 e 13. Desenhada por Ben Oliver, a revista apresentou o primeiro dia de Superman em Metropólis e antecede todas as demais histórias de Morrison. A edição foi bem recebida pela crítica e pelo público, e posteriormente a DC Comics a incluiria em Superman: A Celebration Of 75 Years, uma edição especial reunindo as mais importantes histórias publicadas desde a criação do personagem até 2013. As 19 edições de Morrison intencionalmente não seguem uma ordem cronológica sequencial, com as edições 5 e 6 apresentando uma trama que se passava anos à frente das tramas apresentadas nas demais edições. Morales e Brad Walker foram os principais desenhistas desse período, embora tenham havido contribuições de outros artistas, como Gene Ha e Andy Kubert

Sucedendo a Grant Morrison em 2013: Mudanças, fill-ins e edições extraordinárias

Com a conclusão da história de Morrison, o escritor Andy Diggle e o desenhista Tony Daniel foram anunciados como os novos responsáveis pela revista a partir de Action Comics #19, entretanto, pouco antes da publicação da primeira edição, Diggle anunciaria que não continuaria na revista. À época, ele já havia planejado pelos menos dois arcos de história diferentes para a revista, apresentando novos vilões para o personagem. Com a saída de Diggle, Daniel ficaria responsável por concluir os roteiros das duas edições seguintes, concluindo o arco de história iniciado pela dupla, "Hybrid". Inicialmente a trama ocuparia seis edições da revista, mas a partir de Action Comics #22 o escritor Scott Lobdell assumiria os roteiros da revista para uma história "fill-in" relacionada ao trabalho que já vinha desenvolvendo na outra revista do personagem Superman.

Greg Pak, Doomed e Horrorville

O escritor Greg Pak e o artista Aaron Kuder seriam anunciados em junho de 2013 como os substitutos definitivos de Diggle e Daniel a partir da edição 25, que seria lançada em Novembro daquele ano. A primeira edição da dupla apresentava uma história isolada, situada no início da carreira de Superman e uma segunda história estabelecendo a trama para as edições seguintes, que envolvia a personagem Lana Lang, que viria a se tornar parte importante do elenco de apoio das histórias de Pak a partir daí. A partir da edição 30, a revista esteve envolvida num arco de história comum às outras revistas do personagem, Superman/Wonder Woman, Batman/Superman e Superman. Intitulado Superman: Doomed, a história narrava um confronto entre o herói e o vilão Apocalipse e prosseguiria até à edição 34 da revista. Após a luta com Apocalipse, um novo vilão surge na história: Brainiac infecta Superman com um vírus que o transforma numa versão monstruosa com as características do próprio Apocalipse, fazendo-o perder o controle sobre suas ações, e ser incapaz de defender o planeta de um ataque. Brainiac consegue usar seus poderes psiquícos para absorver as mentes de diversas pessoas, e sua invasão se espalha até que Superman consegue contra-atacar. A história é dividida em "atos", como uma peça de teatro: Infected em Maio de 2014, Enemy of the State em Junho, Super Doom em Julho, e Last Sun em Agosto.

Capas variantes temáticas

Em 2012, após o lançamento da revista Justice League of America com 52 capas variantes, a DC Comics anunciou que interromperia o seu programa de capas variantes, deixando de lançar múltiplas versões de capa para uma mesma revista, para evitar novos excessos. Em 2014 a iniciativa seria retomada, mas com importantes modificações: inicialmente a editora passaria a publicar capas para suas diferentes revistas com temáticas diferentes a cada mês, como forma de incentivar encomendas maiores de cada uma, dessa forma, um comerciante poderia encomendar a capa alternativa se pedisse uma quantidade substancial da revista com sua capa regular, mas a partir de junho, a política de incentivo foi abandonada, com os pedidos podendo ser feitos livremente, o que representou um considerável aumento nas vendas.

Futures End e Convergence

Em fevereiro de 2014, a editora anunciaria que para o terceiro aniversário do relançamento, planejava que todas as revistas publicadas em Setembro de 2014 apresentassem histórias relacionadas à minissérie The New 52: Futures End, mostrando futuros potenciais para todos os personagens, cinco anos à frente das histórias então contadas. As capas adotariam a mesma impressão lenticular utilizada no ano anterior durante o mês dedicado aos vilões, e apresentariam as transformações sofridas pelos personagens. Em entrevista, DiDio explicaria que todas as revistas seriam publicadas com a indicação de que eram relacionadas à minissérie e em Setembro de 2014, Action Comics seria lançada como Action Comics: Futures End #1.

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2015-2016: O fim da linha Os Novos 52, e as mudanças promovidas em DC You

Em fevereiro de 2015, a DC Comics anunciaria que, após a conclusão de Convergence, em junho daquele ano, abandonaria o título "Os Novos 52" para sua linha de revista, embora a nova continuidade estabelecida em 2011 com o relançamento continuasse a ser utilizada na maior parte das revistas. No comunicado oficial, o editor Dan DiDio declararia: "Nesta nova era de narrativas, a história vale mais que a continuidade". O objetivo seria "empoderar" os artistas de forma a serem capazes de contar a melhor história possível, sem as "amarras" da cronologia ficcional. O desenhista e publisher da editora, Jim Lee, explicaria que "Ao invés de ter 52 publicações situadas todas numa mesma continuidade, e nos focar em manter o universo ficcional coesa e consistente internamente, agradando a um só 'paladar', nós decidimos quebrar as coisas. Teremos uma linha central de 25 revistas que terão uma consistência interna, que são nossas publicações mais bem vendidas. Mas o resto da linha serão 24 publicações que terão permissão para 'sacudirem' as coisas um pouco mais"[nota 11], e serem mais inventivas. Embora Action Comics permanecesse como parte da "linha central" da editora, seu protagonista não deixou de passar por uma reinvenção. Toda a linha buscava apresentar histórias mais contemporâneas e diversificadas, e Superman também seria atingido por essa nova forma de conduzir as histórias dos personagens.

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2016-atualidade: Retomada da numeração clássica

Durante a publicação dos eventos da minissérie Convergence, um personagem ressurgiria: o Superman "clássico", em sua versão anterior ao relançamento, estaria vivo, ainda casado com Lois Lane, mas sem seus poderes graças à interferência do vilão Telos. A trama da minissérie explicaria que diversas cidades de diferentes pontos da cronologia fictícia da DC Comics que haviam sido apagadas com o relançamento de 2011 haviam sido capturadas pelo vilão, e seus habitantes colocados num ambiental controlável, um experimento similar a um zoológico, por um considerável período, até que o vilão decide simplesmente chocar as cidades umas contra as outras, forçando as vítimas a ser confrontarem. Numa das minisséries, é revelado que Superman e Lois Lane estariam aprisionados por um ano dentro de uma Metropólis isolada por uma redoma, e, nesse período, ela havia engravidado do herói. Durante os eventos narrados na minissérie, Lois Lane dá a luz ao filho do casal, e a família consegue sobreviver à destruição causada pelos vilões, se transportando para a realidade alternativa que vinha sendo apresentada nas revistas da editora desde 2011, passando a viver no anonimato. E nessa realidade, o outro Superman, que protagonizava as revistas, vinha passando por consideráveis percalços: após ter sua identidade secreta como Clark Kent, perderia grande parte de seus poderes, e enfrentaria tantos desafios numa sequência que o levaria ao esgotamento. Essa história, intitulada The Final Days of Superman, seria publicada entre abril e maio em todas as quatro revistas então protagonizadas por aquele personagem - além de Action Comics, as revistas Batman/Superman, Superman/Wonder Woman e Superman. Ao comentar a história, Chris Sims do site americano "Comics Alliance", resumiria

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